
O segundo é o F1-Spirit



if [ -f /etc/bash_completion ]; then
. /etc/bash_completion
fi
Para que o terminal fique colorido (pastas aparecem em azul, arquivos compactados em vermelho e assim por diante, o que torna mais fácil identificar os arquivos) adicione a linha:
alias ls="ls --color=auto"
… no final do arquivo "/etc/profile".
Em ambos os casos, para que a alteração entre em vigor, você deve fazer logout no terminal (usando o comando "exit", ou pressionando Ctrl+D) e logando-se novamente."
Outras dicas podem ser encontradas nestas links,além do citado acima:
Também no resumo de notícias dessa semana: praga digital infecta modems ADSL e roteadores; dispositivos móveis saem ilesos de competição na CanSecWest; atualização do Java corrige brechas de segurança.
Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e deixe-a na seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras.
>>>> Pesquisadores demonstram ataque que se aloja na BIOS
Dois pesquisadores argentinos da empresa de segurança Core Security Technologies demonstraram um código-conceito capaz de se alojar na BIOS (Sistema Básico de Entrada/Saída) da placa-mãe do computador. Anibal Sacco e Alfredo Ortega fizeram a apresentação durante a conferência de segurança CanSecWest, na semana passada.
Como o código é executado a partir da placa-mãe, reinstalar o sistema operacional ou mesmo reformatar o disco rígido não é suficiente para remover o programa indesejado. Os programa gerado pelos pesquisadores consegue ler e alterar arquivos presentes no disco rígido a partir da BIOS.
Até hoje não se tem notícia de nenhum código malicioso capaz de usar a BIOS para infectar o sistema. Algumas pragas digitais, como o CIH (também conhecido como Chernobyl) e o MagiStr tentavam zerar o conteúdo da memória onde é armazenada a BIOS, o que fazia com que o computador não inicializasse mais. Os pesquisadores, no entanto, conseguiram inserir seu próprio código na BIOS, em vez de danificá-la.
O ataque independe do sistema operacional. Na demonstração, os pesquisadores infectaram a BIOS a partir do Windows e do OpenBSD. Eles também obtiveram sucesso na tentativa de modificar a BIOS de uma máquina virtual -- como são chamados os computadores “virtuais” que rodam em apenas um único hardware, mas com sistemas operacionais distintos. Nesse caso, a BIOS do computador físico não era afetada, mas todas as máquinas virtuais eram infectadas.
Os pesquisadores dizem ser preciso mais pesquisa para que possa ser criado um vírus “camuflado” -- ou rootkit -- que reinfecta silenciosamente o computador sem que o usuário perceba. Uma praga digital assim seria muito difícil de ser eliminada, ou mesmo detectada.
A prova da possibilidade de ataques persistentes usando a BIOS chega mais de dois anos depois de outra pesquisa que demonstrou a possibilidade de instalar pragas digitais em placas PCI, em novembro de 2006.
Mesmo depois de tanto tempo, nenhum vírus real fez uso dessa técnica para se alojar em placas PCI. O mesmo pode ser esperado desta, a não ser que códigos prontos sejam disponibilizados para facilitar a integração dessa funcionalidade nas pragas digitais.
Os pesquisadores não informaram se os chips de computação confiável (Trusted Platform Module), já incluídos em alguns computadores mais recentes, dificultam a realização do ataque ou mesmo sua identificação. Os slides usados na apresentação estão disponíveis na internet em PDF.
>>>> Praga se espalha por modems ADSL e roteadores que rodam Linux
Pesquisadores da DroneBL anunciaram esta semana a descoberta de um vírus que se espalha por modems ADSL e roteadores cujo sistema é baseado em Linux (arquitetura MIPS). Batizada de “psyb0t”, a praga tira proveito de senhas fracas configuradas nos equipamentos e em vulnerabilidades existentes em firmwares -- como é chamado o software que opera o modem -- desatualizados.
A grande maioria dos modems não é afetado. Muitos equipamentos não rodam Linux, e mesmo entre os que rodam, a configuração padrão costuma não permitir o acesso remoto ao painel de administração -- necessário para que o vírus se propague. No Brasil, prestadoras de serviço ADSL costumam bloquear as conexões que o vírus necessita, o que colocaria apenas utilizadores de conexões empresariais em risco.
