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30 de mar. de 2012

Ubuntu 12.04 “Precise Pangolin” LTS

The next version of Ubuntu is coming soon





O Ubuntu 12.04Precise Pangolin” teve seu segundo beta liberado hoje. O release de hoje, seguiu o calendário oficial de lançamento do Ubuntu 12.04.
Próximas datas:


  • 29 de março de 2012: lançamento da versão Beta 2;
  • 19 de abril de 2012: lançamento da versão Candidate;
  • 26 de abril de 2012: lançamento da versão final do Ubuntu 12.04 ”Precise Pangolin“.
O segundo beta do Ubuntu 12.04Precise Pangolin” com mais novidades, sendo a mais inportante a estabilidade.

A versão do Kernel Ubuntu é a 3.2.0-20.33, que é baseado no Kernel Linux 3.2.12. Apesar do lançamento do Kernel Linux 3.3 ter ocorrido a alguns dias, o mesmo não chegará na versão final do Ubuntu 12.04, mas pode ser instalado caso o usuário queira.

Outras novidades em termos de software podem ser vistas no wiki do Ubuntu 12.04Precise PangolinBeta 2.

Download do Ubuntu 12.04 “Precise Pangolin” Beta 2

Lembre-se que trata-se de uma versão beta, e por isso não deve ser usada em ambientes de produção. Ou seja: não use no seu computador pessoal. Use-o apenas em máquinas virtuais ou computadores de testes.
Dito isso, vamos aos downloads:
Para mais novidades sobre o segundo beta do Precise Pangolin ou suas variantes (Kubuntu, Xubuntu, Lubuntu…), você pode acessar o wiki do Ubuntu 12.04Precise PangolinBeta 2.

Fonte: ubuntubrsc



1 de ago. de 2011

Man urpmi - Mandriva.2011.RC2.x86_64.2

Apenas uma dica de como usar o urpmi no Mandriva Linux pelo terminal, como root óbviamente. O texto abaixo foi retirado das páginas de manual do sistema.
Utilizei o Mandriva 2011 rc2 instalado no virtualbox.

uso:
  --help         - imprime esta mensagem de ajuda.
  --media        - use somente as mídias listadas (separadas por vírgula).
  --excludemedia - não usa as mídias fornecidas (separadas por vírgula).
  --update       - use somente mídias de atualização.
  --searchmedia  - usa apenas a mídia fornecida para buscar pacotes.
  --sortmedia    - ordena as mídias (separadas por vírgulas).
  --synthesis    - usa synthesis invés da database do urpmi.
  --auto         - modo não-interativo, assume respostas padrão para as perguntas.
  --auto-select  - automaticamente seleciona os pacotes para atualizar o sistema.
  --auto-update  - atualiza mídias e então atualiza o sistema.
    --no-md5sum    - desabilita checagem MD5SUM dos arquivos.
    --force-key    - força atualização da chave gpg.
  --auto-orphans - remove pacotes órfãos sem confirmação do usuário
  --no-suggests  - não seleciona automaticamente pacotes sugeridos.
  --no-uninstall - nunca pergunte para desinstalar um pacote. Caso seja
                   necessário, a instalação será abortada.
  --no-install   - não instala pacotes (download somente)
  --keep         - mantém os pacotes existentes se possível, recusando os
                   pacotes solicitados que pedem a remoção do pacote.
  --split-level  - divide em pequenas transações se mais de um pacote
                   precisa ser instalado ou atualizado,
                   o padrão é 1.
  --split-length - transações em pequenos pedaços, o padrão é 8.
  --fuzzy, -y    - impõe uma busca aproximada.
  --buildrequires - instala buildrequires dos pacotes
  --install-src  - instala somente o pacote de fontes (sem binários).
  --clean        - remove os rpm do cache antes de iniciar.
  --noclean      - não remove os rpms do cache.
  --justdb       - atualiza somente a base rpm, não o sistema de arquivos.
  --replacepkgs  - força a reinstalação de pacotes já instalados.
  --force        - força mesmo se alguns pacotes não existem.
  --allow-nodeps - permite ao usuário instalar pacotes sem
                   checagem de dependências.
  --allow-force  - permite ao usuário instalar pacotes sem conferir
                   dependências e integridade.
  --allow-suggests - seleciona automaticamente pacotes sugeridos.
  --parallel     - urpmi distribuído.
  --root         - use outro root para instalação rpm.
  --urpmi-root    - use outro root para o urpmi e instalação rpm.
  --use-distrib  - configura o urpmi por meio de uma árvore de distribuição
                   padrão, útil para instalar um chroot com a
                   opção --root.
  --metalink     - cria e utiliza um metalink local.
  --download-all - baixar todos os programas antes de tentar instalá-los
  --downloader   - programa para baixar arquivos remotos.
                   programas conhecidos: curl, wget, prozilla, aria2
  --curl-options - opções adicionais para passar ao curl
  --rsync-options- opções adicionais para passar ao rsync
  --wget-options - opções adicionais para passar ao wget
  --prozilla-options - opções adicionais para passar ao prozilla
  --aria2-options - opções adicionais para passar ao aria2
  --limit-rate   - limita a velocidade do download.
  --resume       - reinicia a transferência de arquivos parcialmente
                   baixados (--no-resume desabilita isso, o padrão é
                   desabilitado).
  --proxy        - usa o proxy HTTP especificado, o número da porta
                   é 1080 por padrão (o formato é ).
  --proxy-user   - especifica usuário e senha para usar na autenticação
                   do proxy (o formato é ).
  --bug          - escreve um relatório de falhas no diretório indicado
                   pelo próximo argumento.
  --env          - usa um ambiente específico (tipicamente para bug report).
  --verify-rpm   - verifica a assinatura do rpm antes da instalação.
                   (--no-verify-rpm desabilita, por padrão é habilitado).
  --test         - apenas verifica se a instalação pode ser efetuada corretamente.
  --excludepath  - exclui o(s) caminho(s), separados por vírgula.
  --excludedocs  - exclui arquivos de documentação.
  --ignoresize   - não verifica o espaço em disco antes da instalação.
  --ignorearch   - permite instalar rpms de arquiteturas divergentes.
  --noscripts    - não executa script(s) dos pacotes
  --notriggers   - do not execute package trigger(s)
  --nofdigests   - do not verify digest of file(s)
  --fastunsafe   - trade verification and reliability for performance, alias:
                   --tune-rpm=nofsync
                   --nofdigests
                   --no-verify-rpm
  --replacefiles - ignora conflitos de arquivos
  --repackage    - reempacota os arquivos antes da remoção
  --skip         - pacotes que a instalação deve ignorá-los.
  --prefer       - pacotes que a instalação deve dar preferência
  --more-choices - quando diversos pacotes forem encontrados, proponha mais
                   escolhas por padrão.
  --nolock       - não bloqueia o banco de dados rpm.
  --strict-arch  - só atualiza os pacotes com a mesma arquitectura.
  -a             - seleciona todos os listados na linha de comando.
  -p             - permite a busca em 'provides' para achar o pacote.
  -P             - não procure em 'provides' para encontrar o pacote.
  --quiet, -q    - modo silencioso.
  --verbose, -v  - modo detalhado.
  --debug        - modo muito detalhado.


Nomes ou arquivos rpm dados na linha de comando serão instalados.
Eu sempre prefiro utilizar o terminal, temos mais controle do que está acontecendo.

7 de abr. de 2011

GNOME 3.0 lançado: melhor para os usuários, desenvolvedores

Hoje ( ontem 06/04/2011), o projeto GNOME Desktop lançou o GNOME 3.0, o seu redesenho proporciona uma experiência mais significativa com o computador em nove anos. Uma interface de usuário nova e revolucionária e novas funcionalidades para os desenvolvedores fazem deste um momento histórico para o ambiente de trabalho livre e de código aberto.


