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21 de mai. de 2009

Remakes de MSX para Linux

No cotidiano sempre queremos dar uma relaxada seja em casa ou no trabalho nosso de cada dia,principalmente quando estamos usando o computador e lembramos daqueles joguinhos legais,entretanto as vezes queremos alguma coisa diferente e para quem não conhece aí vai dois deles,da época do MSX. É um remakes para Linux Ubuntu,tem para Windows e Mac também.
O primeiro é o Roadfighter.


Para fazer o download acesse http://www.braingames.getput.com/roadf/ depois clique em download e escolha a versão. No Ubuntu basta dar dois cliques em cima do arquivo .deb que o sistema vai instalar tranquillamente,basta dar a senha de root e pronto. No Mac e no Windows dispensa explicações,claro.

O segundo é o F1-Spirit




Para fazer o download acesse http://www.braingames.getput.com/f1spirit/default.asp depois clique em download e escolha a versão. No Ubuntu basta dar dois cliques em cima do arquivo .deb que o sistema vai instalar tranquillamente,basta dar a senha de root e pronto. No Mac e no Windows dispensa explicações,claro.

Na página principal tem outros jogos,é só escolher,eu gostei destes que estou indicando.Depois de instalados é só alegria. Bom Divertimento! :)

22 de abr. de 2009

Pequenos ajustes no debian

O Debian é um sistema fantástico estável,seguro,leve,rápido e logo que damos o primeiro boot com ele percebemos estas qualidades. Porém imediatamente vemos que algumas coisas são chatas,pelo menos pra mim,então a única saída é ajustar as coisas ao seu gosto,mas pra isso vamos usar terminal,nautilus,editor de texto,etc. As dicas foram usadas no Debian 5.0 (lenny).

- Nautilus. No Debian vem configurado para abrir no conceito espacial (cada clique em uma pasta abre uma janela),vamos alterar para o modo navegador:

Editar >> preferências >> Comportamento : marque a caixa "Sempre abrir em janelas de navegador" , aproveite e marque também "clique único para abrir ítens" , eu adoro o clique único,é rápido e bastante diferente daquele outro S.O famoso.

- Gnome-Terminal. Se tem uma coisa que quase me leva a loucura é o tamanho do terminal,fica em aplicações>>acessórios>>terminal. Existem duas formas de alterar o tamanho ao seu gosto.

Metodo 1 - Crie um atalho no painel superior,para isso basta arrastar o ícone do terminal até lá,depois clique com o botão direito >> propriedades >> comando , e , acrescente ao lado do comando gnome-terminal --geometry=206x30 ,este é o tamanho que eu uso,escolha o que te convier. O único problema desta forma é que ao usar outro atalho que não este o terminal irá abrir no tamanho padrão.

Metodo 2 - A solução definitiva é editar o arquivo de configuração /usr/share/vte/termcap/xterm. Pra isso digite alt+f2 quando abrir o executar digite gksu gedit /usr/share/vte/termcap/xterm ,quando a arquivo xterm abrir procure pela linha :co#80:it#8:li#24:\ então altere os valores 80 e 24 para o tamanho que melhor lhe convier,o 80 é o tamanho horizontal,o 24 vertical. O meu ficou assim: :co#206:it#8:li#30:\ . Salve o arquivo e saia,Vá no menu e abra o terminal,pronto,já esta no tamanho que você escolheu definitivamente.

- Som. Comigo aconteceu do som não sair,e depois de verificar e fuçar em tudo e ver que estava tudo instalado corretamente e funcionando,ou seja,o player de música tocava a música normalmente mas sem som,o sistema todo estava mudo e não acusava qualquer erro,a solução foi simples. Abra o terminal e digite :
$ alsamixer
Como usuário comum. será exibido um tela com um monte de barras coloridas,para navegar use as setas do teclado,são elas que aumentam ou diminuem,meu conselho é para aumentar tudo,ou se preferir deixe o player tocando e vá mexendo até descobrir qual faz o som sair nas caixas. Outro detalhe é ver se a letra M ( de mudo!) está aparecendo,para desativar o M (de mudo!) aperte a letra M do seu teclado. Pronto,agora o som vai sair,mas sua placa de som tem de estar perfeitamente instalada,esta dica é porque no debian o alsa vem por padrão com o som mudo,basta o usuário configurar,como explicado.
Antes disso e para prevenir qualquer problema digite no terminal,mas como root:
#alsaconf
E vá seguindo as orientações da tela,normalmente basta ir aceitando o padrão,no final sua placa deve estar configurada. depois disso siga o procedimento acima.