Para verificar se o seu modem foi afetado, basta tentar entrar no painel de administração. Se a tela de login, pelo menos, aparecer, não há infecção, pois o vírus bloqueia o acesso. Se o aparelho estiver infectado, basta realizar um “hard reset” no modem e configurá-lo de forma adequada.
A praga digital captura senhas e usuários por meio da análise do tráfego que passa pelo modem e forma uma rede zumbi, capaz de realizar ataques de negação de serviço, entre outros. O site da DroneBL está sob ataque, o que levou os pesquisadores à descoberta.
O psyb0t ataca apenas roteadores e modems que usam Linux. Computadores comuns e servidores não estão em risco.
>>>> Dispositivos móveis saem ilesos de competição
A Pwn2Own, competição de segurança realizada na conferência de segurança CanSecWest, no Canadá, colocou navegadores web e dispositivos móveis lado a lado para que especialistas em segurança pudessem demonstrar falhas ainda desconhecidas para invadi-los. Nos navegadores web, apenas o Chrome sobreviveu. Porém, todos os dispositivos móveis participantes -- BlackBerry, Android, iPhone, Symbian e Windows Mobile -- saíram ilesos.
Os navegadores Internet Explorer, Firefox e Safari foram comprometidos já no primeiro dia. Um pesquisador alemão que se identificou apenas como “Nils” conseguiu quebrar a segurança dos três navegadores. Antes dele, Charles Miller havia obtido acesso ao computador com Safari, tornando o navegador da Apple o único que foi atacado com sucesso duas vezes. O navegador Opera não participou da competição.
Os dispositivos móveis sofreram poucas tentativas de ataque, e as poucas não tiveram sucesso. Segundo a TippingPoint, cujo programa Zero Day Initiative (ZDI) patrocina o evento, a edição do ano que vem contará novamente com dispositivos móveis, porém os modelos exatos a serem usados serão divulgados com mais antecedência, para permitir que os interessados testem seus códigos antes de ir na competição, onde cada um tem apenas 30 minutos.
>>>> Nova versão do Java corrige problemas de segurança
A Sun lançou o Java Runtime Environment (JRE) 6.0 Update 13 e o 5.0 Update 18 para solucionar dois problemas de segurança. A atualização do JRE é importante porque ele pode ser chamado pelo navegador web, permitindo que páginas web maliciosas sejam capazes de tirar proveito das brechas existentes no Java.
O JRE inclui um mecanismo de atualização automática. Basta aceitá-la quando aparecer o aviso sobre uma nova versão do Java, perto do relógio do Windows.
Assim termina o resumo das principais notícias desta semana. Na segunda-feira (30), a coluna volta para falar sobre os vírus que, como essa nova pesquisa dos pesquisadores argentinos, expandiram o conceito de “código malicioso”. Bom fim de semana a todos!
Notícia muito importante divulgada no site linhadefensiva.org sobre o software de segurança BankerFix,reproduzo abaixo na íntegra
"Ferramenta da Linha Defensiva é alvo de cavalo de troia brasileiro. Softwares antivírus, firewalls e plugins de banco também são removidos
Fabio Assolini | 30/01/2009 - 23h53
O grupo de análises da Linha Defensiva ARIS-LD obteve acesso a uma praga brasileira desenvolvida especialmente para remover os softwares de segurança instalados no computador da vítima. A ferramenta de remoção de trojans brasileiros BankerFix, da Linha Defensiva, está entre as removidas pela praga.
O BankerFix foi criado pela Linha Defensiva em julho de 2006 e tem a função de remover ladrões de senhas bancárias de origem brasileira. Sua versão 2.0 foi baixada mais de 2,1 milhões de vezes. A versão atual, 3.0, está próxima de meio milhão de downloads. A base de dados da ferramenta é mantida com a contribuição dos internautas que enviam e-mails suspeitos e links de pragas brasileiras.
Além do BankerFix, a praga é programada para remover os softwares de segurança mais usados no Brasil, entre eles os antivirus AVG, Avast, NOD32, Norton Anti-Virus, os antispywares Spybot S&D e Ad-Aware e os firewalls Sygate e Norton Internet Security. Como outros ladrões de senha já fazem, há também a tentativa de eliminar os plugins de segurança usados pelos bancos brasileiros para proteger seus clientes durante as transações via internet.