"Usuários e fãs do GNOME tem planejado mais de uma centena de festas de lançamento em todo o mundo. Os usuários podem baixar o GNOME 3 de http://gnome3.org e experimentá-lo imediatamente, ou esperar pelas distribuições ao longo dos próximos meses. GNOME 3 continua a avançar para novas fronteiras de interação do usuário".


Para saber mais acesse a página com a oficial do projeto onde a notícia foi feita:


http://www.gnome.org/press/2011/04/gnome-3-0-released-better-for-users-developers-3/

28 de mar. de 2011

FLISOL2011 Rio de Janeiro.


FLISOL2011 Rio de Janeiro.
Sobre o FLISOL2011:
O FLISOL2011 é um evento organizado pelo SoftwareLivre-RJ.org, trazendo voluntários para realizar instalações de Software Livre nos computadores dos visitantes do FLISOL2011. A participação no FLISOL2011 é totalmente gratuita e aberta à comunidade.
No próximo dia 9 de abril vai acontecer na UNIRIO - URCA a edição carioca do maior evento de divulgação de software livre da América Latina: o FLISOL (Festival Latino Americano de Instalação de Software Livre).
Durante todo o dia você poderá levar seu computador para que nossos técnicos instalem diversos softwares livres de forma gratuita e segura! Além disso, teremos uma excelente programação, com palestras e minicursos, para você não apenas conhecer, mas também aprender a utilizar os programas que estão revolucionando a informática no mundo todo.
Estaremos com 2 grandes salas com capacidade para 70 pessoas cada sala.
Teremos 5 mini-salas com os seguintes eventos:

* Apache Meet (Meet da Fundação Apache).
* Debate sobre Pirataria, Copyleft, Produção Livre e etc...
* Workshop de Computação Gráfica.
* Workshop de Arduino (com a ArduInRio).
* Install Fest
* Debate sobre Cultura.
* e mais algumas novidades...
Teremos 16 palestras com membros das seguintes Comunidades de Software e Hardware Livre e afins do Rio de Janeiro:
Sobre os serviços oferecidos pelo FLISOL2011:
O FLISOL2011 é um evento que irá realizar a instalação de Software Livre, bem como lhe fornecer indicações de como e onde obter mais informações e suporte. Para participar das instalações basta comparecer no local do evento, ler e concordar com todos os itens do Termo de Responsabilidade (disponível no site do evento) - e levar o seu microcomputador até o local do evento indicado no parágrafo abaixo.
O interessado compromete-se a fazer uma cópia de todos os seus dados que estão no seu computador. A organização do FLISOL2011 não se responsabiliza pelo armazenamento de arquivos no computador e não efetuará back-up para os participantes.
Caso não seja possível efetuar a instalação dentro do horário estipulado para o evento ou por problemas técnicos, o evento não estará obrigado a efetuá-las.
O FLISOL2011 somente instalará Software Livre em 1 (uma) máquina por pessoa.
Local: UNIRIO – URCA
Quando? 9 de Abril de 2011.
Quanto? 0800, de graça!
Site: http://flisol.softwarelivre-rj.org
Programação do evento: http://softwarelivre-rj.org/flisol2011/programacao.php
Material para divulgação (este flyer): http://softwarelivre-rj.org/flisol2011/divulgacao.pdf
Palestras? 16.
Workshops? Alguns (divulgação em breve).
A quem se destina? Estudantes, professores, empresários, empreendedores, piratas, hackers, nerds, geeks, artistas, webmasters, médicos, diagramadores, produtores de mídia visual e fonética, analistas de segurança, programadores e militantes de sistemas e hardware livres.

31 de jan. de 2011

FAQ do SO GNU/Linux

O Artigo abaixo é bastante esclarecedor para quem tem dúvidas básicas sobre GNU/Linux contribuindo na divulgação de forma simples e direta. Foi escrito por André L, a.k.a Pinduvoz, um participante do site Viva o Linux .
Entrei em contato com o autor e o mesmo autorizou a reprodução aqui no blog, meu objetivo é apenas ajudar na divulgação do GNU/Linux . Boa leitura.

Perguntas e Respostas

1) O que é "Linux"?
É o fruto do acaso, pois juntou os esforços de um grupo de hackers que pregava a liberdade de uso do software em geral com os de um estudante finlandês que desenvolveu um kernel, a peça responsável pela comunicação entre o software e o hardware.

A maior parte do "Sistema Operacional GNU/Linux" (o nome correto e completo) vem do "Projeto GNU" (do grupo de hackers, portanto), mas a parte fundamental é o "Kernel Linux", desenvolvido por Linus Torvalds, o citado estudante finlandês (Linus -> Linux Kernel).

Por isso o nome comum do SO geralmente "esquece" a participação majoritária do Projeto GNU, fazendo com o que seja conhecido como "apenas" Linux.

2) O que é uma "distro"?
O SO GNU/Linux é "distribuído" por vários grupos aos redor do mundo, todos eles com base e forte presença na internet. De "distribuído" temos "distribuição", ou simplesmente "distro", que nada mais é do que uma versão do "Sistema do Pinguim" (nome carinhoso), o GNU/Linux.

Temos "distros" comunitárias, a grande maioria (o "Projeto Debian", cuja distribuição leva o mesmo nome, é o maior exemplo), "distros" patrocinadas (elas têm uma companhia por trás, sendo exemplos o Ubuntu, o Fedora e o openSUSE).

Temos também "distros" comerciais, vendidas em regime de OEM ou diretamente ao consumidor (o "Red Hat Enterprise Linux - RHEL", seria o melhor exemplo).

O grande número de "distros" é o grande paradoxo do GNU/Linux já que, por um lado, enfatiza a liberdade de uso e a fluência de idéias que permitem o acelerado desenvolvimento do Sistema do Pinguim; por outro, confunde os possíveis utilizadores (qual Linux devo usar?) e dificulta a padronização que levaria a um maior interesse em desenvolver aplicações comerciais "fechadas" para GNU/Linux (não há, em princípio, incompatibilidade nisso).

3) Por que não preciso pagar pelo GNU/Linux?
Porque ele é a soma das ideias de muitos e existe apenas por isso. Desenvolvido colaborativamente, o SO GNU/Linux jamais poderia ser um produto na acepção mais comum da palavra, pois seria absolutamente inviável transformar os interesses que o criaram em interesses puramente comerciais. Ele é o resultado de esforço comunitário em prol da própria comunidade.

4) E como explicar as versões pagas?
Paga-se por suporte e não pelo SO GNU/Linux. E mesmo aqueles que desenvolvem versões "pagas" (vinculadas a um contrato de suporte) são obrigados a disponibilizar todo o código-fonte, o que garante clones perfeitos que são oferecidos sem vinculação ou obrigação (caso do CentOS, clone do Red Hat Enterprise Linux - RHEL).

5) O GNU/Linux pode ser usado por qualquer um?
Sim, pode. Basta um pequeno conhecimento de informática para utilizar o Sistema do Pinguim, pois o que antes era muito difícil de instalar e configurar, hoje é tão fácil quanto o sistema operacional dominante (o Windows).

É claro que ainda há espaço para melhorar e tais melhoras vêm quase na velocidade da luz. Com efeito, Ubuntu e Fedora, para citar duas "distros" populares, lançam versões novas a cada seis meses, quase sempre com maiores facilidades para o usuário final.

