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30 de mar. de 2012

Ubuntu 12.04 “Precise Pangolin” LTS

The next version of Ubuntu is coming soon





O Ubuntu 12.04Precise Pangolin” teve seu segundo beta liberado hoje. O release de hoje, seguiu o calendário oficial de lançamento do Ubuntu 12.04.
Próximas datas:


  • 29 de março de 2012: lançamento da versão Beta 2;
  • 19 de abril de 2012: lançamento da versão Candidate;
  • 26 de abril de 2012: lançamento da versão final do Ubuntu 12.04 ”Precise Pangolin“.
O segundo beta do Ubuntu 12.04Precise Pangolin” com mais novidades, sendo a mais inportante a estabilidade.

A versão do Kernel Ubuntu é a 3.2.0-20.33, que é baseado no Kernel Linux 3.2.12. Apesar do lançamento do Kernel Linux 3.3 ter ocorrido a alguns dias, o mesmo não chegará na versão final do Ubuntu 12.04, mas pode ser instalado caso o usuário queira.

Outras novidades em termos de software podem ser vistas no wiki do Ubuntu 12.04Precise PangolinBeta 2.

Download do Ubuntu 12.04 “Precise Pangolin” Beta 2

Lembre-se que trata-se de uma versão beta, e por isso não deve ser usada em ambientes de produção. Ou seja: não use no seu computador pessoal. Use-o apenas em máquinas virtuais ou computadores de testes.
Dito isso, vamos aos downloads:
Para mais novidades sobre o segundo beta do Precise Pangolin ou suas variantes (Kubuntu, Xubuntu, Lubuntu…), você pode acessar o wiki do Ubuntu 12.04Precise PangolinBeta 2.

Fonte: ubuntubrsc



26 de out. de 2010

UbuntuOne: Excluí meu computador, e agora?

UbuntuOne é a tentativa da Canonical, patrocinadora e desenvolvedora do Ubuntu para oferecer computação em nuvem - cloud computing aos usuários do ubuntu.
Entretanto pode acontecer que em um dia agitado com sol a pino e as idéias confusas de repente você abre o aplicativo "Preferências do UbuntuOne"  clica na aba "Dispositivos" vai em "remover"  e pronto seu computador não sincroniza mais os arquivos, ele até tenta mas não vai passar disso, a única opção será usar o navegador e esquecer a facilidade da integração com o gerenciador de arquivos nautilus, certo? Errado! Existe uma solução bastante simple:

Usuários do Ubuntu 10.10 (Maverick)

1 - Abra Sistema-> Senhas e Chaves de Criptografia -> Senhas


2 - Botão direito do mouse sobre UbuntuOne e selecione excluir


3 - Abra Sistema-> Preferências-> Ubuntu One e ele deve pedir-lhe para voltar a adicionar a máquina


Usuários do Ubuntu 10.04 LTS (Lucid)

1 - Abra Aplicações-> Acessórios-> Senhas e chaves de criptografia


2 - Botão direito do mouse sobre a entrada "Ubuntuone token para https: / / ubuntuone.com /" e selecione "Excluir"


3 - Abra Sistema-> Preferências-> Ubuntu One e ele deve pedir-lhe para voltar a adicionar a máquina

Pronto, com poucos cliques e tudo volta ao normal.

Fonte: UbuntuOne FAQ (em inglês)

28 de set. de 2010

TDF: Libreoffice é OpenOffice e BrOffice

Reproduzo aqui a recente notícia divulgada pela "comunidade de voluntários que desenvolve e promove o OpenOffice.org" , a criação da fundação independente, TDF - The Document Foundation , "como uma alternativa ao OpenOffice.org e vai coordenar e supervisionar o desenvolvimento do software". Na prática, um rompimento com a Oracle, proprietária da marca OpenOffice.org, e a continuidade de um produto de qualidade superior mantendo a liberdade inicial do Projeto, como foi durante os 10 anos de sucesso e convivência com a Sun Microsystems, fundadora e principal patrocinadora.
Leia abaixo o texto divulgado no site BrOffice:


Comunidade OpenOffice.org cria fundação independente para continuar o desenvolvimento da suíte de escritório livre

Com apoio de gigantes da Tecnologia da Informação, líderes mundiais do projeto OpenOffice.org passam a desenvolver a suíte de forma independente. BrOffice.org – Projeto Brasil faz parte da fundação.