O arquivo autoconvv.RRI é o que realiza a remoção dos arquivos durante a inicialização do sistema. Depois da infecção, isso deve ocorrer na próxima vez que o computador for ligado ou reiniciado.
A praga ainda tem baixa taxa de detecção dos programas antivírus. Uma análise no serviço VirusTotal mostrou que, de 39 programas antivírus, apenas 16 identificaram o cavalo de troia.
Os arquivos criados por essa praga já são removidos pelo BankerFix. Refazer o download do programa é suficiente para torná-lo novamente operante."
Fonte: http://www.linhadefensiva.org/2009/01/praga-remove-bankerfix-e-outros-softwares-de-seguranca/Foi divulgado a documentação oficial em bom português do Brasil,do GNOME. Não sei ainda se está completa,mas qualquer esforço neste sentido é sempre muito bem vindo,principalmente porque o Brasil é um dos maiores incentivadores do Software livre/Código Aberto ou Sistema GNU/Linux,que utiliza o Gerenciador de janelas GNOME como padrão em várias distribuições (sistemas operacionais)
Na página principal do GULZO
tem os links para a Documentação oficial do GNOME, disponível para os 03 níveis:
Bom estudo!
Escrito por Richard Stallman
(sobre a relação entre o Linux e o projeto GNU)
Texto traduzido por Erik Kohler.
Um sistema Unix-like consiste de muitos programas diferentes. Nós achamos alguns componentes já disponíveis como softwares livres -- por exemplo, X Window e TeX. Obtemos outros componentes ajudando a convencer seus desenvolvedores a tornarem eles livres -- por exemplo, o Berkeley network utilities. Outros componentes nós escrevemos especificamente para o GNU -- por exemplo, GNU Emacs, o compilador GNU C, o GNU C library, Bash e Ghostscript. Os componentes desta última categoria são "software GNU". O sistema GNU consiste de todas as três categorias reunidas.
O projeto GNU não é somente desenvolvimento e distribuição de alguns softwares livres úteis. O coração do projeto GNU é uma idéia: que software deve ser livre, e que a liberdade do usuário vale a pena ser defendida. Se as pessoas têm liberdade mas não a apreciam conscientemente, não irão mantê-la por muito tempo. Se queremos que a liberdade dure, precisamos chamar a atenção das pessoas para a liberdade que elas têm em programas livres.
O método do projeto GNU é que programas livres e a idéia da liberdade dos usuários ajudam-se mutuamente. Nós desenvolvemos software GNU, e conforme as pessoas encontrem programas GNU ou o sistema GNU e comecem a usá-los, elas também pensam sobre a filosofia GNU. O software mostra que a idéia funciona na prática. Algumas destas pessoas acabam concordando com a idéia, e então escrevem mais programas livres. Então, o software carrega a idéia, dissemina a idéia e cresce da idéia.
Em 1992, nós encontramos ou criamos todos os componentes principais do sistema exceto o kernel, que nós estávamos escrevendo. (Este kernel consiste do microkernel Mach mais o GNU HURD. Atualmente ele está funcionando, mas não está preparado para os usuários. Uma versão alfa deverá estar pronta em breve.)
Então o kernel do Linux tornou-se disponível. Linux é um kernel livre escrito por Linus Torvalds compatível com o Unix. Ele não foi escrito para o projeto GNU, mas o Linux e o quase completo sistema GNU fizeram uma combinação útil. Esta combinação disponibilizou todos os principais componentes de um sistema operacional compatível com o Unix, e, com algum trabalho, as pessoas o tornaram um sistema funcional. Foi um sistema GNU variante, baseado no kernel do Linux.
Ironicamente, a popularidade destes sistemas desmerece nosso método de comunicar a idéia GNU para as pessoas que usam GNU. Estes sistemas são praticamentes iguais ao sistema GNU -- a principal diferença é a escolha do kernel. Porém as pessoas normalmente os chamam de "sistemas Linux (Linux systems)". A primeira impressão que se tem é a de que um "sistema Linux" soa como algo completamente diferente de "sistema GNU", e é isto que a maioria dos usuários pensam que acontece.
