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18 de ago. de 2012

Oracle Java x64 RPM no openSUSE 12.1 64 bits

O openSUSE não é meu sistema padrão, está instalado dentro do Virtualbox que por sua vez roda no meu Ubuntu 12.04 64 bits.
Tudo funcionando muito bem, em tela cheia, um usuário normal nem percebe isso. Veja:



Resolvi apenas testar o openSUSE, já tinha feito isso no passado antes da Oracle adquirir a distro mas já tinha um tempão que não usava.
O sistema está instalado com KDE
O navegador utilizado é o firefox 14.01
O java utilizado foi o jre-7u5-linux-x64.rpm

Logo após instalar o jre-7u5-linux-x64.rpm nada aconteceu, na verdade eu já esperava isso, mas tive a idéia de tentar fazer o jre-7u5-linux-x64.rpm funcionar de forma parecida quando se instala o jre-7u5-linux-x64.tar.gz, o pacote Binário, ou seja eu apenas copiei a forma de usar os procedimentos de um em outro. Vamos lá.

1- Remova pelo Yast2:
icedtea
openjdk

Quando terminar feche o Yast2, se ele não fechar sozinho.

2 - faça o download do java aqui http://www.java.com/pt_BR/  escolha a opção Linux x64 RPM

3 - Abra o Dolphin e clique no ícone de uma ferramente no alto a direita e escolha "exibir arquivos ocultos" , navegue até a pasta .mozilla e crie a pasta plugins. Desfaça o "exibir arquivos ocultos".

4 - Navegue até a pasta Downloads e clique em cima do jre-7u5-linux-x64.rpm , vai abrir uma janela perguntando "Um programa quer instalar um pacote" clique em continuar e aguarde o final da instalação.

5 - Feche o Firefox.

6 - Abra o emulador de terminal do KDE Konsole, torne-se root e digite os comandos a seguir:

# update-alternatives --install "/usr/bin/java" "java" /usr/java/jre1.7.0_05/bin/java 1

Resposta do comando, comigo aconteceu assim:
update-alternatives: using /usr/java/jre1.7.0_05/bin/java to provide /usr/bin/java (java) in auto mode.

# update-alternatives --set java /usr/java/jre1.7.0_05/bin/java

Não houve resposta do comando, comigo aconteceu assim, na hora interpretei que tudo correu bem, o que ficou constatado no final.

# exit  - Para retornar ao modo de usuário comum, mas mantendo o Terminal aberto

7 - Agora como usuário comum vamos criar o link simbólico para que o plugin funcione, ou seja , para que o Firefox "enxergue" ele, digite:

:~> ln -s /usr/java/jre1.7.0_05/lib/amd64/libnpjp2.so ~/.mozilla/plugins/

8 - Abra o Firefox, e teste seu java em
http://www.java.com/pt_BR/download/testjava.jsp  se tudo correu bem vai aparecer esta mensagem:






1 de ago. de 2011

Man urpmi - Mandriva.2011.RC2.x86_64.2

Apenas uma dica de como usar o urpmi no Mandriva Linux pelo terminal, como root óbviamente. O texto abaixo foi retirado das páginas de manual do sistema.
Utilizei o Mandriva 2011 rc2 instalado no virtualbox.