6) O GNU/Linux é um bom Sistema Operacional, capaz de substituir o Windows no uso diário?
Sim, pois se o usuário edita textos, cria planilhas e apresentações, pode usar o gratuito OpenOffice.org (ou BrOffice.org no Brasil) para tanto. Aliás, muitos usuários do Windows e do OSX (Mac/Apple) usam essa mesma suíte de escritório.

Sendo o uso principal a navegação na internet, pode-se usar o Firefox (o segundo navegador mais usado no mundo), a estrela em ascensão Google Chrome ou mesmo o Opera, também conhecido da "outra" plataforma.

Para e-mail temos Thunderbird da Mozilla, ou os clientes dos principais ambientes gráficos (Evolution, no Gnome; K-mail, no KDE), que são outro show a parte quando se fala de Linux. Sim, é possível utilizar vários ambientes gráficos diferentes, sendo os dois mais conhecidos o KDE e o Gnome.

Temos também inúmeros softwares totalmente livres desenvolvidos para as mais variadas tarefas, como manipulação de imagens, desenho 2D e 3D, gerenciamento e criação de banco de dados, criação de diagramas e gráficos, servidores de conteúdo local ou remoto e muito mais.

Até mesmo jogar é possível, desde que não se queria os últimos lançamentos, já que esses quase sempre só funcionam na plataforma mais difundida.

7) O GNU/Linux é seguro?
Sim, talvez o SO GNU/Linux seja o mais seguro de todos, pois suporta encriptação de seus arquivos pessoais a partir da instalação e é praticamente imune a malware.

Quem usa GNU/Linux não precisa se preocupar com programas antivírus, que diminuem muito o desempenho do Windows, um SO que não prescinde desse tipo de proteção.

8) Se pode ser usado por qualquer um, é bom, não pega vírus, por que tão poucos o usam?
Aí que está a grande questão, cuja resposta não pode ser uma só.

Penso que muitos deixam de experimentar o GNU/Linux por medo, ou por comodismo. O medo vem da fama de ele ser um SO desenvolvido por e para hackers, verdadeiros magos da computação. O comodismo vem do fato de que em qualquer esquina se encontra um "técnico" em Windows, que instala um "piratão" básico em meia hora na máquina do usuário que já está acostumado com aquele SO.

Se a maioria dos usuários de computadores soubesse que nessa mesma meia hora eles mesmos podem instalar uma "distro", e que essa mesma "distro" seria fácil de usar e de manter atualizada, além de muito segura e capaz de suprir as necessidades de mais de 90% dos usuários de computadores domésticos, talvez o Sistema do Pinguim fosse mais usado do que seus concorrentes.

E a maioria não sabe porque o Linux não faz propaganda, não faz marketing. Conhecem o Linux, mas de maneira "torta", aqueles que quiseram economizar na compra de um computador novo e receberam uma versão capenga desse SO, geralmente criada para "beliscar" o dinheiro disponível na época do projeto de difusão da informática implantado pelo Governo Federal ("Computador para Todos").

Por sua vez, conhecem o Linux da maneira correta aqueles que realmente se interessam por informática e descobrem "distros" bem-feitas, bem-acabadas e, sobretudo, bem-conceituadas. Esses as instalam nos respectivos computadores para experimentar algo novo e dificilmente deixam esse "algo novo".

9) Onde eu consigo o GNU/Linux?
Na internet, pois todas as "distros" têm nela sua base. Através da internet as "distros" disponibilizam imagens de CD ou DVD (arquivos "ISO") que permitem a criação de discos de instalação ou utilização, já que o GNU/Linux dispõe do que costuma ser chamado de "Live CD", que é uma maneira de rodar (utilizar) o SO a partir de um boot pelo drive óptico e sem tocar nos dados do disco rígido.

Se por algum motivo baixar uma imagem de CD ou DVD pela Internet estiver fora de questão, é possível comprar mídias de instalação em sites especializados ou não (no popular "Mercado Livre" se encontra), ou até mesmo requisitar gratuitamente uma, já que algumas "distros", como o Ubuntu, as fornecem.

Finalmente, é costume que revistas que tratam do GNU/Linux ofereçam mídias de instalação. A mídia oferecida é, geralmente, a da "distro" analisada na edição.

10) Como eu instalo o GNU/Linux?
Há inúmeros guias de instalação na Internet, sendo que o processo, em si, é bastante simples, envolvendo um boot pela mídia de instalação, o particionamento do disco rígido (a etapa mais complicada se o usuário quiser manter o SO já instalado) e a resposta a algumas perguntas, como "nome do usuário", "senha", "idioma", "tipo de teclado" e outras do gênero.

É claro que existem "distros" cuja instalação e uso são recomendados apenas a usuários avançados, mas a grande maioria admite a instalação e o uso por simples mortais, como eu e você.

Finalmente, sendo você um iniciante no mundo do GNU/Linux, prefira "distros" com larga base de usuários e fácil suporte em idioma que você domine.

11) Onde encontro drivers de hardware para meu computador rodar o GNU/Linux?
Você não encontra, já que o próprio SO encontra para você.

A grande maravilha do GNU/Linux é o reconhecimento do hardware já na instalação, perfeito na grande maioria dos casos. E isso quer dizer instalar e usar, pois tudo já deve estar reconhecido e funcionando.

Mas se algo não for reconhecido, entra em ação o enorme suporte comunitário disponível para as mais diversas distros e os mais diversos problemas que se pode encontrar na utilização do GNU/Linux.

12) Como instalo programas no GNU/Linux?
Programas ou aplicativos, em se tratando de GNU/Linux, são "pacotes". E isso vem do conceito de juntar as partes que um programa precisa para funcionar num arquivo que sirva para pronta instalação. No GNU/Linux, dada a quantidade de "distros" disponíveis, temos também uma certa variedade de formatos de "pacotes". Mas dois formatos se sobressaem: pacotes "RPM" e pacotes "DEB", sendo os primeiros usados em distros baseadas em Red Hat (e no próprio) e os segundos em distros baseadas em Debian (e no próprio).

Assim como temos "pacotes", temos "Gerenciadores de Pacotes", a maioria deles programas gráficos que permitem pesquisar por aplicativos e instalar esses mesmos aplicativos com alguns poucos cliques.

Em suma, não é preciso virar a internet de cabeça para baixo procurando por um programa que faça isso ou aquilo, baixar esse mesmo programa, checando se ele vem de fonte confiável, e finalmente instalá-lo na máquina. Basta que seja aberto um "Gerenciador de Pacotes", feita uma pesquisa rápida (por nome, seção ou tipo, função etc) e seja emitido um comando de instalação (um clique).

13) Como mantenho meu GNU/Linux atualizado?
Assim como há "Gerenciadores de Pacotes", há também "Gerenciadores de Atualizações" na maioria das "distros", especialmente naquelas ditas "amigáveis" ("user friendly").

Eles funcionam como no Windows, ou seja, avisam o usuário da necessidade (questões de segurança) ou possibilidade de instalar pacotes ("software").

14) Posso usar o GNU/Linux sem Internet?
Pode, mas não é recomendável.

O GNU/Linux é dependente da Internet para instalação de programas, correções e atualizações, sem falar em suporte, quase sempre exclusivamente comunitário.

15) Qual "distro" é recomendada para um iniciante e qual é a melhor?
Aquelas "user friendly", dentre as quais Ubuntu, Linux Mint, Mandriva, OpenSuse e PCLinuxOS.

Há outras que se encaixam na mesma categoria (Fedora, por exemplo), sendo que a melhor de todas as "distros" GNU/Linux é aquela que vier a atender plenamente suas expectativas de usuário.

Experimente, portanto. Use várias antes de decidir qual é a sua preferida.