A maioria das introduções para o "sistema Linux" reconhece o papel desempenhado pelos componentes de software GNU. Mas elas não dizem que o sistema como um todo é uma variante do sistema GNU que o projeto GNU vem compondo por uma década. Elas não dizem que o objetivo de um sistema Unix-like livre como este veio do projeto GNU. Daí a maioria dos usuários não saber estas coisas.
Como os seres humanos tendem a corrigir as suas primeiras impressões menos do que as informações subsequentes tentam dizer-lhes, estes usuários que depois aprendem sobre a relação entre estes sistemas e o projeto GNU ainda geralmente o subestima.
Isto faz com que muitos usuários se identifiquem como uma comunidade separada de "usuários de Linux", distinta da comunidade de usuários GNU. Eles usam todos os softwares GNU; de fato, eles usam quase todo o sistema GNU; mas eles não pensam neles como usuários GNU, e frequentemente não pensam que a filosofia GNU está relacionada a eles.
Isto leva a outros problemas também -- mesmo dificultando cooperação com a manutenção de programas. Normalmente quando usuários mudam um programa GNU para fazer ele funcionar melhor em um sistema específico, eles mandam a mudança para o mantenedor do programa; então eles trabalham com o mantenedor explicando a mudança, perguntando por ela, e às vezes reescrevendo-a para manter a coerência e mantenebilidade do pacote, para ter o patch instalado.
Mas as pessoas que pensam nelas como "usuários Linux" tendem a lançar uma versão "Linux-only" do programa GNU, e consideram o trabalho terminado. Nós queremos cada e todos os programas GNU que funcionem "out of the box" em sistemas baseados em Linux; mas se os usuários não ajudarem, este objetivo se torna muito mais difícil de atingir.
Como deve o projeto GNU lidar com este problema? O que nós devemos fazer agora para disseminar a idéia de que a liberdade para os usuários de computador é importante?
Nós devemos continuar a falar sobre a liberdade de compartilhar e modificar software -- e ensinar outros usuários o valor destas liberdades. Se nós nos beneficiamos por ter um sistema operacional livre, faz sentido para nós pensar em preservar estas liberdades por um longo tempo. Se nós nos beneficiamos por ter uma variedade de software livres, faz sentido pensar sobre encorajar outras pessoas a escrever mais software livre, em vez de software proprietário.
Nós não devemos aceitar a idéia de duas comunidades separadas para GNU e Linux. Ao contrário, devemos disseminar o entendimento de que "sistemas Linux" são variantes do sistema GNU, e que os usuários destes sistemas são tanto usuários GNU como usuários Linux (usuários do kernel do Linux). Usuários que têm conhecimento disto irão naturalmente dar uma olhada na filosofia GNU que fez estes sistemas existirem.
Eu escrevi este artigo como um meio de fazer isto. Outra maneira é usar os termos "sistema GNU baseado em Linux (Linux-based GNU system)" ou "sistema GNU/Linux (GNU/Linux system)", em vez de "sistema Linux", quando você escreve sobre ou menciona este sistema.
Copyright 1996 Richard Stallman
Cópia e redistribuição permitida sem royalty contanto que esta notificação esteja preservada.
Fonte: http://www.cipsga.org.br/sections.php?op=viewarticle&artid=49
“EUA contrata IBM para construir maior supercomputador do mundo.
O governo dos Estados Unidos contratou a IBM para construir um supercomputador com mais potência que todos os listados na lista Top 500 dos maiores supercomputadores do mundo.O sistema Sequoia é uma proposta ambiciosa para a IBM. Com capacidade de 30 petaflops, ele será usado pelo Departamento de Energia dos EUA em suas pesquisas de matérias-primas nucleares. Os sistemas mais rápidos hoje alcançam 1 petaflop, um êxito notável atingido apenas ano passado.
É o maior salto de capacidade de computação já realizada”, disse Mark Seager, assistente do departamento de tecnologia avançada do Lawrence Livermore National Laboratory, na Califórnia, onde o sistema será montado. Ele deve começar a funcionar em 2012.