A comunidade de voluntários que desenvolve e promove o OpenOffice.org, a suíte de escritório livre líder do mercado, anuncia uma grande mudança na estrutura do projeto. Depois de 10 anos de sucesso com a Sun Microsystems como fundadora e principal patrocinadora, o projeto lança uma fundação independente chamada “The Document Foundation” (TDF). A Fundação escolheu a marca LibreOffice, internacionalmente, como uma alternativa ao OpenOffice.org e vai coordenar e supervisionar o desenvolvimento do software.
O objetivo é ter maior independência na decisão sobre os rumos do projeto internacional, alinhando-o às necessidades de instituições e pessoas que já usam o aplicativo. Já os usuários brasileiros continuarão utilizando o BrOffice.org, cuja marca permanecerá a mesma. Ao integrar-se no esforço de desenvolvimento da The Document Foundation, o projeto brasileiro continua com o mesmo foco: desenvolver o melhor pacote de aplicativos livre para o Brasil.
Uma versão beta, baseada no OpenOffice.org 3.3, com alguns acréscimos, já está disponível para download no site: http://www.libreoffice.org. Desenvolvedores serão convidados a participar do projeto e a contribuir com desenvolvimento do código fonte, bem como tradução, teste, documentação e suporte.
A Oracle, que permaneceu com os ativos do OpenOffice.org, em consequência da compra da Sun Microsystems, foi convidada a participar da nova Fundação, e a doar a marca para a comunidade. Enquanto a The Document Foundation aguarda essa decisão, a marca a ser adotada é “LibreOffice”. A fundação contará com apoios de gigantes mundiais de TI, como a Canonical, Google, Novell, Red Hat e Open Source Initiative.
The Document Foundation apoia o ODF (Open Document Format), e está disposta a trabalhar junto com a OASIS para a próxima evolução da norma ISO”, disse Charles Schulz, membro do Conselho da Comunidade e líder da Confederação de línguas nativas. “The Document Foundation traz para mesa o ponto de vista dos desenvolvedores, apoiadores e usuários, e isso pode acelerar o processo de adoção do ODF nas diversas instâncias governamentais e empresariais".
Conforme o coordenador geral da BrOffice.org, Claudio Ferreira Filho, a novidade é animadora: "A BrOffice.org - Projeto Brasil em nome da comunidade BrOffice.org sente-se orgulhosa de ser parte integrante da The Document Foundation. Nosso país já possui importantes investimentos no Open Document Format e nas ferramentas de software que o suportam. Apoiamos a The Document Foundation em sua missão e visão e estamos prontos para juntar forças ao processo de desenvolvimento do LibreOffice e BrOffice.org", afirma Claudio Ferreira Filho.
Olivier Hallot, integrante do Conselho Diretor da TDF e Diretor da BrOffice.org Projeto Brasil, afirma: “O objetivo maior é preservar a qualidade do nosso produto, honrando o compromisso que firmamos com instituições e usuários que utilizam a suíte. É também uma garantia de continuidade e inovação para gestores que planejam adotar o aplicativo e o formato ODF para documentos”.
Declarações de lideranças internacionais
Falando em nome dos grupos de usuários, Sophie Gautier – uma veterana colaboradora da comunidade e antiga mantenedora do projeto de localização da língua francesa – declarou: “Acreditamos que a Fundação é um passo importante para a evolução da suíte, porque libera o desenvolvimento do código e a evolução do projeto das restrições representadas pelos interesses comerciais de uma única empresa. Defensores do software livre ao redor do mundo têm a oportunidade extraordinária de juntar-se ao grupo, como membros fundadores, para escrever um novo capítulo na história do software livre", afirma Gautier.
Chris DiBona, Gerente de programas de código aberto do Google Inc., comentou o seguinte: “A criação da Fundação é um importante passo para incentivar um maior desenvolvimento das suítes de escritórios de código aberto. O Google se orgulha de ser um apoiador da Fundação e de participar deste projeto”.
“Viva o LibreOffice”, disse Markus Rex, Vice-Presidente Sênior e Gerente Geral de Soluções de Plataforma Aberta da Novell. “Estamos ansiosos para trabalhar com a TDF para ajudar a desenvolver uma sólida oferta de software de documentos de código fonte aberto. Finalmente, nós esperamos que o LibreOffice faça, para o mercado de produtividade para escritórios, o que o Mozilla Firefox tem feito para os navegadores".
Jan Wildeboer, EMEA Open Source Affairs da Red Hat, comentou: "Em todo o mundo, os usuários, empresas e governos estão migrando para soluções verdadeiramente livres baseadas em padrões abertos. O LibreOffice fornece o elo que faltava, e quanto a Red Hat, estamos orgulhosos em aderir a este esforço ".
Mark Shuttleworth, fundador e acionista majoritário da Canonical, fabricante do Ubuntu, declarou: "Software de produtividade para escritórios é um componente fundamental. O Projeto Ubuntu terá o prazer de incluir o LibreOffice em versões futuras do Ubuntu. O gerenciamento do LibreOffice pela Fundação fornece aos desenvolvedores do Ubuntu um fórum eficaz para a colaboração em torno do código que faz do Ubuntu uma solução efetiva para computador em ambientes de escritório".
"O Open Source Initiative tem observado uma nova tendência de comunidades colaborativas para software de código aberto", disse Simon Phipps, diretor da Open Source Initiative."Saudamos a iniciativa da Fundação e estamos ansiosos para a inovação que ela é capaz de conduzir, com uma comunidade verdadeiramente aberta, reunida em torno de um software livre em comum, no melhor espírito de software de código aberto".
O que é a The Document Foundation
The Document Foundation é uma Fundação meritocrática, independente e autônoma criada por lideres da antiga Comunidade OpenOffice.org. Eles continuam a desenvolver na Fundação, os dez anos de trabalho dedicado pela comunidade OpenOffice.org. A TDF foi criada na convicção de que uma fundação independente, é o ajuste adequado aos valores de aberturas essenciais da Comunidade, transparência e valorização das pessoas pela sua contribuição. Está aberta a qualquer pessoa que concorde com os nossos valores fundamentais e contribua com as nossas atividades, e congratula-se com a participação das empresas, por exemplo, através do patrocínio de pessoas para trabalhar como iguais ao lado de outros colaboradores da comunidade.
 