Referências e "Sítios" de Interesse:

O que é GNU/Linux?

    * http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux
    * http://pt.wikipedia.org/wiki/Projeto_GNU
    * http://www.gnu.org/
    * http://vivaolinux.com.br/linux/


Informações sobre GNU/Linux:

    * http://distrowatch.com/
    * http://distrowatch.com/dwres.php?resource=major
    * http://vivaolinux.com.br/artigo/As-principais-distribuicoes-GNU-Linux/


Ubuntu:

    * http://www.ubuntu-br.org/
    * http://pt.wikipedia.org/wiki/Ubuntu_Linux
    * http://ubuntuforum-br.org/


Linux Mint:

    * http://www.linuxmint.com.br
    * http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux_Mint
    * http://www.linuxmint.com.br/modules/newbb/


Debian:

    * http://debian.org/
    * http://pt.wikipedia.org/wiki/Debian
    * http://www.forumdebian.com.br/


openSUSE:

    * http://www.opensuse.org/pt-br/
    * http://pt.wikipedia.org/wiki/openSUSE
    * http://www.susebr.org/forum/


Mandriva:

    * http://www2.mandriva.com/br/
    * http://pt.wikipedia.org/wiki/Mandriva_Linux
    * http://www.mandrivabrasil.org/site/forum/


Fedora:

    * http://www.projetofedora.org/
    * http://pt.wikipedia.org/wiki/Projeto_Fedora
    * http://www.projetofedora.org/forum/

Abaixo algumas Distribuições que exigem mais tempo e dedicação para poder usar, entretanto, proporcionam mais conhecimento sobre as entranhas do GNU/Linux, se você dominar pelo menos uma certamente estará apto para usar qualquer distro.


Slackware:

    *http://www.slackware-brasil.com.br/
    * http://pt.wikipedia.org/wiki/Slackware_Linux
    * http://slackbr.org/forum/

Arch Linux:

    *http://www.archlinux-br.org/
    * http://pt.wikipedia.org/wiki/Arch_Linux 
    * http://forum.archlinux-br.org/

Gentoo Linux:


    *http://www.gentoo.org/
    * http://gentoobr.org/
    * http://pt.wikipedia.org/wiki/Gentoo_Linux 
    * http://forums.gentoo.org/viewforum-f-39.html
    * http://planeta.gentoobr.org/
    * https://groups.google.com/group/gentoobrasil?hl=pt

12 de jan. de 2011

Obtendo diferentes versões do Debian GNU/Linux

Este artigo foi originalmente escrito pelo Edinaldo P. Silva no site "Viva o Linux - VOL". Gostei muito do artigo e entrei em contato com o autor pedindo sua autorização para publicar/divulgar aqui, ajudando assim a esclarecer mais um pouco as pessoas interessadas sobre o estável e poderoso Debian GNU/Linux.
Não acrescentei nem retirei nada, apenas reproduzo o conteúdo original. Boa Leitura!

Introdução

Diz a página principal do projeto Debian:


O que é o Debian?

O Debian é um sistema operacional (SO) livre para seu computador. Um sistema operacional é um conjunto de programas básicos e utilitários que fazem seu computador funcionar. O Debian usa o kernel (núcleo de um sistema operacional), Linux, mas a maior parte das ferramentas do SO vêm do projeto GNU; daí o nome GNU/Linux.

O Debian GNU/Linux é mais que um simples SO: ele vem com mais de 25000 pacotes contendo softwares pré-compilados e distribuídos em um bom formato, que torna fácil a instalação deles na sua máquina.
  Para maiores detalhes sobre essa maravilhosa e importante distribuição Linux, sugiro a leitura do clássico artigo de autoria de Percival F. Jr.:

O Debian estável

Lançado em 14 de Fevereiro de 2009, o Debian Lenny é a versão 5.0 do Debian Stable e atualmente já encontra-se no seu sétimo update, ou seja, a versão 5.0.7 lançada em 27 de Novembro de 2010.

Fontes: 

A versão em DVDs

Ambas as versões nos oferecem 5 DVDs e 1 DVD de updates.

amd64: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/iso-dvd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/iso-dvd/MD5SUMS

i386: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/iso-dvd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/iso-dvd/MD5SUMS 
* o DVD1 é mais do que o suficiente para termos o necessário no que se refere a ambiente Desktop.

* No Debian Stable não existe o Snapshot semanal (Weekly Build) ou o Build diário (Daily Build), justamente porque o foco dessa versão é a estabilidade.

* Caso precisem usar softwares mais atuais sem precisar migrar para o Debian Testing, acrescentem o Debian Lenny Backports e o recém-criado Debian Lenny Sloopy Backports. Assim estarão disponíveis versões mais atualizadas do kernel Debian, Iceweasel, BrOffice entre outros. 
Fontes:
Os torrents:

Para o caso dos torrents, os MD5Sums são os mesmos das mídias citadas acima, somente o método de download que difere.

Em CDS:

amd64: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/bt-cd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/iso-cd/MD5SUMS

i386: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/bt-cd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/iso-cd/MD5SUMS

Em DVDs:

amd64: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/bt-dvd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/iso-dvd/MD5SUMS

i386: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/bt-dvd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/iso-dvd/MD5SUMS

Baixando com o Jigdo [http://atterer.org/jigdo/]

Esse é um método que baixei somente uma vez, sou adepto do 'wget -c -T0' que atende plenamente às minhas necessidades, caso alguém se interesse, abaixo estão os links.

Em CDs:

amd64: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/jigdo-cd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/jigdo-cd/MD5SUMS

i386: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/jigdo-cd/
md5:http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/jigdo-cd/MD5SUMS

Em DVDs:

amd64: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/jigdo-dvd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/jigdo-dvd/MD5SUMS

i386: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/jigdo-dvd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/jigdo-dvd/MD5SUMS

* para maiores informações sobre esse método, visitem os seguintes endereços:


O Debian Testing

Como o Debian Testing funciona?

Segundo a sua página principal [http://www.debian.org/devel/testing]: 
A distribuição "testing" é uma distribuição gerada automaticamente. Ela é gerada da distribuição instável ("unstable") por um conjunto de scripts que tentam mover pacotes que provavelmente não possuem bugs críticos ao lançamento ("release-critical"). Eles o fazem de modo a garantir que as dependências dos outros pacotes na "testing" sempre possam ser satisfeitas.
Ainda não lançado, o atual Debian Testing [http://www.debian.org/releases/testing/] e próximo Stable, codinome Squeeze, encontra-se no estágio 'freezing' de pacotes, onde somente são realizadas correções de bugs, melhorias de código e só recebe atualizações de segurança.
O Debian Squeeze possui uma variedade de mídias disponíveis, desde a muito estável versão beta1 do seu instalador, passando pelas mídias da Weekly Build e por fim das Daily Builds contruídas diariamente com pacotes do Debian SID/Unstable, vamos a elas.


CD NetInstall

Meu método preferido de instalação, o NetInstall nos permite realizar uma instalação personalizada, sem os incômodos de ter um sistema inchado após sua instalação.

amd64: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/amd64/iso-cd/debian-squeeze-di-beta1-amd64-netinst.iso
md5: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/amd64/iso-cd/MD5SUMS

i386: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/i386/iso-cd/debian-squeeze-di-beta1-i386-netinst.iso
md5: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/i386/iso-cd/MD5SUMS 


CDs tradicionais

56! Vejam a quantidade de CDs disponíveis para o Squeeze: 56 CDs! Tal como na versão do Debian Lenny, O 1º CD vem com Gnome, há a versão pra KDE, outra para XFCE/LXDE, o BusinessCard e o NetInstall que já indiquei acima.

amd64: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/amd64/iso-cd/
md5: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/amd64/iso-cd/MD5SUMS

Para a versão i386 o total é de 57 CDs, pouco não é mesmo?

i386: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/i386/iso-cd/
md5: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/i386/iso-cd/MD5SUMS



* a maior vantagem de usar uma dessas mídias acima é porque foram muito testados, para se ter uma ideia, a versão anterior do instalador (Alpha1) é de 16 Fev 2010, estas (Beta1) foram lançadas em 27 Out 2010.