Na verdade, a IBM está construindo dois supercomputadores com este contrato. O primeiro será entregue no meio deste ano, chamado Dawn e irá operar em cerca de 500 teraflops. Será usado pelos pesquisadores, para ajudá-los a preparar o sistema maior.
O Sequoia usará aproximadamente 1,6 milhão de núcleos de processadores, todos chips da IBM, executando Linux - sistema que domina a computação de alta performance. Apesar de a configuração final do chip não ter sido determinada ainda, o sistema terá memória de 1,6 terabytes e será hospedado em 96 estantes do tamanho de uma geladeira. O custo final do sistema não foi revelado.
Patrick Thibodeau, editor da Computerworld, dos EUA”
Um applet do Gnome chamado Network Manager encontrado em distribuíções como Ubuntu,Debian,Fedora,etc é uma ferramenta de configuração de interfaces de redebastante útil,entretanto para aqueles que estão acostumados a resolver tudo no bom e velho terminal ou que estejam com sua conexão em banda larga roteada ele se torna inútil,então desabilita-lo assim:
Acesse o menu Sistema - Preferências - Sessões.
Na aba Programas Inicias desmarque a opção:
Network Manager. Pronto.

sudo gedit /etc/network/interfaces
ou
sudo mc /etc/network/interfaces
ou
sudo vi /etc/network/interfaces
ou
sudo nano /etc/network/interfaces
A escolha é sempre sua,afinal estamos no mundo Li,
de LIVRE,LINUX,LIBERDADE!
E deixar ele assim:# The loopback network interface
auto lo
iface lo inet loopback
# The primary network interface
auto eth0
iface eth0 inet dhcp
Eu uso o gnome-netstatus-applet um monitor de rede legal e simples,mas que cumpre facilmente a finalidade,que é informar que a rede,no caso dhcp,está ativa. Para adicionar em seu painel clique com o botão direito do mouse na barra superior do Gnome,depois adicionar ao painel,e escolher Monitor de Rede.Pronto é ele.
Ainda existe outra forma de fazer a mesma coisa,como sempre,a escolha é sua,o método foi divulgado no [Dicas-L]
É isso,mais uma dica simples porém muito útil. Bom Trabalho.
Confira os principais recursos do Ubuntu, o sistema operacional de código livre que é a maior alternativa ao Windows.
"Salve!
Sempre que me perguntam qual distribuição Linux que uso, eu respondo Slackware. Nessa hora, as pessoas têm várias reações diferentes, mas três delas são as mais comuns:
A partir daí, cada um fala uma coisa. Uns dizem: “pára meu, <> é mais fera e tal porque ela tem o pega-pacote que gerencia dependências e tal.” Ou então: “aah, Slackware não é estável. A distro <> é melhor, pois ela tem o <> SuperEstável Edition com o Kernel 2.2 que é super testado e tal.
As vezes até compensa falar que no Slackware é o administrador que informa o que deve ser feito, como vai ser feito, tudo de forma simples, estável e sem frescuras. Mas tem horas que é melhor deixar quieto, pois tem cada um viu …
Como a intenção não é falar mal das outras distros, vou tentar mostrar alguns pontos bons do Slackware:
1. Nome
Slackware: Slack = Preguiçoso
O nome já diz. Você é quem manda! Ele não faz nada além do que você pede.
2. Instalador
Nada de telinhas gráficas em 3D com várias imagens e resolução minima de 1024×768 com 32bits de cor. No Slackware, o instalador é em modo texto, porém, auto-explicativo, de fácil entendimento e não dá erro de instalação no meio do processo!
3. Gerenciador de boot
Nada contra o Grub, mas o Lilo que é default no Slackware, é o mais fácil de customizar e colocar para funcionar. Sem prompt, sem instalação problemática.
4. Kernel
O kernel padrão do Slackware é preparado para rodar em máquinas iguais ou superiores à um 486!! Na versão 10.0, o padrão era 386! Ou seja, roda em qualquer tipo de máquina sem frescuras.
5. Sistema de inicialização
O Slackware usa o padrão de inicialização BSD-style. Nada contra o SysV, usado inclusive por muitas distros, mas o BSD-style realmente é ótimo!
