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8 de nov. de 2011

Fedora 16

Fedora 16 “Verne”, foi lançado hoje, 08/11/2011, terça. O Fedora 16 vem com versões atualizadas dos principais componentes do sistema operacional : GNOME 3.2, KDE 4.7, Sugar 0.94, Pearl 5.14, GHC 7.0.4, GRUB 2. As opções de desktop são GNOME 3.2, KDE 4.7, XFCE, LXDE, distribuidas em versões separadas de 32 ou 64 bits numa imagem ISO que cabe dentro de um cd-r.
Recomenda-se fazer a atualização direto pelo desktop, não sendo possível utilizar a mídia física para atualizar.



FAQ do Fedora 16 codinome Verne encontra-se disponível. Acesse agora mesmo:

FAQ do Fedora 16 em português


Para ver mais detalhes visite o site :


7 de abr. de 2011

GNOME 3.0 lançado: melhor para os usuários, desenvolvedores

Hoje ( ontem 06/04/2011), o projeto GNOME Desktop lançou o GNOME 3.0, o seu redesenho proporciona uma experiência mais significativa com o computador em nove anos. Uma interface de usuário nova e revolucionária e novas funcionalidades para os desenvolvedores fazem deste um momento histórico para o ambiente de trabalho livre e de código aberto.


"Usuários e fãs do GNOME tem planejado mais de uma centena de festas de lançamento em todo o mundo. Os usuários podem baixar o GNOME 3 de http://gnome3.org e experimentá-lo imediatamente, ou esperar pelas distribuições ao longo dos próximos meses. GNOME 3 continua a avançar para novas fronteiras de interação do usuário".


Para saber mais acesse a página com a oficial do projeto onde a notícia foi feita:


http://www.gnome.org/press/2011/04/gnome-3-0-released-better-for-users-developers-3/

11 de mar. de 2011

Ubuntu 11.04 "Natty Narwhal" - Alpha 3 - Imagens

Ubuntu 11.04 days to go

Resolvi baixar e usar o Ubuntu 11.04 "Natty Narwhal"  - Alpha 3, na sua versão Desktop Edition - Live CD. Abaixo algumas imagens com o Unity em ação.




Para saber mais sobre o Ubuntu 11.04 Natty Narwhal - Alpha 3 clique aqui

Para conhecer a Agenda de Divulgação clique aqui

Página oficial do projeto: http://www.ubuntu.com/

Página no Brasil: http://www.ubuntu-br.org/

12 de jan. de 2011

Obtendo diferentes versões do Debian GNU/Linux

Este artigo foi originalmente escrito pelo Edinaldo P. Silva no site "Viva o Linux - VOL". Gostei muito do artigo e entrei em contato com o autor pedindo sua autorização para publicar/divulgar aqui, ajudando assim a esclarecer mais um pouco as pessoas interessadas sobre o estável e poderoso Debian GNU/Linux.
Não acrescentei nem retirei nada, apenas reproduzo o conteúdo original. Boa Leitura!

Introdução

Diz a página principal do projeto Debian:


O que é o Debian?

O Debian é um sistema operacional (SO) livre para seu computador. Um sistema operacional é um conjunto de programas básicos e utilitários que fazem seu computador funcionar. O Debian usa o kernel (núcleo de um sistema operacional), Linux, mas a maior parte das ferramentas do SO vêm do projeto GNU; daí o nome GNU/Linux.

O Debian GNU/Linux é mais que um simples SO: ele vem com mais de 25000 pacotes contendo softwares pré-compilados e distribuídos em um bom formato, que torna fácil a instalação deles na sua máquina.
  Para maiores detalhes sobre essa maravilhosa e importante distribuição Linux, sugiro a leitura do clássico artigo de autoria de Percival F. Jr.:

O Debian estável

Lançado em 14 de Fevereiro de 2009, o Debian Lenny é a versão 5.0 do Debian Stable e atualmente já encontra-se no seu sétimo update, ou seja, a versão 5.0.7 lançada em 27 de Novembro de 2010.

Fontes: 

A versão em DVDs

Ambas as versões nos oferecem 5 DVDs e 1 DVD de updates.

amd64: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/iso-dvd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/iso-dvd/MD5SUMS

i386: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/iso-dvd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/iso-dvd/MD5SUMS 
* o DVD1 é mais do que o suficiente para termos o necessário no que se refere a ambiente Desktop.