Debian Testing Weekly Build (Snapshot Semanal)

Para aqueles que gostam de correr riscos, nem tanto... isso não é... deixa pra lá!

CDs:

São 54 CDs disponíveis do Snapshot semanal.

amd64: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/amd64/iso-cd/
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/amd64/iso-cd/MD5SUMS.large

São 56 CDs disponíveis do Snapshot semanal para a arquitetura i386.

i386: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/i386/iso-cd/
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/i386/iso-cd/MD5SUMS.large

DVDS:

São 8 DVDs disponíveis para ambos os casos.

amd64: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/amd64/iso-dvd/
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/amd64/iso-dvd/MD5SUMS.large

i386: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/i386/iso-dvd/
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/i386/iso-dvd/MD5SUMS.large

Em torrents:

Como já dito acima, para os torrents é o mesmo caso das mídias citadas acima, exceto o método de download.

amd64: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/amd64/bt-cd/
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/amd64/iso-cd/MD5SUMS.large

i386: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/i386/bt-cd/
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/i386/iso-cd/MD5SUMS.large

* embora perfeitamente utilizável, é mais sujeita a erros, eu mesmo já tive problemas numas vezes e noutras não. Como o Squeeze está congelado e só recebendo correções de bugs e atualizações de segurança e nada de pacotes novos, talvez não se tenha problema algum usando esses CDs.

Maiores informações: 

Debian Testing Daily Build (build diário)

... com um pé no SID/Unstable, ai que medo! rsrsrsrs

Essas são as mídias mais atualizadas do Debian, geradas algumas vezes todo dia e diariamente, por isso são ainda mais suscetíveis a erros, é o CD NetInstall construído diariamente com os pacotes do Debian SID/Unstable. Como sempre fui abençoado, poucas vezes a sorte me deixou, seu uso é por conta e risco de quem a baixar e é um convite a entrar no mundo selvagem e hardcore do Debian SID.

Nesse caso existe somente a mídia NetInstall, é instalar (se com sucesso) e escolher a distro na qual se deseja utilizar: Squeeze/Testing ou SID/Unstable ou um misto do dois (não recomendo esse último caso).

amd64: http://cdimage.debian.org/cdimage/daily-builds/daily/arch-latest/amd64/iso-cd/debian-testing-amd64-netinst.iso
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/daily-builds/daily/arch-latest/amd64/iso-cd/MD5SUMS.small

i386: http://cdimage.debian.org/cdimage/daily-builds/daily/arch-latest/i386/iso-cd/debian-testing-i386-netinst.iso
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/daily-builds/daily/arch-latest/i386/iso-cd/MD5SUMS.small

Maiores informações: 
http://cdimage.debian.org/cdimage/daily-builds/


Onde obter ajuda?

Abaixo seguem alguns links que talvez possam interessar a novos e aos antigos usuários Debian.

Guia de instalação do Debian Lenny:

amd64: HTML: http://www.br.debian.org/releases/stable/amd64/index.html.pt_BR
PDF: http://www.br.debian.org/releases/stable/amd64/install.pdf.pt_BR
TXT: http://www.br.debian.org/releases/stable/alpha/install.txt.pt_BR

i386:
HTML: http://www.br.debian.org/releases/stable/i386/index.html.pt_BR
PDF: http://www.br.debian.org/releases/stable/i386/install.pdf.pt_BR
TXT: http://www.br.debian.org/releases/stable/i386/install.txt.pt_BR

Para as outras arquiteturas:

Guia de instalação do Debian Squeeze (em pt_PT):

amd64:
HTML: http://www.debian.org/releases/testing/amd64/index.html.pt
PDF: http://www.debian.org/releases/testing/amd64/install.pdf.pt
TXT: http://www.debian.org/releases/testing/amd64/install.txt.pt

i386:
HTTP: http://www.debian.org/releases/testing/i386/index.html.pt
PDF: http://www.debian.org/releases/testing/i386/install.pdf.pt
TXT: http://www.debian.org/releases/testing/i386/install.txt.pt

Versão em desenvolvimento do manual para o Debian Testing (pt_BR):

amd64:
HTML: http://d-i.alioth.debian.org/manual/pt_BR.amd64/index.html
PDF: http://d-i.alioth.debian.org/manual/pt_BR.amd64/install.pt_BR.pdf
TXT: http://d-i.alioth.debian.org/manual/pt_BR.amd64/install.pt_BR.txt

i386:
HTTP: http://d-i.alioth.debian.org/manual/pt_BR.i386/index.html
PDF: http://d-i.alioth.debian.org/manual/pt_BR.i386/install.pt_BR.pdf
TXT: http://d-i.alioth.debian.org/manual/pt_BR.i386/install.pt_BR.txt

* para as outras arquiteturas:
Debian Wiki:

Debian FAQ:

Debian Reference:

Debian Release Notes:

Guia de Bolso? [http://tangosoft.com/refcard/]:

Guia de Referência Debian:

* ou use: apt-get install debian-reference-pt-br

Como usar o APT:

Manual de Segurança Debian:

Alertas de segurança:

Assinatura do anúncio de atualizações de segurança:

Assinatura do Debian News pt_BR:

RSS do Debian.News:

Fórum Debian:

Artigos que recomendo:

O excelente Guia do Debian em Desktops, de autoria de Carlos Morimoto:

Instalando o Debian Lenny Linux, de autoria de Percival. F. Jr.:

Bem meus amigos, é isso aí, me desculpem a extensão deste artigo que começou como um favor a um amigo [Fábio Farias aqui do VOL e que resolvi estender a toda comunidade, fiquem com Deus!

Agora e mais do que nunca não faltam motivos para que ao menos experimentem essa distribuição maravilhosa chamada Debian GNU/Linux.

Fonte: http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Obtendo-diferentes-versoes-do-Debian-GNU-Linux/

    28 de set. de 2010

    TDF: Libreoffice é OpenOffice e BrOffice

    Reproduzo aqui a recente notícia divulgada pela "comunidade de voluntários que desenvolve e promove o OpenOffice.org" , a criação da fundação independente, TDF - The Document Foundation , "como uma alternativa ao OpenOffice.org e vai coordenar e supervisionar o desenvolvimento do software". Na prática, um rompimento com a Oracle, proprietária da marca OpenOffice.org, e a continuidade de um produto de qualidade superior mantendo a liberdade inicial do Projeto, como foi durante os 10 anos de sucesso e convivência com a Sun Microsystems, fundadora e principal patrocinadora.
    Leia abaixo o texto divulgado no site BrOffice:


    Comunidade OpenOffice.org cria fundação independente para continuar o desenvolvimento da suíte de escritório livre

    Com apoio de gigantes da Tecnologia da Informação, líderes mundiais do projeto OpenOffice.org passam a desenvolver a suíte de forma independente. BrOffice.org – Projeto Brasil faz parte da fundação.

