Apple anuncia nova safra de MacBook Air
O MacBook de 11 polegadas pesa um quilo e o de 13 polegadas pesa aproximadamente 1,3 quilo. Na espessura a parte mais fina possui 0,2 centímetro, e na parte mais grossa 1,7 centímetro. Tem um tamanho interessante
Os macbooks air estarão disponíveis para venda a partir do dia 21/10, pela Apple Store. Interessados poderão comprar pela Apple Store Brasileira com valores a partir de R$ 3.199(modelo 11 polegadas com 64GB) e R$ 4.599(modelo 13 polegadas com 128GB). A Apple Brasil declarou que os modelos devem chegar ao Brasil em 3 semanas.
Os MacBooks air vem com tela de LED backlite (resolução de 1440x900 pixels na versão 13 polegadas; e 1366x768 pixels na de 11 polegadas), processador Intel Core 2 Duo, 2GB de RAM, placa gráfica nVidia GeForce 320m e câmera FaceTime (mesma do iPhone 4), com um sistema de reconhecimento facial.
Os MacBooks air não vem com drive óptico e nem HDD. Mas com uma memória flash embutida na placa-mãe e drive SSD (Tamanhos de 64GB, 120GB e o de 13 polegadas tem a opção de 256GB). bateria tem autonomia de até 7 horas conectada em rede wireless ou até 30 dias em standby. O macbook air de 11 polegadas tem uma autonomia menor, de 5 horas para rede wireless.
Sãso construídos com alumínio unibody, no jeito estiloso da Apple.
Saiba mais:
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21 de out. de 2010
12 de mai. de 2010
Firefox 4 veloz, estável e mais adaptável.
O pessoal da Fundação Mozilla parece que encontrou o caminho das pedras ou acordou de vez para a realidade da guerra dos navegadores. O Firefox 4 promete ser bem melhor, com uma interface mais limpa, parecida com o Google Chrome, e mais integrado ao sistema onde será usado. Suportará recursos de aceleração de hardware e integrará recursos para multitoque na interface Aero do Windows 7.
O plano é oferecer versões de 64 bits do navegador para Windows 7 e Mac OS X.
Será permitido ao usuário gerenciar os sites que poderão ou não, acessar os dados locais através de uma nova janela, a qual agrupará os recursos de privacidade.
O Browser terá um controle mais eficiente sobre as permissões que os sites solicitam, como cookies, senhas, geolocalização e etc, além de backup dos dados do usuário com Firefox Sync. Outro excelente recurso será uma nova interface de customização do navegador — acaba a janela solta das extensões, temas e plugins, no Firefox 4 é uma aba, deixando tudo melhor organizado. Existe a possibilidade de incluírem a função que detecta as extensões devoradoras de muita RAM ou CPU, uma novidade bem-vinda. Mas, como avisa o diretor de produto do Firefox, Mike Beltzner,"OS PLANOS PODEM MUDAR", então o futuro do Firefox não está 100% definido.
A meta da Fundação Mozilla é disponibilizar o Firefox 4 até o Natal. A partir de Junho, os usuários comuns poderão testar o Browser e a maior parte das novidades, porém haverá limitações quanto aos updates, que só serão possíveis a cada duas ou três semanas.

O plano é oferecer versões de 64 bits do navegador para Windows 7 e Mac OS X.
Será permitido ao usuário gerenciar os sites que poderão ou não, acessar os dados locais através de uma nova janela, a qual agrupará os recursos de privacidade.
O Browser terá um controle mais eficiente sobre as permissões que os sites solicitam, como cookies, senhas, geolocalização e etc, além de backup dos dados do usuário com Firefox Sync. Outro excelente recurso será uma nova interface de customização do navegador — acaba a janela solta das extensões, temas e plugins, no Firefox 4 é uma aba, deixando tudo melhor organizado. Existe a possibilidade de incluírem a função que detecta as extensões devoradoras de muita RAM ou CPU, uma novidade bem-vinda. Mas, como avisa o diretor de produto do Firefox, Mike Beltzner,"OS PLANOS PODEM MUDAR", então o futuro do Firefox não está 100% definido.