* No Debian Stable não existe o Snapshot semanal (Weekly Build) ou o Build diário (Daily Build), justamente porque o foco dessa versão é a estabilidade.

* Caso precisem usar softwares mais atuais sem precisar migrar para o Debian Testing, acrescentem o Debian Lenny Backports e o recém-criado Debian Lenny Sloopy Backports. Assim estarão disponíveis versões mais atualizadas do kernel Debian, Iceweasel, BrOffice entre outros. 
Fontes:
Os torrents:

Para o caso dos torrents, os MD5Sums são os mesmos das mídias citadas acima, somente o método de download que difere.

Em CDS:

amd64: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/bt-cd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/iso-cd/MD5SUMS

i386: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/bt-cd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/iso-cd/MD5SUMS

Em DVDs:

amd64: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/bt-dvd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/iso-dvd/MD5SUMS

i386: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/bt-dvd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/iso-dvd/MD5SUMS

Baixando com o Jigdo [http://atterer.org/jigdo/]

Esse é um método que baixei somente uma vez, sou adepto do 'wget -c -T0' que atende plenamente às minhas necessidades, caso alguém se interesse, abaixo estão os links.

Em CDs:

amd64: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/jigdo-cd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/jigdo-cd/MD5SUMS

i386: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/jigdo-cd/
md5:http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/jigdo-cd/MD5SUMS

Em DVDs:

amd64: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/jigdo-dvd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/jigdo-dvd/MD5SUMS

i386: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/jigdo-dvd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/jigdo-dvd/MD5SUMS

* para maiores informações sobre esse método, visitem os seguintes endereços:


O Debian Testing

Como o Debian Testing funciona?

Segundo a sua página principal [http://www.debian.org/devel/testing]: 
A distribuição "testing" é uma distribuição gerada automaticamente. Ela é gerada da distribuição instável ("unstable") por um conjunto de scripts que tentam mover pacotes que provavelmente não possuem bugs críticos ao lançamento ("release-critical"). Eles o fazem de modo a garantir que as dependências dos outros pacotes na "testing" sempre possam ser satisfeitas.
Ainda não lançado, o atual Debian Testing [http://www.debian.org/releases/testing/] e próximo Stable, codinome Squeeze, encontra-se no estágio 'freezing' de pacotes, onde somente são realizadas correções de bugs, melhorias de código e só recebe atualizações de segurança.
O Debian Squeeze possui uma variedade de mídias disponíveis, desde a muito estável versão beta1 do seu instalador, passando pelas mídias da Weekly Build e por fim das Daily Builds contruídas diariamente com pacotes do Debian SID/Unstable, vamos a elas.


CD NetInstall

Meu método preferido de instalação, o NetInstall nos permite realizar uma instalação personalizada, sem os incômodos de ter um sistema inchado após sua instalação.

amd64: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/amd64/iso-cd/debian-squeeze-di-beta1-amd64-netinst.iso
md5: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/amd64/iso-cd/MD5SUMS

i386: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/i386/iso-cd/debian-squeeze-di-beta1-i386-netinst.iso
md5: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/i386/iso-cd/MD5SUMS 


CDs tradicionais

56! Vejam a quantidade de CDs disponíveis para o Squeeze: 56 CDs! Tal como na versão do Debian Lenny, O 1º CD vem com Gnome, há a versão pra KDE, outra para XFCE/LXDE, o BusinessCard e o NetInstall que já indiquei acima.

amd64: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/amd64/iso-cd/
md5: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/amd64/iso-cd/MD5SUMS

Para a versão i386 o total é de 57 CDs, pouco não é mesmo?

i386: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/i386/iso-cd/
md5: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/i386/iso-cd/MD5SUMS



* a maior vantagem de usar uma dessas mídias acima é porque foram muito testados, para se ter uma ideia, a versão anterior do instalador (Alpha1) é de 16 Fev 2010, estas (Beta1) foram lançadas em 27 Out 2010.

Debian Testing Weekly Build (Snapshot Semanal)

Para aqueles que gostam de correr riscos, nem tanto... isso não é... deixa pra lá!