    A comunidade de voluntários que desenvolve e promove o OpenOffice.org, a suíte de escritório livre líder do mercado, anuncia uma grande mudança na estrutura do projeto. Depois de 10 anos de sucesso com a Sun Microsystems como fundadora e principal patrocinadora, o projeto lança uma fundação independente chamada “The Document Foundation” (TDF). A Fundação escolheu a marca LibreOffice, internacionalmente, como uma alternativa ao OpenOffice.org e vai coordenar e supervisionar o desenvolvimento do software.
    O objetivo é ter maior independência na decisão sobre os rumos do projeto internacional, alinhando-o às necessidades de instituições e pessoas que já usam o aplicativo. Já os usuários brasileiros continuarão utilizando o BrOffice.org, cuja marca permanecerá a mesma. Ao integrar-se no esforço de desenvolvimento da The Document Foundation, o projeto brasileiro continua com o mesmo foco: desenvolver o melhor pacote de aplicativos livre para o Brasil.
    Uma versão beta, baseada no OpenOffice.org 3.3, com alguns acréscimos, já está disponível para download no site: http://www.libreoffice.org. Desenvolvedores serão convidados a participar do projeto e a contribuir com desenvolvimento do código fonte, bem como tradução, teste, documentação e suporte.
    A Oracle, que permaneceu com os ativos do OpenOffice.org, em consequência da compra da Sun Microsystems, foi convidada a participar da nova Fundação, e a doar a marca para a comunidade. Enquanto a The Document Foundation aguarda essa decisão, a marca a ser adotada é “LibreOffice”. A fundação contará com apoios de gigantes mundiais de TI, como a Canonical, Google, Novell, Red Hat e Open Source Initiative.
    The Document Foundation apoia o ODF (Open Document Format), e está disposta a trabalhar junto com a OASIS para a próxima evolução da norma ISO”, disse Charles Schulz, membro do Conselho da Comunidade e líder da Confederação de línguas nativas. “The Document Foundation traz para mesa o ponto de vista dos desenvolvedores, apoiadores e usuários, e isso pode acelerar o processo de adoção do ODF nas diversas instâncias governamentais e empresariais".
    Conforme o coordenador geral da BrOffice.org, Claudio Ferreira Filho, a novidade é animadora: "A BrOffice.org - Projeto Brasil em nome da comunidade BrOffice.org sente-se orgulhosa de ser parte integrante da The Document Foundation. Nosso país já possui importantes investimentos no Open Document Format e nas ferramentas de software que o suportam. Apoiamos a The Document Foundation em sua missão e visão e estamos prontos para juntar forças ao processo de desenvolvimento do LibreOffice e BrOffice.org", afirma Claudio Ferreira Filho.
    Olivier Hallot, integrante do Conselho Diretor da TDF e Diretor da BrOffice.org Projeto Brasil, afirma: “O objetivo maior é preservar a qualidade do nosso produto, honrando o compromisso que firmamos com instituições e usuários que utilizam a suíte. É também uma garantia de continuidade e inovação para gestores que planejam adotar o aplicativo e o formato ODF para documentos”.
    Declarações de lideranças internacionais
    Falando em nome dos grupos de usuários, Sophie Gautier – uma veterana colaboradora da comunidade e antiga mantenedora do projeto de localização da língua francesa – declarou: “Acreditamos que a Fundação é um passo importante para a evolução da suíte, porque libera o desenvolvimento do código e a evolução do projeto das restrições representadas pelos interesses comerciais de uma única empresa. Defensores do software livre ao redor do mundo têm a oportunidade extraordinária de juntar-se ao grupo, como membros fundadores, para escrever um novo capítulo na história do software livre", afirma Gautier.
    Chris DiBona, Gerente de programas de código aberto do Google Inc., comentou o seguinte: “A criação da Fundação é um importante passo para incentivar um maior desenvolvimento das suítes de escritórios de código aberto. O Google se orgulha de ser um apoiador da Fundação e de participar deste projeto”.
    “Viva o LibreOffice”, disse Markus Rex, Vice-Presidente Sênior e Gerente Geral de Soluções de Plataforma Aberta da Novell. “Estamos ansiosos para trabalhar com a TDF para ajudar a desenvolver uma sólida oferta de software de documentos de código fonte aberto. Finalmente, nós esperamos que o LibreOffice faça, para o mercado de produtividade para escritórios, o que o Mozilla Firefox tem feito para os navegadores".
    Jan Wildeboer, EMEA Open Source Affairs da Red Hat, comentou: "Em todo o mundo, os usuários, empresas e governos estão migrando para soluções verdadeiramente livres baseadas em padrões abertos. O LibreOffice fornece o elo que faltava, e quanto a Red Hat, estamos orgulhosos em aderir a este esforço ".
    Mark Shuttleworth, fundador e acionista majoritário da Canonical, fabricante do Ubuntu, declarou: "Software de produtividade para escritórios é um componente fundamental. O Projeto Ubuntu terá o prazer de incluir o LibreOffice em versões futuras do Ubuntu. O gerenciamento do LibreOffice pela Fundação fornece aos desenvolvedores do Ubuntu um fórum eficaz para a colaboração em torno do código que faz do Ubuntu uma solução efetiva para computador em ambientes de escritório".
    "O Open Source Initiative tem observado uma nova tendência de comunidades colaborativas para software de código aberto", disse Simon Phipps, diretor da Open Source Initiative."Saudamos a iniciativa da Fundação e estamos ansiosos para a inovação que ela é capaz de conduzir, com uma comunidade verdadeiramente aberta, reunida em torno de um software livre em comum, no melhor espírito de software de código aberto".
    O que é a The Document Foundation
    The Document Foundation é uma Fundação meritocrática, independente e autônoma criada por lideres da antiga Comunidade OpenOffice.org. Eles continuam a desenvolver na Fundação, os dez anos de trabalho dedicado pela comunidade OpenOffice.org. A TDF foi criada na convicção de que uma fundação independente, é o ajuste adequado aos valores de aberturas essenciais da Comunidade, transparência e valorização das pessoas pela sua contribuição. Está aberta a qualquer pessoa que concorde com os nossos valores fundamentais e contribua com as nossas atividades, e congratula-se com a participação das empresas, por exemplo, através do patrocínio de pessoas para trabalhar como iguais ao lado de outros colaboradores da comunidade.
     

    28 de jun. de 2010

    Pre-Alpha MeeGo for tablets demo

    Intel divulga no YouTube o novo Meego, plataforma baseada no Linux para tablets. O vídeo é curto, 3 min, mas permite antever como o sistema está excelente, apesar de pré-alpha. A aprsentação é do sistema operacional Meego 1.1 usando um tablet multitouch. O Meego disputará mercado com outros sistemas para tablets baseados em Linux. A Canonical, mantenedora do sitema operacional Ubuntu Linux, também afirmou, recentemente que pretende lançar uma versão, o Ubuntu Unity, para dispositivos similares.