6. O init
Por padrão o Slackware vem com o init setado para 3. Mas mesmo vindo com esse runlevel, o sistema básico vem pronto para você logar e dar um startx. Depois você decide se vai colocar KDM/GDM/XDM(runlevel 4) ou continuar no runlevel 3. (1)
7. A organização
O Slackware possui seus scripts de inicialização e daemons tudo concentrado num canto só. Esse reduto dos daemons e init-scripts está localizado em /etc/rc.d/ Nada de um pouco em /etc/init.d; um pouco em /etc/rc.d; e até as vezes em /etc/init.d/rc.d/ :S
8. Gerenciamento de pacotes
Simples, direto, funcional e sem possíveis perdas de dados da base de pacotes. O Slackware usa o pkgtool para gerenciar pacotes, e entre os scripts incluidos nesse pacote estão:
# installpkg pacote_a_ser_instalado.tgz
# upgradepkg pacote_a_ser_atualizado.tgz
# removepkg pacote_a_ser_removido
aah! Mas está faltando um script para listar os pacotes instalados!!
Calma! Esse é um script super complexo de usar! Eis o ouro:
$ ls -lah /var/log/packages
Se você quiser fazer uma busca por algum pacote em especifíco:
$ ls -lah /var/log/packages | grep nome_do_pacote
9. Resolução de dependências
Isso que é o melhor! Sem ferramentas obrigando você a instalar coisas desnecessárias, ou até remover coisas que não é para remover.
3 pacotes a baixar(mysql-pedacinhoA, mysql-cliente, mysql-pedacinhoB); 2 pacotes para atualizar(alsa-lib, kdebase-tecoA); 1 pacotes para remover (kernel-ide)
Você baixa o pacote em tgz e instala. Se ao tentar rodar a aplicação, ocorrer um erro, você pega o nome da lib faltante e faz o download dela também. Simples e totalmente funcional.
Mas hoje, há para o Slackware um pacote que gerencia os pacotes instalados e resolve dependências. Um chama-se swaret, outro, slapt-get e o outro, slackpkg criado pelo Piter Punk.
Você pode usar qual quiser, mas se tiver problemas, pelo menos no caso do slackpkg seu e-mail informando o problema ao desenvolvedor, poderá ser em português
10. As aplicações vivem em paz com o Slackware
O Slackware vive num ambiente de paz e harmonia com seus aplicativos. Nada de forks para aplicações rodadem sobre uma distro X, nada de segmentation fault pois o pacote que você baixou do site oficial não tem aquele patch que a distro Y usa. No Slackware, você pode baixar os pacotes dos sites oficiais, compilar e gerar seu próprio tgz para manter um sistema totalmente organizado. (2)
Dicas e informações
(1) Para mudar o runlevel padrão edite o arquivo /etc/inittab
(2) Para criar seu próprio pacote em tgz, você pode criá-lo totalmente usando makepkg ou de uma forma mais rápida, porém, menos customizada usando o Checkinstall.
3. Site com diversos pacotes para Slackware: http://www.linuxpackages.net
4. Livro sobre o Slackware totalmente em pt-br: Slackbook(pt_BR)
5. Mantenham-se atualizado usando o Slackware-current. Sem esquecer de olhar também o repositório /extra e /testing e o /pasture"
Outra coisa interessante no MediaFire é possibilidade de criar pastas, e organizar os arquivos da mesma forma que fazemos em nosso HD local além é claro de permitir uma considerável taxa de upload.
Para criar uma conta,acesse o site e clique em “Create a Free Account” , informe um e-mail valido e crie uma senha,simples assim sua conta já estará criada.
Para você adicionar os arquivos em seu "disco rígido virtual" basta você clicar em “Upload Files to MediaFire” e então selecionar os arquivos que você deseja salvar. Para acessar aos arquivos enviados basta acessar a aba “My Files”.
Com estes passos simples agora é possível armazenar os seus arquivos no MediaFire, e acessá-los de onde você estiver. Portanto,não deixe de fazer aquele backup importante.Entretanto não se esqueça que é um serviço gratuíto residente em um pais distante e que pode ser descontinuado sem aviso prévio e fazendo seus arquivos desaparecerem num "buraco negro",então não confie 100% ,ou seja,faça igual aos britânicos,guarde no mínimo 03 backups do mesmo arquivo em locais diferentes.