CDs:

São 54 CDs disponíveis do Snapshot semanal.

amd64: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/amd64/iso-cd/
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/amd64/iso-cd/MD5SUMS.large

São 56 CDs disponíveis do Snapshot semanal para a arquitetura i386.

i386: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/i386/iso-cd/
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/i386/iso-cd/MD5SUMS.large

DVDS:

São 8 DVDs disponíveis para ambos os casos.

amd64: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/amd64/iso-dvd/
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/amd64/iso-dvd/MD5SUMS.large

i386: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/i386/iso-dvd/
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/i386/iso-dvd/MD5SUMS.large

Em torrents:

Como já dito acima, para os torrents é o mesmo caso das mídias citadas acima, exceto o método de download.

amd64: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/amd64/bt-cd/
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/amd64/iso-cd/MD5SUMS.large

i386: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/i386/bt-cd/
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/i386/iso-cd/MD5SUMS.large

* embora perfeitamente utilizável, é mais sujeita a erros, eu mesmo já tive problemas numas vezes e noutras não. Como o Squeeze está congelado e só recebendo correções de bugs e atualizações de segurança e nada de pacotes novos, talvez não se tenha problema algum usando esses CDs.

Maiores informações: 

Debian Testing Daily Build (build diário)

... com um pé no SID/Unstable, ai que medo! rsrsrsrs

Essas são as mídias mais atualizadas do Debian, geradas algumas vezes todo dia e diariamente, por isso são ainda mais suscetíveis a erros, é o CD NetInstall construído diariamente com os pacotes do Debian SID/Unstable. Como sempre fui abençoado, poucas vezes a sorte me deixou, seu uso é por conta e risco de quem a baixar e é um convite a entrar no mundo selvagem e hardcore do Debian SID.

Nesse caso existe somente a mídia NetInstall, é instalar (se com sucesso) e escolher a distro na qual se deseja utilizar: Squeeze/Testing ou SID/Unstable ou um misto do dois (não recomendo esse último caso).

amd64: http://cdimage.debian.org/cdimage/daily-builds/daily/arch-latest/amd64/iso-cd/debian-testing-amd64-netinst.iso
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/daily-builds/daily/arch-latest/amd64/iso-cd/MD5SUMS.small

i386: http://cdimage.debian.org/cdimage/daily-builds/daily/arch-latest/i386/iso-cd/debian-testing-i386-netinst.iso
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/daily-builds/daily/arch-latest/i386/iso-cd/MD5SUMS.small

Maiores informações: 
http://cdimage.debian.org/cdimage/daily-builds/


Onde obter ajuda?

Abaixo seguem alguns links que talvez possam interessar a novos e aos antigos usuários Debian.

Guia de instalação do Debian Lenny:

amd64: HTML: http://www.br.debian.org/releases/stable/amd64/index.html.pt_BR
PDF: http://www.br.debian.org/releases/stable/amd64/install.pdf.pt_BR
TXT: http://www.br.debian.org/releases/stable/alpha/install.txt.pt_BR

i386:
HTML: http://www.br.debian.org/releases/stable/i386/index.html.pt_BR
PDF: http://www.br.debian.org/releases/stable/i386/install.pdf.pt_BR
TXT: http://www.br.debian.org/releases/stable/i386/install.txt.pt_BR

Para as outras arquiteturas:

Guia de instalação do Debian Squeeze (em pt_PT):

amd64:
HTML: http://www.debian.org/releases/testing/amd64/index.html.pt
PDF: http://www.debian.org/releases/testing/amd64/install.pdf.pt
TXT: http://www.debian.org/releases/testing/amd64/install.txt.pt

i386:
HTTP: http://www.debian.org/releases/testing/i386/index.html.pt
PDF: http://www.debian.org/releases/testing/i386/install.pdf.pt
TXT: http://www.debian.org/releases/testing/i386/install.txt.pt

Versão em desenvolvimento do manual para o Debian Testing (pt_BR):

amd64:
HTML: http://d-i.alioth.debian.org/manual/pt_BR.amd64/index.html
PDF: http://d-i.alioth.debian.org/manual/pt_BR.amd64/install.pt_BR.pdf
TXT: http://d-i.alioth.debian.org/manual/pt_BR.amd64/install.pt_BR.txt

i386:
HTTP: http://d-i.alioth.debian.org/manual/pt_BR.i386/index.html
PDF: http://d-i.alioth.debian.org/manual/pt_BR.i386/install.pt_BR.pdf
TXT: http://d-i.alioth.debian.org/manual/pt_BR.i386/install.pt_BR.txt