A meta da Fundação Mozilla é disponibilizar o Firefox 4 até o Natal. A partir de Junho, os usuários comuns poderão testar o Browser e a maior parte das novidades, porém haverá limitações quanto aos updates, que só serão possíveis a cada duas ou três semanas.
11 de mai. de 2010
Ubuntu Light, a Web em 7 segundos!
Notícia divulgada no Terra tecnologia, reproduzida abaixo.
O certo é que a Canonical não está de brincadeira e a cada dia observamos como o Ubuntu tem se mostrado forte, estável e simples de usar, sem deixar de lado a elegância, principalmente com o lançamento no final de abril de sua nova versão. O Ubuntu Light chega para se infiltrar onde Redmond não está tendo competência para tal, na verdade vejo a Microsoft hoje na mesma posição da IBM quando Bill Gates criou a Microsoft e o Windows, enorme, lenta e sem inovação de verdade. Atualmente poucas empresas conseguem inovar, uma delas é a Google, outra que causa frenesi antes mesmo de lançar um produto novo é a Apple, pelo que estamos vendo a Canonical tem seguido os passos destas duas vencedoras no que se propõe a realizar e aos poucos vem conquistando pessoas, empresas e instituíções criando um "ecossistema" favorável.
Colocar um sistema embutido num computador com Windows já instalado, mas que demora para inicializar e consome muitos recursos, pode se transformar em um fantasma para o pessoal de Redmond, como opção para se acessar a web rapidamente. Para nós meros mortais, resta esperar e observar.
A Canonical apresentou nesta segunda-feira um preview do Ubuntu Light, nova versão de sua distribuição Linux que será embutida em desktops e notebooks de diversos fabricantes. Projetado como um concorrente de sistemas como o SplashTop, da DeviceVM, o Ubuntu Light terá como principais características uma nova interface otimizada para as telas de baixa resolução dos netbooks e tempo de boot reduzido, estimado em apenas sete segundos.
A interface, batizada de Unity Shell, usa uma barra de ícones na lateral esquerda da tela, com atalhos para aplicativos já instalados e programas abertos. A barra de menus dos programas será unificada e exibida no topo da tela, como no Mac OS, e os ícones de controle das janelas (fechar/maximizar/minimizar) poderão ser acompanhados por indicadores como controles de volume e de sinal Wi-Fi.
De acordo com o site Liliputing, uma das principais características do Ubuntu Light será a incapacidade de instalar ou remover novos programas. O sistema não será apresentado como um substituto do Windows, mas sim como um complemento, oferecendo aos usuários uma forma rápida de acessar a internet e e-mail sem ter de esperar o sistema operacional de Redmond carregar.
O Ubuntu Light, que estará disponível apenas aos fabricantes de equipamentos, não deve ser confundido como o Ubuntu Netbook Remix, que continua sendo uma versão "completa" do Ubuntu, mas utilizará a mesma interface Unity otimizada. Segundo Mark Shuttleworth, o Ubuntu Light já está disponível aos OEMs a partir de hoje. Já a interface Unity será integrada ao Ubuntu Netbook Remix a partir da próxima versão do Ubuntu, a 10.10, prevista para Outubro deste ano.
O certo é que a Canonical não está de brincadeira e a cada dia observamos como o Ubuntu tem se mostrado forte, estável e simples de usar, sem deixar de lado a elegância, principalmente com o lançamento no final de abril de sua nova versão. O Ubuntu Light chega para se infiltrar onde Redmond não está tendo competência para tal, na verdade vejo a Microsoft hoje na mesma posição da IBM quando Bill Gates criou a Microsoft e o Windows, enorme, lenta e sem inovação de verdade. Atualmente poucas empresas conseguem inovar, uma delas é a Google, outra que causa frenesi antes mesmo de lançar um produto novo é a Apple, pelo que estamos vendo a Canonical tem seguido os passos destas duas vencedoras no que se propõe a realizar e aos poucos vem conquistando pessoas, empresas e instituíções criando um "ecossistema" favorável.
Colocar um sistema embutido num computador com Windows já instalado, mas que demora para inicializar e consome muitos recursos, pode se transformar em um fantasma para o pessoal de Redmond, como opção para se acessar a web rapidamente. Para nós meros mortais, resta esperar e observar.
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