Outros serviços de armazenamento são: Steekr (1GB de espaço para armazenamento), File123 (50MB de espaço para armazenamento), Windows Live SkyDrive (5GB de espaço para armazenamento).
Existe também o Gspace uma extensão do firefox que funciona como um cliente de ftp, só precisa informar a conta do gmail,ou criar uma conta só para manter seus arquivos.Entretanto este é o método menos seguro,porque eventualmente os administradores do gmail fazem uma limpa e apagam as contas que sstão sendo usadas como disco virtual,afinal o Gmail é um serviço de email apenas.

É possível utilizar sempre os mesmos buscadores sem que muitas das limitações de Google, Yahoo e Live Search tenham um impacto direto no seu cotidiano. Há, porém, grupos de novos serviços de busca em ascensão, que tentam explorar funções ainda renegadas pelos três grandes buscadores. Para isso, eles apostam em nichos do mercado.
Entre as novas ferramentas de busca que dão um visual mais gráfico às suas procuras na rede, como o SearchMe e o Flowww, serviços que apostam na semântica das suas palavras, como o Mahalo, e sites especializados em buscar bancos de dados específicos – como o Flickr ou o RapidShare.
Saiba mais sobre eles a seguir:
- Mahalo
Até o mais iniciante dos usuários sabe muito bem como as atuais buscas funcionam: você escreve os termos que acha mais relevantes ao assunto e o site listas quais páginas do seu gigantesco índex mais relação têm com as palavras.
O Mahalo dá um passo em direção à semântica das informações ao usar humanos que relacionam os resultados mais populares de cada termo nos buscadores convencionais, com notícias recentes sobre o assunto e informações pontuais que ajudam a contextualizar o assunto.
Pegue, por exemplo, o iPhone 3G como exemplo – ao invés de simplesmente trazer os sites mais importantes, o Mahalo traz notícias, comentários na blogosfera, buscas relacionadas e um box lateral explicando o que é o suposto aparelho da Apple.
- PowerSet
O PowerSet é outro buscador que tenta se desvencilhar da mera comparação entre os termos digitados e as páginas armazenadas. Ainda que de forma bastante incipiente e só sobre o conteúdo da Wikipédia, o buscador aceita uma linguagem mais casual e aceita algumas perguntas do usuário.
Ao questionar quais os filmes que Alfred Hitchcock dirigiu, por exemplo, o PowerSet traz os cartazes de todos os filmes do diretor. A função, porém, ainda é restrita para poucos verbetes. Ainda assim, o PowerSet oferece uma ferramenta complementar para navegar pelas informações da Wikipedia, indicando os principais assuntos dos artigos e, a partir de suas frases, criando novos tópicos sobre atividades de personalidades, por exemplo.
- SearchMe
Você digita os termos, dá o Enter e vê aquela lista que se estende até o final da página com um conjunto de textos curtos e links. No caso de você ter processamento e paciência suficientes, pode ignorar a lógica da objetividade e partir para a da apresentação com o SearchMe.
Ao invés dos links, o SearchMe faz uma cópia da página, apresentada no mesmo estilo da função Cover Flow, integrada pela Apple em iTunes, iPods e iPhones, com uma barra inferior que ajuda na navegação.
Ao realizar buscas de termos compostos, o SearchMe faz o favor de grifar o posicionamento das palavras na página, o que facilita muito a leitura do conteúdo. O serviço ganhou recentemente categorias, como Notícias, Software, Música e Blogs, que ajuda a refinar as buscas, baseadas em um algoritmo focado na língua inglesa, o que faz com que os resultados do SearchMe em português sejam ruins.
Efeito semelhante, desta vez focado no noticiário de tecnologia, usa o Flowww, que se baseia nos serviços Digg e TechMeme para demonstrar cópias inteiras das notícias mais comentadas de tecnologia do momento.
- Buscadores do Flickr
O gigantesco banco de imagens do Flickr merece uma busca mais poderosa que a oferecida pela subsidiária do Yahoo, nem que seja apenas pelo lado lúdico de agregar fotografias conforme o termo buscado.