    3 de jun. de 2010

    Microsoft, o Bonde da história e o Google Chrome OS

    Com a aproximação do lançamento do Google Chrome OS, o avanço da Apple com suas novidades e o Linux se tornando cada vez mais atraente a discussão em torno do sistema operacional mais utilizado no mundo, sim este mesmo, o janelas, e de sua qualidade e exclusiva necessidade estão vindo à tona. Flamers wars de lado, a realidade é simples de se observar, o pessoal de Redmond perdeu o bonde da história, se acomodou nos louros da vitória dos anos 90 e agora tenta desesperadamente impedir o inexorável, a perda de market share. O processo é lento mas constante e vai aos poucos redefinir o mercado. Acredito que em um futuro breve não teremos mais monopólios, pelo simples motivo de que o desktop como o conhecemos hoje, graças a Microsoft diga-se de passagem, já não será soberano no mundo da TI, aliás já não é, imagina daqui uns dez anos?
    Tio Bill para sempre terá o mérito de colocar um computador com Windows em cada lar, o que na época o pessoal da IBM e da Xerox não conseguiram enxergar, foi isso que fez ele decolar como um foguete. Mas, tem sempre um mas, ao chegar nas alturas cometeu o mesmo erro que os antigos e não percebeu que a web avançava e que um grupo diferente de geeks estava imaginando uma grande reviravolta no uso do computador pessoal, mas ainda, estavam imaginando o computador pessoal acompanhar o indivíduo onde ele fosse, mobilidade, depois juntaram a isso um antigo conceito remodelado, que chamaram de cloud computing, o velho sistema de terminais burros ligados a um maiframe, só que agora não tão burros assim e com muito mais poder e velocidade em um Sistema Operacional rápido, leve, simples e seguro enfiado num hardware homologado, tudo o que o velho Windows nunca conseguiu ser e ainda hoje, mesmo com o aceitável Sevem, não consegue ser. Existe uma tentativa com o Windows Phone 7, para compensar o fracasso do Windows Mobile, mas mesmo assim com tudo isso eles não estão conseguindo acompanhar, a Microsoft não tem nada parecido com o Google Chrome OS!
    Tio Bill e seu fiel escudeiro Monkey não souberam perceber e muito menos acompanhar e quando acordaram o bonde já tinha partido.  Agora é tentar errar menos e criar algo que os deixe pelo menos participar da competição. Eu estou torcendo para que eles lá em Redmond consigam, gosto de ver concorrência, me agrada a idéia de vários sistemas competindo, isso faz com que os programadores fiquem mais criativos e os CEO's, as Softwares Houses e os fabricantes de hardware mais criativos também, assim todos nós crescemos e a ciência vai mais longe para benefício de todos.
    Agora para finalizar reproduzo um texto bastante interessante publicado na IDG NOW que me fez escrever este post. Boa leitura!

    A Microsoft morreu. Viva a Googapple

    (http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2010/06/03/a-microsoft-morreu-vida-longa-a-googapple)

    Por Robert X. Cringely, da InfoWorld/EUA
    Publicada em 03 de junho de 2010 às 07h00
    Atualizada em 03 de junho de 2010 às 10h08


    A dona do Windows pode dominar o desktop, mas Google e Apple deverão abocanhar todo o resto.

    Tive recentemente uma experiência que resume tudo que há de errado com a Microsoft e por que ela está sendo arrastada rapidamente para a Lixeira da história.

    Eu tenho um laptop com Vista e, como aprendi recentemente, não tenho poder sobre ele. (Só de dizer isso, eu me sinto como se fizesse parte de um grupo de autoajuda. Mas isso é outra história.) Alguns meses atrás, o Vista foi para o ralo e eu tive de restaurá-lo, usando a opção Backup de Daddos Automático do meu notebook Gateway.

    De fato, isso funcionou. O Vista rodou novamente, mas ficou meio esquisito. E a razão para isso foi que o backup de dados tomou quase a metade do disco rígido de 80 GB do meu notebook. Eu fiquei com duas cópias completas de tudo. Com isso, sobrou pouco para guardar dados ou compensar o apetite insaciável do Vista por memória cache.

    Depois de algumas semanas eu não pude suportar mais o passo de tartaruga do meu laptop e decidi apagar o backup, que consistia basicamente de programas que eu não usava mais e de uma cópia completa do Windows Vista.

    Apagar os programas sem uso foi fácil. Já apagar o Vista, ou qualquer parte dele, como o Internet Explorer, o Windows Calendar ou o Windows Defender, foi impossível.

    Minha máquina tinha cerca de 20 GB de arquivos no backup da pasta Windows, e 15 minutos depois eu recebi a mensagem “Você não tem permissão para executar esta ação”. Gostaria de tentar novamente? Claro. E a mesma coisa aconteceu, tentativa após tentativa.



    Eu tinha direitos administrativos sobre este laptop. Sou seu único usuário. Mas isso não foi bom o bastante para a Microsoft. Eu não mereci a confiança plena do sistema, só para que não tentasse fazer algo estúpido, mesmo que eu soubesse que aquilo não era totalmente estúpido e eu é quem tinha pago pelo laptop.

    Certamente, pensei, isto é algum tipo de bug – mas não. Uma busca por “você não tem permissão” devolveu entradas nos vários (e na na maioria inúteis) fóruns de suporte da Microsoft, provando que isso era, na verdade, um recurso. A Microsoft fez isso de propósito.

    É possível restaurar a permissão para controlar os arquivos no laptop que eu, ao menos em teoria, possuo. No entanto, o processo para me dar permissão para apagar arquivos - em outras palavras, o poder para ter “controle total” sobre eles - é completamente insano. Requer viagens ao prompt de comando e uma cadeia de instruções DOS que eu não usava desde que o Windows 3.0 era um bebê, seguido por reboots e múltiplas visitas às várias abas da caixa de diálogo de Propriedades Avançadas de Segurança do Windows Explorer.

    Eu vou poupá-los, e a mim também, da agonia de repetir detalhes feios, mas você poderá encontrar alguns deles aqui.

    Depois de não ter nenhuma ajuda do “suporte” online da Microsoft, eu enviei um apelo por ajuda pelo Twitter. Minhas preces foram atendidas pelo velho amigo e blogueiro da ZDnet Ed Bott - que dedicou seu tempo fora do trabalho para escrever o livro “Microsoft Office 2010 Inside Out”, a ser lançado em agosto - para me guiar através do pântano. Levou apenas quatro horas até que eu pudesse finalmente apertar o botão Delete e realmente apagar alguma coisa. Glória.



    Ed é muito mais amistoso com a Microsoft do que eu. Ele escreveu uma dúzia ou mais de livros para a Microsoft Press, e eu acho que você deveria comprar todos. (Faça isso agora – eu espero.) Ele culpa a Gateway por atribuir tal nível de segurança para um backup do Windows. E eu culpo a Microsoft por inventar este processo insano, em primeiro lugar.

    Esta é a Microsoft, em resumo. Seu maior problema é que as pessoas que trabalham lá pensam como engenheiros. E engenheiros tendem a dividir o mundo em dois campos: a) outros engenheiros; e b) pessoas muito estúpidas para merecerem confiança. Assim, tudo no Windows é ou insanamente condescendente e repetitivo ou completamente incompreensível. Não há meio termo. E o Vista, com seus Controles de Conta de Usuário e processos arcanos de permissão, é a última expressão dessa dicotomia.

    A Apple, em contraste, tem engenheiros aos montes, mas a empresa não pensa como um. Ela pensa como Steve Jobs, que mais que qualquer outro CEO do planeta tem uma sensibilidade inata para descobrir o que provoca respostas nas pessoas. A Google tem, também, muitos engenheiros e, embora tenha uma imagem bastante geeky, ela entende o que as pessoas querem: velocidade e simplicidade, acima de tudo.

    É por isso que o futuro pertence à Apple e à Google, e por que a Microsoft está morta. Oh, claro, a Microsoft vai dominar os desktops e os softwares corporativos por vários anos pela frente. Mas perdeu a corrida no espaço que foge ao desktop, um mercado que abrange tudo que não está no desktop ou em seus substitutos, como um notebook – em outras palavras, os outros 90%. Mesmo se Ballmer cair vítima de algum tipo de golpe de estado interno (sempre há esperanças), ela nunca dominará qualquer novo mercado novamente. Seu fim chegou.

    Eu tenho esperanças que seja assim. E você?
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    12 de mai. de 2010

    LinuxCon Brazil com Linus Torvalds

    Notícia divulgada no site Notícias Linux e reproduzida aqui.