uso:
  --help         - imprime esta mensagem de ajuda.
  --media        - use somente as mídias listadas (separadas por vírgula).
  --excludemedia - não usa as mídias fornecidas (separadas por vírgula).
  --update       - use somente mídias de atualização.
  --searchmedia  - usa apenas a mídia fornecida para buscar pacotes.
  --sortmedia    - ordena as mídias (separadas por vírgulas).
  --synthesis    - usa synthesis invés da database do urpmi.
  --auto         - modo não-interativo, assume respostas padrão para as perguntas.
  --auto-select  - automaticamente seleciona os pacotes para atualizar o sistema.
  --auto-update  - atualiza mídias e então atualiza o sistema.
    --no-md5sum    - desabilita checagem MD5SUM dos arquivos.
    --force-key    - força atualização da chave gpg.
  --auto-orphans - remove pacotes órfãos sem confirmação do usuário
  --no-suggests  - não seleciona automaticamente pacotes sugeridos.
  --no-uninstall - nunca pergunte para desinstalar um pacote. Caso seja
                   necessário, a instalação será abortada.
  --no-install   - não instala pacotes (download somente)
  --keep         - mantém os pacotes existentes se possível, recusando os
                   pacotes solicitados que pedem a remoção do pacote.
  --split-level  - divide em pequenas transações se mais de um pacote
                   precisa ser instalado ou atualizado,
                   o padrão é 1.
  --split-length - transações em pequenos pedaços, o padrão é 8.
  --fuzzy, -y    - impõe uma busca aproximada.
  --buildrequires - instala buildrequires dos pacotes
  --install-src  - instala somente o pacote de fontes (sem binários).
  --clean        - remove os rpm do cache antes de iniciar.
  --noclean      - não remove os rpms do cache.
  --justdb       - atualiza somente a base rpm, não o sistema de arquivos.
  --replacepkgs  - força a reinstalação de pacotes já instalados.
  --force        - força mesmo se alguns pacotes não existem.
  --allow-nodeps - permite ao usuário instalar pacotes sem
                   checagem de dependências.
  --allow-force  - permite ao usuário instalar pacotes sem conferir
                   dependências e integridade.
  --allow-suggests - seleciona automaticamente pacotes sugeridos.
  --parallel     - urpmi distribuído.
  --root         - use outro root para instalação rpm.
  --urpmi-root    - use outro root para o urpmi e instalação rpm.
  --use-distrib  - configura o urpmi por meio de uma árvore de distribuição
                   padrão, útil para instalar um chroot com a
                   opção --root.
  --metalink     - cria e utiliza um metalink local.
  --download-all - baixar todos os programas antes de tentar instalá-los
  --downloader   - programa para baixar arquivos remotos.
                   programas conhecidos: curl, wget, prozilla, aria2
  --curl-options - opções adicionais para passar ao curl
  --rsync-options- opções adicionais para passar ao rsync
  --wget-options - opções adicionais para passar ao wget
  --prozilla-options - opções adicionais para passar ao prozilla
  --aria2-options - opções adicionais para passar ao aria2
  --limit-rate   - limita a velocidade do download.
  --resume       - reinicia a transferência de arquivos parcialmente
                   baixados (--no-resume desabilita isso, o padrão é
                   desabilitado).
  --proxy        - usa o proxy HTTP especificado, o número da porta
                   é 1080 por padrão (o formato é ).
  --proxy-user   - especifica usuário e senha para usar na autenticação
                   do proxy (o formato é ).
  --bug          - escreve um relatório de falhas no diretório indicado
                   pelo próximo argumento.
  --env          - usa um ambiente específico (tipicamente para bug report).
  --verify-rpm   - verifica a assinatura do rpm antes da instalação.
                   (--no-verify-rpm desabilita, por padrão é habilitado).
  --test         - apenas verifica se a instalação pode ser efetuada corretamente.
  --excludepath  - exclui o(s) caminho(s), separados por vírgula.
  --excludedocs  - exclui arquivos de documentação.
  --ignoresize   - não verifica o espaço em disco antes da instalação.
  --ignorearch   - permite instalar rpms de arquiteturas divergentes.
  --noscripts    - não executa script(s) dos pacotes
  --notriggers   - do not execute package trigger(s)
  --nofdigests   - do not verify digest of file(s)
  --fastunsafe   - trade verification and reliability for performance, alias:
                   --tune-rpm=nofsync
                   --nofdigests
                   --no-verify-rpm
  --replacefiles - ignora conflitos de arquivos
  --repackage    - reempacota os arquivos antes da remoção
  --skip         - pacotes que a instalação deve ignorá-los.
  --prefer       - pacotes que a instalação deve dar preferência
  --more-choices - quando diversos pacotes forem encontrados, proponha mais
                   escolhas por padrão.
  --nolock       - não bloqueia o banco de dados rpm.
  --strict-arch  - só atualiza os pacotes com a mesma arquitectura.
  -a             - seleciona todos os listados na linha de comando.
  -p             - permite a busca em 'provides' para achar o pacote.
  -P             - não procure em 'provides' para encontrar o pacote.
  --quiet, -q    - modo silencioso.
  --verbose, -v  - modo detalhado.
  --debug        - modo muito detalhado.


Nomes ou arquivos rpm dados na linha de comando serão instalados.
Eu sempre prefiro utilizar o terminal, temos mais controle do que está acontecendo.