Pegue o CompFight como exemplo: você digita o termo (“panda”, por exemplo) e sua tela fica apinhada com as fotos mais interessantes no Flickr que usem a tag “panda” segundo o próprio serviço. O CompFight pode fazer distinções pela licença de uso, tamanho e conteúdo protegido.
O Flickr Related Tag parte do mesmo princípio, mas é ainda mais visual. Digite um termo específico para que uma interface circular em Flash traga, em seu centro, um apanhado das fotos mais recentes com a tag.
Ao redor, o serviço mostra outras tags relacionadas com a que você digitou para uma exploração mais profunda do assunto.
Um passo além, o Tag Galaxy atinge o ápice da liberdade na visualização de imagens criando “constelações” que representam tags mais usadas pelos usuários para exibir “planetas” formados pelas fotografias relacionadas ao assunto.
Os planetas podem ser rotacionados para que o usuário encontre a foto mais interessante com a tag ou simplesmente abandonados em nome das estrelas vizinhas que contenham arquivos mais interessantes.
Ainda em imagens, o TinEye promete fazer às imagens o que o Google fez aos textos, encontrando imagens semelhantes à referenciada em uma base com cerca de 500 milhões de arquivos. O serviço ainda está fechado para testes.
- RapidShare
Admita: você adora o RapidShare e seus serviços semelhantes. O problema sempre foi depender das indicações de links em blogs e fóruns e simplesmente não conseguir mergulhar no banco de dados dos sites pra achar algumas preciosidades.
Entre a multidão de buscadores para serviços de armazenamento multimídia, são três os que apresentam melhores resultados: o FilesTube, o RSFind.com e o FilesHunt.
Nos três, a busca enumera os links, no RapidShare principalmente, com o álbum, filme ou série desejada pelo usuário. Se você é fã dos torrents, o Torrent-Finder agrega dezenas de outros buscadores de arquivos torrent sob uma mesma ferramenta, que permite até mesmo o download do arquivo na lista de resultados.
- Twitter
Tal qual o Flickr e o RapidShare, o Twitter é um banco de dados gigantesco composto por textos curtos. Como a ferramenta de busca do Twitter deixa muito a desejar, vários foram aqueles que tentaram criar um buscador decente para o serviço.
O Summize é o melhor entre uma relação de buscadores para Twitter que ainda conta com o TweetScan, o Flaptor e o TerraMinds. Você simplesmente digita o nome do usuário ou termo preferido e o Summize traz uma listagem na grande maioria dos casos bem fiel aos posts publicados.
Há falhas, claro – é difícil ter acesso apenas às mensagens com seu nome sem ver todas as que você publicou e falta à “busca avançada” ferramentas realmente avançadas. Ainda assim, o Summize é a melhor maneira de se encontrar no Twitter.
Fonte: IDGNow!,olhardigital.uol.com.br
Fonte: http://blogs.sun.com/TAI/entry/abaixo_uma_lista_atualizadas_dos
$ apt-cache show apt-doc
Package: apt-doc
Priority: optional
Section: doc
Installed-Size: 280
Maintainer: Ubuntu Core Developers
Original-Maintainer: APT Development Team
Architecture: all
Source: apt
Version: 0.7.9ubuntu17
Replaces: apt (<<>
O problema desta abordagem é que às vezes um defeito em algum pacote ou um download corrompido pode fazer com que o APT fique "travado", sem concluir a instalação de um determinado pacote por causa de um erro qualquer e sem aceitar instalar outros antes que o problema inicial seja resolvido.
Basicamente, quando encontrar este tipo de problema, você deve:
Rodar o apt-get update para ter certeza de que a lista de pacotes do APT se encontra atualizada.
Execute o comando apt-get -f install para usar o sistema de resolução de problemas do APT.
Caso ele não resolva, experimente usar o dpkg -i --force-all para forçar a instalação do pacote com problemas, ou use o dpkg -r nome_do_pacote caso prefira desistir da instalação.
Execute o comando dpkg --configure -a, para verificar todas pendências na configuração dos pacotes.
Rode novamente o apt-get -f install. Caso ele não resolva, experimente o apt-get -f remove, que tem uma função similar à do "-f install", mas dá preferência a remover os pacotes com problemas, ao invés de tentar corrigir a instalação.