-Wallpapers. Normalmente as pessoas gostam de usar papéis de parede diferentes,isso é muito fácil de alterar no gnome,basta clicar com botão direito do mouse na área de trabalho (desktop) e escolher "alterar plano de fundo" depiois em adicionar e pronto. Mas e se você tem uma coleção grande de walpapers? Pra facilitar e ter todas elas disponíveis num só lugar,coloque-as na pasta padrão do sistema: /usr/share/pixmaps/backgrounds . Só da pra fazer isso como root e no terminal,ou usando o nautilus como root.
-pelo nautilus: alt+f2,digitar gksu nautilus,senha,enter. Navegue até o diretório citado e coloque seus walpapers lá,se quiser pra fins de organização crie uma pasta com o nome "wallpapers" e copie tudo lá pra dentro.
-pelo terminal : Como root,digite o comando mv origem destino . Sendo origem o local onde estão seus wlapapers e destino o /usr/share/pixmaps/backgrounds. Não esqueça de criar a pasta wallpapers antes assim: mkdir /usr/share/pixmaps/backgrounds/walpapers/ .

A dica abaixo não é minha,mas muito interessante é útil,por isso vou reproduzir aqui dandoos devidos créditos ao autor,que por sinal sou leitor assíduo dos seus artigos.
O artigo completo,inclusive com outras dicas está em http://www.gdhpress.com.br/blog/guia-debian-lenny/ , do Carlos Morimoto.
"Por default, o Debian vem com o bash_completion desativado para o root, o que faz com que você não consiga completar os comandos usando a tecla TAB. Para resolver isso, abra o arquivo "/etc/bash.bashrc" e, próximo ao final, descomente as linhas:

if [ -f /etc/bash_completion ]; then
. /etc/bash_completion
fi

Para que o terminal fique colorido (pastas aparecem em azul, arquivos compactados em vermelho e assim por diante, o que torna mais fácil identificar os arquivos) adicione a linha:

alias ls="ls --color=auto"

… no final do arquivo "/etc/profile".

Em ambos os casos, para que a alteração entre em vigor, você deve fazer logout no terminal (usando o comando "exit", ou pressionando Ctrl+D) e logando-se novamente."

Outras dicas podem ser encontradas nestas links,além do citado acima:

Por enquanto é só,conforme for lembrando ou descobrindo coisas interessantes vou atualizando o post.

27 de mar. de 2009

Código-conceito malicioso capaz de se alojar na BIOS

Notícia interesante divulgada no G1 reproduzida abaixo na íntegra:

"A conferência de segurança CanSecWest, que terminou na semana passada, reuniu pesquisadores do mundo todo para demonstrar novas técnicas de segurança e invasão. Lá, dois argentinos mostraram como é possível armazenar um código malicioso permanente na BIOS (Sistema Básico de Entrada e Saída) da placa-mãe, um local antes considerado seguro contra pragas digitais.


Também no resumo de notícias dessa semana: praga digital infecta modems ADSL e roteadores; dispositivos móveis saem ilesos de competição na CanSecWest; atualização do Java corrige brechas de segurança.

Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e deixe-a na seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras.

>>>> Pesquisadores demonstram ataque que se aloja na BIOS
Dois pesquisadores argentinos da empresa de segurança Core Security Technologies demonstraram um código-conceito capaz de se alojar na BIOS (Sistema Básico de Entrada/Saída) da placa-mãe do computador. Anibal Sacco e Alfredo Ortega fizeram a apresentação durante a conferência de segurança CanSecWest, na semana passada.

Como o código é executado a partir da placa-mãe, reinstalar o sistema operacional ou mesmo reformatar o disco rígido não é suficiente para remover o programa indesejado. Os programa gerado pelos pesquisadores consegue ler e alterar arquivos presentes no disco rígido a partir da BIOS.

Especialistas conseguiram injetar um código no sistema da placa-mãe do computador, diferentemente dos vírus comuns, que se alojam apenas no disco rígido. (Foto: Divulgação)

Até hoje não se tem notícia de nenhum código malicioso capaz de usar a BIOS para infectar o sistema. Algumas pragas digitais, como o CIH (também conhecido como Chernobyl) e o MagiStr tentavam zerar o conteúdo da memória onde é armazenada a BIOS, o que fazia com que o computador não inicializasse mais. Os pesquisadores, no entanto, conseguiram inserir seu próprio código na BIOS, em vez de danificá-la.