* para as outras arquiteturas:
Debian Wiki:

Debian FAQ:

Debian Reference:

Debian Release Notes:

Guia de Bolso? [http://tangosoft.com/refcard/]:

Guia de Referência Debian:

* ou use: apt-get install debian-reference-pt-br

Como usar o APT:

Manual de Segurança Debian:

Alertas de segurança:

Assinatura do anúncio de atualizações de segurança:

Assinatura do Debian News pt_BR:

RSS do Debian.News:

Fórum Debian:

Artigos que recomendo:

O excelente Guia do Debian em Desktops, de autoria de Carlos Morimoto:

Instalando o Debian Lenny Linux, de autoria de Percival. F. Jr.:

Bem meus amigos, é isso aí, me desculpem a extensão deste artigo que começou como um favor a um amigo [Fábio Farias aqui do VOL e que resolvi estender a toda comunidade, fiquem com Deus!

Agora e mais do que nunca não faltam motivos para que ao menos experimentem essa distribuição maravilhosa chamada Debian GNU/Linux.

Fonte: http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Obtendo-diferentes-versoes-do-Debian-GNU-Linux/

    3 de jun. de 2010

    Microsoft, o Bonde da história e o Google Chrome OS

    Com a aproximação do lançamento do Google Chrome OS, o avanço da Apple com suas novidades e o Linux se tornando cada vez mais atraente a discussão em torno do sistema operacional mais utilizado no mundo, sim este mesmo, o janelas, e de sua qualidade e exclusiva necessidade estão vindo à tona. Flamers wars de lado, a realidade é simples de se observar, o pessoal de Redmond perdeu o bonde da história, se acomodou nos louros da vitória dos anos 90 e agora tenta desesperadamente impedir o inexorável, a perda de market share. O processo é lento mas constante e vai aos poucos redefinir o mercado. Acredito que em um futuro breve não teremos mais monopólios, pelo simples motivo de que o desktop como o conhecemos hoje, graças a Microsoft diga-se de passagem, já não será soberano no mundo da TI, aliás já não é, imagina daqui uns dez anos?
    Tio Bill para sempre terá o mérito de colocar um computador com Windows em cada lar, o que na época o pessoal da IBM e da Xerox não conseguiram enxergar, foi isso que fez ele decolar como um foguete. Mas, tem sempre um mas, ao chegar nas alturas cometeu o mesmo erro que os antigos e não percebeu que a web avançava e que um grupo diferente de geeks estava imaginando uma grande reviravolta no uso do computador pessoal, mas ainda, estavam imaginando o computador pessoal acompanhar o indivíduo onde ele fosse, mobilidade, depois juntaram a isso um antigo conceito remodelado, que chamaram de cloud computing, o velho sistema de terminais burros ligados a um maiframe, só que agora não tão burros assim e com muito mais poder e velocidade em um Sistema Operacional rápido, leve, simples e seguro enfiado num hardware homologado, tudo o que o velho Windows nunca conseguiu ser e ainda hoje, mesmo com o aceitável Sevem, não consegue ser. Existe uma tentativa com o Windows Phone 7, para compensar o fracasso do Windows Mobile, mas mesmo assim com tudo isso eles não estão conseguindo acompanhar, a Microsoft não tem nada parecido com o Google Chrome OS!
    Tio Bill e seu fiel escudeiro Monkey não souberam perceber e muito menos acompanhar e quando acordaram o bonde já tinha partido.  Agora é tentar errar menos e criar algo que os deixe pelo menos participar da competição. Eu estou torcendo para que eles lá em Redmond consigam, gosto de ver concorrência, me agrada a idéia de vários sistemas competindo, isso faz com que os programadores fiquem mais criativos e os CEO's, as Softwares Houses e os fabricantes de hardware mais criativos também, assim todos nós crescemos e a ciência vai mais longe para benefício de todos.
    Agora para finalizar reproduzo um texto bastante interessante publicado na IDG NOW que me fez escrever este post. Boa leitura!