28 de jun. de 2010

Pre-Alpha MeeGo for tablets demo

Intel divulga no YouTube o novo Meego, plataforma baseada no Linux para tablets. O vídeo é curto, 3 min, mas permite antever como o sistema está excelente, apesar de pré-alpha. A aprsentação é do sistema operacional Meego 1.1 usando um tablet multitouch. O Meego disputará mercado com outros sistemas para tablets baseados em Linux. A Canonical, mantenedora do sitema operacional Ubuntu Linux, também afirmou, recentemente que pretende lançar uma versão, o Ubuntu Unity, para dispositivos similares.

11 de mai. de 2010

Ubuntu Light, a Web em 7 segundos!

Notícia divulgada no Terra tecnologia, reproduzida abaixo.

A Canonical apresentou nesta segunda-feira um preview do Ubuntu Light, nova versão de sua distribuição Linux que será embutida em desktops e notebooks de diversos fabricantes. Projetado como um concorrente de sistemas como o SplashTop, da DeviceVM, o Ubuntu Light terá como principais características uma nova interface otimizada para as telas de baixa resolução dos netbooks e tempo de boot reduzido, estimado em apenas sete segundos.
A interface, batizada de Unity Shell, usa uma barra de ícones na lateral esquerda da tela, com atalhos para aplicativos já instalados e programas abertos. A barra de menus dos programas será unificada e exibida no topo da tela, como no Mac OS, e os ícones de controle das janelas (fechar/maximizar/minimizar) poderão ser acompanhados por indicadores como controles de volume e de sinal Wi-Fi.
De acordo com o site Liliputing, uma das principais características do Ubuntu Light será a incapacidade de instalar ou remover novos programas. O sistema não será apresentado como um substituto do Windows, mas sim como um complemento, oferecendo aos usuários uma forma rápida de acessar a internet e e-mail sem ter de esperar o sistema operacional de Redmond carregar.
O Ubuntu Light, que estará disponível apenas aos fabricantes de equipamentos, não deve ser confundido como o Ubuntu Netbook Remix, que continua sendo uma versão "completa" do Ubuntu, mas utilizará a mesma interface Unity otimizada. Segundo Mark Shuttleworth, o Ubuntu Light já está disponível aos OEMs a partir de hoje. Já a interface Unity será integrada ao Ubuntu Netbook Remix a partir da próxima versão do Ubuntu, a 10.10, prevista para Outubro deste ano.


O certo é que a Canonical não está de brincadeira e a cada dia observamos como o Ubuntu tem se mostrado forte, estável e simples de usar, sem deixar de lado a elegância, principalmente com o lançamento no final de abril de sua nova versão. O Ubuntu Light chega para se infiltrar onde Redmond não está tendo competência para tal, na verdade vejo a Microsoft hoje na mesma posição da IBM quando Bill Gates criou a Microsoft e o Windows, enorme, lenta e sem inovação de verdade. Atualmente poucas empresas conseguem inovar, uma delas é a Google, outra que causa frenesi antes mesmo de lançar um produto novo é a Apple, pelo que estamos vendo a Canonical tem seguido os passos destas duas vencedoras no que se propõe a realizar e aos poucos vem conquistando pessoas, empresas e instituíções criando um "ecossistema" favorável.
Colocar um sistema embutido num computador com Windows já instalado, mas que demora para inicializar e consome muitos recursos, pode se transformar em um fantasma para o pessoal de Redmond, como opção para se acessar a web rapidamente. Para nós meros mortais, resta esperar e observar.