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9 de nov. de 2011

Windows 8 e a interface Metro

Não adianta reclamar, o fim da velha Área de Trabalho está chegando. Os computadores estão mudando, o conceito de desktop idem, e em tempos de Tablets, SmarTVs, Smartphones, Touch Screen, Minority Report, etc , vamos ter que nos readaptar, mudar velhos hábitos, está nascendo uma nova era na informática. A indústria de hardware quer e as Softwares Houses mais ainda.

O Windows 8 interface totalmente diferente, ideal para rodar em dispositivos touchscreen (tablets, pcs, etc)

Ao contrário do menu Iniciar, o charm não mostra uma lista de aplicativos. Esta só pode ser acessada clicando no botão e, depois, em Search e Apps, o que leva o usuário de volta à interface Metro. No atual estágio do Windows 8,  a transição do ambiente novo para o antigo é constante. Isso certamente causa incômodo para usuários acostumados com a Área de Trabalho, além de confundir os menos experientes.

 Fonte: InfoAbril, 
             Exame.com

3 de jun. de 2010

Microsoft, o Bonde da história e o Google Chrome OS

Com a aproximação do lançamento do Google Chrome OS, o avanço da Apple com suas novidades e o Linux se tornando cada vez mais atraente a discussão em torno do sistema operacional mais utilizado no mundo, sim este mesmo, o janelas, e de sua qualidade e exclusiva necessidade estão vindo à tona. Flamers wars de lado, a realidade é simples de se observar, o pessoal de Redmond perdeu o bonde da história, se acomodou nos louros da vitória dos anos 90 e agora tenta desesperadamente impedir o inexorável, a perda de market share. O processo é lento mas constante e vai aos poucos redefinir o mercado. Acredito que em um futuro breve não teremos mais monopólios, pelo simples motivo de que o desktop como o conhecemos hoje, graças a Microsoft diga-se de passagem, já não será soberano no mundo da TI, aliás já não é, imagina daqui uns dez anos?
Tio Bill para sempre terá o mérito de colocar um computador com Windows em cada lar, o que na época o pessoal da IBM e da Xerox não conseguiram enxergar, foi isso que fez ele decolar como um foguete. Mas, tem sempre um mas, ao chegar nas alturas cometeu o mesmo erro que os antigos e não percebeu que a web avançava e que um grupo diferente de geeks estava imaginando uma grande reviravolta no uso do computador pessoal, mas ainda, estavam imaginando o computador pessoal acompanhar o indivíduo onde ele fosse, mobilidade, depois juntaram a isso um antigo conceito remodelado, que chamaram de cloud computing, o velho sistema de terminais burros ligados a um maiframe, só que agora não tão burros assim e com muito mais poder e velocidade em um Sistema Operacional rápido, leve, simples e seguro enfiado num hardware homologado, tudo o que o velho Windows nunca conseguiu ser e ainda hoje, mesmo com o aceitável Sevem, não consegue ser. Existe uma tentativa com o Windows Phone 7, para compensar o fracasso do Windows Mobile, mas mesmo assim com tudo isso eles não estão conseguindo acompanhar, a Microsoft não tem nada parecido com o Google Chrome OS!
Tio Bill e seu fiel escudeiro Monkey não souberam perceber e muito menos acompanhar e quando acordaram o bonde já tinha partido.  Agora é tentar errar menos e criar algo que os deixe pelo menos participar da competição. Eu estou torcendo para que eles lá em Redmond consigam, gosto de ver concorrência, me agrada a idéia de vários sistemas competindo, isso faz com que os programadores fiquem mais criativos e os CEO's, as Softwares Houses e os fabricantes de hardware mais criativos também, assim todos nós crescemos e a ciência vai mais longe para benefício de todos.
Agora para finalizar reproduzo um texto bastante interessante publicado na IDG NOW que me fez escrever este post. Boa leitura!

A Microsoft morreu. Viva a Googapple

(http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2010/06/03/a-microsoft-morreu-vida-longa-a-googapple)

Por Robert X. Cringely, da InfoWorld/EUA
Publicada em 03 de junho de 2010 às 07h00
Atualizada em 03 de junho de 2010 às 10h08


A dona do Windows pode dominar o desktop, mas Google e Apple deverão abocanhar todo o resto.

Tive recentemente uma experiência que resume tudo que há de errado com a Microsoft e por que ela está sendo arrastada rapidamente para a Lixeira da história.

Eu tenho um laptop com Vista e, como aprendi recentemente, não tenho poder sobre ele. (Só de dizer isso, eu me sinto como se fizesse parte de um grupo de autoajuda. Mas isso é outra história.) Alguns meses atrás, o Vista foi para o ralo e eu tive de restaurá-lo, usando a opção Backup de Daddos Automático do meu notebook Gateway.