    A Microsoft morreu. Viva a Googapple

    (http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2010/06/03/a-microsoft-morreu-vida-longa-a-googapple)

    Por Robert X. Cringely, da InfoWorld/EUA
    Publicada em 03 de junho de 2010 às 07h00
    Atualizada em 03 de junho de 2010 às 10h08


    A dona do Windows pode dominar o desktop, mas Google e Apple deverão abocanhar todo o resto.

    Tive recentemente uma experiência que resume tudo que há de errado com a Microsoft e por que ela está sendo arrastada rapidamente para a Lixeira da história.

    Eu tenho um laptop com Vista e, como aprendi recentemente, não tenho poder sobre ele. (Só de dizer isso, eu me sinto como se fizesse parte de um grupo de autoajuda. Mas isso é outra história.) Alguns meses atrás, o Vista foi para o ralo e eu tive de restaurá-lo, usando a opção Backup de Daddos Automático do meu notebook Gateway.

    De fato, isso funcionou. O Vista rodou novamente, mas ficou meio esquisito. E a razão para isso foi que o backup de dados tomou quase a metade do disco rígido de 80 GB do meu notebook. Eu fiquei com duas cópias completas de tudo. Com isso, sobrou pouco para guardar dados ou compensar o apetite insaciável do Vista por memória cache.

    Depois de algumas semanas eu não pude suportar mais o passo de tartaruga do meu laptop e decidi apagar o backup, que consistia basicamente de programas que eu não usava mais e de uma cópia completa do Windows Vista.

    Apagar os programas sem uso foi fácil. Já apagar o Vista, ou qualquer parte dele, como o Internet Explorer, o Windows Calendar ou o Windows Defender, foi impossível.

    Minha máquina tinha cerca de 20 GB de arquivos no backup da pasta Windows, e 15 minutos depois eu recebi a mensagem “Você não tem permissão para executar esta ação”. Gostaria de tentar novamente? Claro. E a mesma coisa aconteceu, tentativa após tentativa.



    Eu tinha direitos administrativos sobre este laptop. Sou seu único usuário. Mas isso não foi bom o bastante para a Microsoft. Eu não mereci a confiança plena do sistema, só para que não tentasse fazer algo estúpido, mesmo que eu soubesse que aquilo não era totalmente estúpido e eu é quem tinha pago pelo laptop.

    Certamente, pensei, isto é algum tipo de bug – mas não. Uma busca por “você não tem permissão” devolveu entradas nos vários (e na na maioria inúteis) fóruns de suporte da Microsoft, provando que isso era, na verdade, um recurso. A Microsoft fez isso de propósito.

    É possível restaurar a permissão para controlar os arquivos no laptop que eu, ao menos em teoria, possuo. No entanto, o processo para me dar permissão para apagar arquivos - em outras palavras, o poder para ter “controle total” sobre eles - é completamente insano. Requer viagens ao prompt de comando e uma cadeia de instruções DOS que eu não usava desde que o Windows 3.0 era um bebê, seguido por reboots e múltiplas visitas às várias abas da caixa de diálogo de Propriedades Avançadas de Segurança do Windows Explorer.

    Eu vou poupá-los, e a mim também, da agonia de repetir detalhes feios, mas você poderá encontrar alguns deles aqui.

    Depois de não ter nenhuma ajuda do “suporte” online da Microsoft, eu enviei um apelo por ajuda pelo Twitter. Minhas preces foram atendidas pelo velho amigo e blogueiro da ZDnet Ed Bott - que dedicou seu tempo fora do trabalho para escrever o livro “Microsoft Office 2010 Inside Out”, a ser lançado em agosto - para me guiar através do pântano. Levou apenas quatro horas até que eu pudesse finalmente apertar o botão Delete e realmente apagar alguma coisa. Glória.



    Ed é muito mais amistoso com a Microsoft do que eu. Ele escreveu uma dúzia ou mais de livros para a Microsoft Press, e eu acho que você deveria comprar todos. (Faça isso agora – eu espero.) Ele culpa a Gateway por atribuir tal nível de segurança para um backup do Windows. E eu culpo a Microsoft por inventar este processo insano, em primeiro lugar.