    O criador do kernel Linux finalmente conhecerá as terras de além mar e provavelmente perceberá como os Brasileiros são empolgados e dedicados com o sistema GNU/Linux. O evento acontecerá na LinuxCon Brasil 2010, de 31 de Agosto a 1 de Setembro, no Sheraton World Trade Center, em São Paulo.

    No Notícia Linux foi divulgado assim:

    A Linux Foundation, organização sem fins lucrativos dedicada a acelerar o crescimento do Linux, anunciou hoje que está expandindo sua principal conferência Linux, a LinuxCon, ao Brasil. A LinuxCon Brazil acontecerá de 31 de agosto a 1 de setembro de 2010 em São Paulo, Brasil.

    Pré-inscrições abrem hoje, assim como a Chamada para Participação (Call for Participation - CFP). Para inscrever-se e/ou submeter um tópico para consideração, por favor visite o site da LinuxCon Brasil.

    O Brasil por um longo tempo tem sido reconhecido como um dos países com maior crescimento em adoção de Linux. O governo Brasileiro foi um dos primeiros a subsidiar PCs baseados em Linux para seus cidadãos com o PC Conectado, uma iniciativa de computador livre de impostos lançada em 2003. Quase uma década depois, o Linux está em passo acelerado tanto em adoção por empresas quanto sua funcionalidade ao redor do mundo. A ativa e conhecedora comunidade brasileira de usuários de Linux, desenvolvedores e executivos trazem uma importante perspectiva ao processo de desenvolvimento e ao futuro do Linux.

    "O Brasil lidera muitos outros países em sua adoção de Linux e é uma crescente base de desenvolvimento. A hora é apropriada para levar a mais importante conferência Linux da indústria ao Brasil", disse Jim Zemlin,diretor executivo da "The Linux Foundation". "A LinuxCon Brasil irá prover um fórum neutro no qual os interessados de toda parte do país podem unir-se à comunidade do kernel e comunidades de negócios globais para avançar a plataforma."

    Palestrantes confirmados para a LinuxCon Brasil incluem o criador do Linux, Linus Torvalds, e o líder de manutenção do Linux, Andrew Morton, que juntos apresentarão a discussão central sobre o futuro do Linux, moderada por Jim Zemlin, da "The Linux Foundation".

    Outros palestrantes confirmados incluem:
    • James Bottomley, distinto engenheiro da Novell e mantenedor do subsistema SCSI no Linux Kernel, o port "Linux Voyager" e o driver 53c700;
    • Jon Corbet, desenvolvedor do Linux kernel e editor da Linux Weekly News (LWN - http://www.lwn.net);
    • Thomas Gleixner, mantenedor da arquitetura Intel (x86);
    • Ian Pratt, arquiteto-chefe do projeto Xen, presidente da xen.org e vice-presidente da Citrix; e
    • Ted Ts’o, primeiro desenvolvedor norte-americano no Linux kernel e funcionário do Google.

    Com apoio em nível "platinum" através dos patrocinadores Globo.com e Intel, Caixa e Locaweb como patrocinadores "gold", e 4Linux e Citrix como patrocinadores "silver", a LinuxCon Brasil trará uma união única de desenvolvedores-chave, administradores, usuários, gerentes comunitários e experts da indústria. Esta foi desenvolvida para encorajar colaboração e apoiar futura interação entre o Brasil e o restante da comunidade global de Linux. A conferência incluirá apresentações, tutoriais e sessões informais ("birds of a feather") que seguem trilhas para desenvolvimento, operações de TI e negócios.

    Eventos da Linux Foundation proveem a desenvolvedores, experts em operações de TI, usuários finais e executivos da indústria com fórum neutro (sem relação a empresas específicas) e sem fins lucrativos no qual colaboração e educação avançam o conhecimento e aceleram o avanço do Linux. Os eventos proveem uma plataforma para revelação e discussão de novos desenvolvimentos em torno de Linux e software livre em geral. Para obter mais informações sobre todos os eventos da Linux Foundation, por favor visite: http://events.linuxfoundation.org


    Sobre a Linux Foundation:
    The Linux Foundation é um consórcio com fins não-lucrativos dedicado a promover o crescimento do Linux. Fundada em 2007, a Linux Foundation patrocina o trabalho do criador do Linux, Linus Torvalds, e é apoiada por desenvolvedores e empresas líderes em Linux e software livre ao redor do mundo. A Linux Foundation promove, protege e padroniza o Linux através de grupos de trabalhos, eventos e recursos online tais como o http://www.linux.com. Para mais informações, por favor visite o site da Linux Foundation: http://www.linuxfoundation.org

    Inscrições:
    Inscrições: Events Linux Foundation.org
    Call For Participation: Events Linux Foundation.org - cfp
    Site da LinuxCon Brazil: Linuxcon Brazil

    Fonte: Linux Foundation.org Announces

    11 de mai. de 2010

    Ubuntu Light, a Web em 7 segundos!

    Notícia divulgada no Terra tecnologia, reproduzida abaixo.

    A Canonical apresentou nesta segunda-feira um preview do Ubuntu Light, nova versão de sua distribuição Linux que será embutida em desktops e notebooks de diversos fabricantes. Projetado como um concorrente de sistemas como o SplashTop, da DeviceVM, o Ubuntu Light terá como principais características uma nova interface otimizada para as telas de baixa resolução dos netbooks e tempo de boot reduzido, estimado em apenas sete segundos.
    A interface, batizada de Unity Shell, usa uma barra de ícones na lateral esquerda da tela, com atalhos para aplicativos já instalados e programas abertos. A barra de menus dos programas será unificada e exibida no topo da tela, como no Mac OS, e os ícones de controle das janelas (fechar/maximizar/minimizar) poderão ser acompanhados por indicadores como controles de volume e de sinal Wi-Fi.
    De acordo com o site Liliputing, uma das principais características do Ubuntu Light será a incapacidade de instalar ou remover novos programas. O sistema não será apresentado como um substituto do Windows, mas sim como um complemento, oferecendo aos usuários uma forma rápida de acessar a internet e e-mail sem ter de esperar o sistema operacional de Redmond carregar.
    O Ubuntu Light, que estará disponível apenas aos fabricantes de equipamentos, não deve ser confundido como o Ubuntu Netbook Remix, que continua sendo uma versão "completa" do Ubuntu, mas utilizará a mesma interface Unity otimizada. Segundo Mark Shuttleworth, o Ubuntu Light já está disponível aos OEMs a partir de hoje. Já a interface Unity será integrada ao Ubuntu Netbook Remix a partir da próxima versão do Ubuntu, a 10.10, prevista para Outubro deste ano.


    O certo é que a Canonical não está de brincadeira e a cada dia observamos como o Ubuntu tem se mostrado forte, estável e simples de usar, sem deixar de lado a elegância, principalmente com o lançamento no final de abril de sua nova versão. O Ubuntu Light chega para se infiltrar onde Redmond não está tendo competência para tal, na verdade vejo a Microsoft hoje na mesma posição da IBM quando Bill Gates criou a Microsoft e o Windows, enorme, lenta e sem inovação de verdade. Atualmente poucas empresas conseguem inovar, uma delas é a Google, outra que causa frenesi antes mesmo de lançar um produto novo é a Apple, pelo que estamos vendo a Canonical tem seguido os passos destas duas vencedoras no que se propõe a realizar e aos poucos vem conquistando pessoas, empresas e instituíções criando um "ecossistema" favorável.
    Colocar um sistema embutido num computador com Windows já instalado, mas que demora para inicializar e consome muitos recursos, pode se transformar em um fantasma para o pessoal de Redmond, como opção para se acessar a web rapidamente. Para nós meros mortais, resta esperar e observar.