De fato, isso funcionou. O Vista rodou novamente, mas ficou meio esquisito. E a razão para isso foi que o backup de dados tomou quase a metade do disco rígido de 80 GB do meu notebook. Eu fiquei com duas cópias completas de tudo. Com isso, sobrou pouco para guardar dados ou compensar o apetite insaciável do Vista por memória cache.

Depois de algumas semanas eu não pude suportar mais o passo de tartaruga do meu laptop e decidi apagar o backup, que consistia basicamente de programas que eu não usava mais e de uma cópia completa do Windows Vista.

Apagar os programas sem uso foi fácil. Já apagar o Vista, ou qualquer parte dele, como o Internet Explorer, o Windows Calendar ou o Windows Defender, foi impossível.

Minha máquina tinha cerca de 20 GB de arquivos no backup da pasta Windows, e 15 minutos depois eu recebi a mensagem “Você não tem permissão para executar esta ação”. Gostaria de tentar novamente? Claro. E a mesma coisa aconteceu, tentativa após tentativa.



Eu tinha direitos administrativos sobre este laptop. Sou seu único usuário. Mas isso não foi bom o bastante para a Microsoft. Eu não mereci a confiança plena do sistema, só para que não tentasse fazer algo estúpido, mesmo que eu soubesse que aquilo não era totalmente estúpido e eu é quem tinha pago pelo laptop.

Certamente, pensei, isto é algum tipo de bug – mas não. Uma busca por “você não tem permissão” devolveu entradas nos vários (e na na maioria inúteis) fóruns de suporte da Microsoft, provando que isso era, na verdade, um recurso. A Microsoft fez isso de propósito.

É possível restaurar a permissão para controlar os arquivos no laptop que eu, ao menos em teoria, possuo. No entanto, o processo para me dar permissão para apagar arquivos - em outras palavras, o poder para ter “controle total” sobre eles - é completamente insano. Requer viagens ao prompt de comando e uma cadeia de instruções DOS que eu não usava desde que o Windows 3.0 era um bebê, seguido por reboots e múltiplas visitas às várias abas da caixa de diálogo de Propriedades Avançadas de Segurança do Windows Explorer.

Eu vou poupá-los, e a mim também, da agonia de repetir detalhes feios, mas você poderá encontrar alguns deles aqui.

Depois de não ter nenhuma ajuda do “suporte” online da Microsoft, eu enviei um apelo por ajuda pelo Twitter. Minhas preces foram atendidas pelo velho amigo e blogueiro da ZDnet Ed Bott - que dedicou seu tempo fora do trabalho para escrever o livro “Microsoft Office 2010 Inside Out”, a ser lançado em agosto - para me guiar através do pântano. Levou apenas quatro horas até que eu pudesse finalmente apertar o botão Delete e realmente apagar alguma coisa. Glória.



Ed é muito mais amistoso com a Microsoft do que eu. Ele escreveu uma dúzia ou mais de livros para a Microsoft Press, e eu acho que você deveria comprar todos. (Faça isso agora – eu espero.) Ele culpa a Gateway por atribuir tal nível de segurança para um backup do Windows. E eu culpo a Microsoft por inventar este processo insano, em primeiro lugar.

Esta é a Microsoft, em resumo. Seu maior problema é que as pessoas que trabalham lá pensam como engenheiros. E engenheiros tendem a dividir o mundo em dois campos: a) outros engenheiros; e b) pessoas muito estúpidas para merecerem confiança. Assim, tudo no Windows é ou insanamente condescendente e repetitivo ou completamente incompreensível. Não há meio termo. E o Vista, com seus Controles de Conta de Usuário e processos arcanos de permissão, é a última expressão dessa dicotomia.

A Apple, em contraste, tem engenheiros aos montes, mas a empresa não pensa como um. Ela pensa como Steve Jobs, que mais que qualquer outro CEO do planeta tem uma sensibilidade inata para descobrir o que provoca respostas nas pessoas. A Google tem, também, muitos engenheiros e, embora tenha uma imagem bastante geeky, ela entende o que as pessoas querem: velocidade e simplicidade, acima de tudo.

É por isso que o futuro pertence à Apple e à Google, e por que a Microsoft está morta. Oh, claro, a Microsoft vai dominar os desktops e os softwares corporativos por vários anos pela frente. Mas perdeu a corrida no espaço que foge ao desktop, um mercado que abrange tudo que não está no desktop ou em seus substitutos, como um notebook – em outras palavras, os outros 90%. Mesmo se Ballmer cair vítima de algum tipo de golpe de estado interno (sempre há esperanças), ela nunca dominará qualquer novo mercado novamente. Seu fim chegou.