    Esta é a Microsoft, em resumo. Seu maior problema é que as pessoas que trabalham lá pensam como engenheiros. E engenheiros tendem a dividir o mundo em dois campos: a) outros engenheiros; e b) pessoas muito estúpidas para merecerem confiança. Assim, tudo no Windows é ou insanamente condescendente e repetitivo ou completamente incompreensível. Não há meio termo. E o Vista, com seus Controles de Conta de Usuário e processos arcanos de permissão, é a última expressão dessa dicotomia.

    A Apple, em contraste, tem engenheiros aos montes, mas a empresa não pensa como um. Ela pensa como Steve Jobs, que mais que qualquer outro CEO do planeta tem uma sensibilidade inata para descobrir o que provoca respostas nas pessoas. A Google tem, também, muitos engenheiros e, embora tenha uma imagem bastante geeky, ela entende o que as pessoas querem: velocidade e simplicidade, acima de tudo.

    É por isso que o futuro pertence à Apple e à Google, e por que a Microsoft está morta. Oh, claro, a Microsoft vai dominar os desktops e os softwares corporativos por vários anos pela frente. Mas perdeu a corrida no espaço que foge ao desktop, um mercado que abrange tudo que não está no desktop ou em seus substitutos, como um notebook – em outras palavras, os outros 90%. Mesmo se Ballmer cair vítima de algum tipo de golpe de estado interno (sempre há esperanças), ela nunca dominará qualquer novo mercado novamente. Seu fim chegou.

    Eu tenho esperanças que seja assim. E você?
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    11 de mai. de 2010

    Ubuntu Light, a Web em 7 segundos!

    Notícia divulgada no Terra tecnologia, reproduzida abaixo.

    A Canonical apresentou nesta segunda-feira um preview do Ubuntu Light, nova versão de sua distribuição Linux que será embutida em desktops e notebooks de diversos fabricantes. Projetado como um concorrente de sistemas como o SplashTop, da DeviceVM, o Ubuntu Light terá como principais características uma nova interface otimizada para as telas de baixa resolução dos netbooks e tempo de boot reduzido, estimado em apenas sete segundos.
    A interface, batizada de Unity Shell, usa uma barra de ícones na lateral esquerda da tela, com atalhos para aplicativos já instalados e programas abertos. A barra de menus dos programas será unificada e exibida no topo da tela, como no Mac OS, e os ícones de controle das janelas (fechar/maximizar/minimizar) poderão ser acompanhados por indicadores como controles de volume e de sinal Wi-Fi.
    De acordo com o site Liliputing, uma das principais características do Ubuntu Light será a incapacidade de instalar ou remover novos programas. O sistema não será apresentado como um substituto do Windows, mas sim como um complemento, oferecendo aos usuários uma forma rápida de acessar a internet e e-mail sem ter de esperar o sistema operacional de Redmond carregar.
    O Ubuntu Light, que estará disponível apenas aos fabricantes de equipamentos, não deve ser confundido como o Ubuntu Netbook Remix, que continua sendo uma versão "completa" do Ubuntu, mas utilizará a mesma interface Unity otimizada. Segundo Mark Shuttleworth, o Ubuntu Light já está disponível aos OEMs a partir de hoje. Já a interface Unity será integrada ao Ubuntu Netbook Remix a partir da próxima versão do Ubuntu, a 10.10, prevista para Outubro deste ano.


    O certo é que a Canonical não está de brincadeira e a cada dia observamos como o Ubuntu tem se mostrado forte, estável e simples de usar, sem deixar de lado a elegância, principalmente com o lançamento no final de abril de sua nova versão. O Ubuntu Light chega para se infiltrar onde Redmond não está tendo competência para tal, na verdade vejo a Microsoft hoje na mesma posição da IBM quando Bill Gates criou a Microsoft e o Windows, enorme, lenta e sem inovação de verdade. Atualmente poucas empresas conseguem inovar, uma delas é a Google, outra que causa frenesi antes mesmo de lançar um produto novo é a Apple, pelo que estamos vendo a Canonical tem seguido os passos destas duas vencedoras no que se propõe a realizar e aos poucos vem conquistando pessoas, empresas e instituíções criando um "ecossistema" favorável.
    Colocar um sistema embutido num computador com Windows já instalado, mas que demora para inicializar e consome muitos recursos, pode se transformar em um fantasma para o pessoal de Redmond, como opção para se acessar a web rapidamente. Para nós meros mortais, resta esperar e observar.