Eu tenho esperanças que seja assim. E você?
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11 de mai. de 2010

Ubuntu Light, a Web em 7 segundos!

Notícia divulgada no Terra tecnologia, reproduzida abaixo.

A Canonical apresentou nesta segunda-feira um preview do Ubuntu Light, nova versão de sua distribuição Linux que será embutida em desktops e notebooks de diversos fabricantes. Projetado como um concorrente de sistemas como o SplashTop, da DeviceVM, o Ubuntu Light terá como principais características uma nova interface otimizada para as telas de baixa resolução dos netbooks e tempo de boot reduzido, estimado em apenas sete segundos.
A interface, batizada de Unity Shell, usa uma barra de ícones na lateral esquerda da tela, com atalhos para aplicativos já instalados e programas abertos. A barra de menus dos programas será unificada e exibida no topo da tela, como no Mac OS, e os ícones de controle das janelas (fechar/maximizar/minimizar) poderão ser acompanhados por indicadores como controles de volume e de sinal Wi-Fi.
De acordo com o site Liliputing, uma das principais características do Ubuntu Light será a incapacidade de instalar ou remover novos programas. O sistema não será apresentado como um substituto do Windows, mas sim como um complemento, oferecendo aos usuários uma forma rápida de acessar a internet e e-mail sem ter de esperar o sistema operacional de Redmond carregar.
O Ubuntu Light, que estará disponível apenas aos fabricantes de equipamentos, não deve ser confundido como o Ubuntu Netbook Remix, que continua sendo uma versão "completa" do Ubuntu, mas utilizará a mesma interface Unity otimizada. Segundo Mark Shuttleworth, o Ubuntu Light já está disponível aos OEMs a partir de hoje. Já a interface Unity será integrada ao Ubuntu Netbook Remix a partir da próxima versão do Ubuntu, a 10.10, prevista para Outubro deste ano.


O certo é que a Canonical não está de brincadeira e a cada dia observamos como o Ubuntu tem se mostrado forte, estável e simples de usar, sem deixar de lado a elegância, principalmente com o lançamento no final de abril de sua nova versão. O Ubuntu Light chega para se infiltrar onde Redmond não está tendo competência para tal, na verdade vejo a Microsoft hoje na mesma posição da IBM quando Bill Gates criou a Microsoft e o Windows, enorme, lenta e sem inovação de verdade. Atualmente poucas empresas conseguem inovar, uma delas é a Google, outra que causa frenesi antes mesmo de lançar um produto novo é a Apple, pelo que estamos vendo a Canonical tem seguido os passos destas duas vencedoras no que se propõe a realizar e aos poucos vem conquistando pessoas, empresas e instituíções criando um "ecossistema" favorável.
Colocar um sistema embutido num computador com Windows já instalado, mas que demora para inicializar e consome muitos recursos, pode se transformar em um fantasma para o pessoal de Redmond, como opção para se acessar a web rapidamente. Para nós meros mortais, resta esperar e observar.

7 de out. de 2009

Zune para Mac e Linux!


Notícia divulgada no Jornal Tecnologia, reproduzo abaixo a notícia,bem interessante.


A Microsoft está considerando se ela deve oferecer o Zune e seus serviços para outras plataformas, incluindo a Apple, afirmou a analista Mary Jo Foley nesta terça.Jose Pinero, diretor de comunicações, disse à Foley que não há garantia de que isto irá acontecer, porém é uma das estratégias que a empresa de Redmond está considerando.“O Zune é um serviço de música e vídeo da Microsoft. E só isso.” disse Pinero. Segundo a analista da ZDNet, isto significa que o futuro do Zune é no ramo de software e serviços e não no de hardware.
Penso que o motivo para esta decisão,caso se efetive, é bem simples,nada a ver com ser ou não bonzinhos,são apenas negócios,e eles sabem muito bem que com a expansão dos dispositivos móveis ( nem vou falar no iphone,a maioria por aqui não tem grana pra bancar um e menos ainda mantê-lo!) a demanda por música e vídeo vai aumentar muito e com isso obten-se mais propaganda,mais market share,mas dinheiro no bolso,além de eventualmente se passar por boazinha.
Além disso a Apple já começou a olhar melhor para nós lançando oficialmente no Brasil a sua Apple Store, tem de tudo lá, menos música e vídeo, e este movimento da Apple não pode ser ignorado,a microsoft não é boba e de marketing eles entendem muito bem.
Já pensou,Zune disponível para usuários de qualquer sistema operacional? Linux,MacOSX,etc? Se acontecer qual será a reação da Apple? Vou esperar tranquilamente e torcer para acontecer e os efeitos da concorrẽncia beneficiarem a nós,usuários. :)