O ataque independe do sistema operacional. Na demonstração, os pesquisadores infectaram a BIOS a partir do Windows e do OpenBSD. Eles também obtiveram sucesso na tentativa de modificar a BIOS de uma máquina virtual -- como são chamados os computadores “virtuais” que rodam em apenas um único hardware, mas com sistemas operacionais distintos. Nesse caso, a BIOS do computador físico não era afetada, mas todas as máquinas virtuais eram infectadas.

Os pesquisadores dizem ser preciso mais pesquisa para que possa ser criado um vírus “camuflado” -- ou rootkit -- que reinfecta silenciosamente o computador sem que o usuário perceba. Uma praga digital assim seria muito difícil de ser eliminada, ou mesmo detectada.

A prova da possibilidade de ataques persistentes usando a BIOS chega mais de dois anos depois de outra pesquisa que demonstrou a possibilidade de instalar pragas digitais em placas PCI, em novembro de 2006.

Mesmo depois de tanto tempo, nenhum vírus real fez uso dessa técnica para se alojar em placas PCI. O mesmo pode ser esperado desta, a não ser que códigos prontos sejam disponibilizados para facilitar a integração dessa funcionalidade nas pragas digitais.

Os pesquisadores não informaram se os chips de computação confiável (Trusted Platform Module), já incluídos em alguns computadores mais recentes, dificultam a realização do ataque ou mesmo sua identificação. Os slides usados na apresentação estão disponíveis na internet em PDF.

>>>> Praga se espalha por modems ADSL e roteadores que rodam Linux
Pesquisadores da DroneBL anunciaram esta semana a descoberta de um vírus que se espalha por modems ADSL e roteadores cujo sistema é baseado em Linux (arquitetura MIPS). Batizada de “psyb0t”, a praga tira proveito de senhas fracas configuradas nos equipamentos e em vulnerabilidades existentes em firmwares -- como é chamado o software que opera o modem -- desatualizados.

O OpenWRT é um dos sistemas afetados, mas apenas se a configuração padrão foi modificada para permitir gerenciamento fora da rede interna. (Foto: Reprodução)

A grande maioria dos modems não é afetado. Muitos equipamentos não rodam Linux, e mesmo entre os que rodam, a configuração padrão costuma não permitir o acesso remoto ao painel de administração -- necessário para que o vírus se propague. No Brasil, prestadoras de serviço ADSL costumam bloquear as conexões que o vírus necessita, o que colocaria apenas utilizadores de conexões empresariais em risco.

Para verificar se o seu modem foi afetado, basta tentar entrar no painel de administração. Se a tela de login, pelo menos, aparecer, não há infecção, pois o vírus bloqueia o acesso. Se o aparelho estiver infectado, basta realizar um “hard reset” no modem e configurá-lo de forma adequada.

A praga digital captura senhas e usuários por meio da análise do tráfego que passa pelo modem e forma uma rede zumbi, capaz de realizar ataques de negação de serviço, entre outros. O site da DroneBL está sob ataque, o que levou os pesquisadores à descoberta.

O psyb0t ataca apenas roteadores e modems que usam Linux. Computadores comuns e servidores não estão em risco.

>>>> Dispositivos móveis saem ilesos de competição
A Pwn2Own, competição de segurança realizada na conferência de segurança CanSecWest, no Canadá, colocou navegadores web e dispositivos móveis lado a lado para que especialistas em segurança pudessem demonstrar falhas ainda desconhecidas para invadi-los. Nos navegadores web, apenas o Chrome sobreviveu. Porém, todos os dispositivos móveis participantes -- BlackBerry, Android, iPhone, Symbian e Windows Mobile -- saíram ilesos.

Os navegadores Internet Explorer, Firefox e Safari foram comprometidos já no primeiro dia. Um pesquisador alemão que se identificou apenas como “Nils” conseguiu quebrar a segurança dos três navegadores. Antes dele, Charles Miller havia obtido acesso ao computador com Safari, tornando o navegador da Apple o único que foi atacado com sucesso duas vezes. O navegador Opera não participou da competição.

Os dispositivos móveis sofreram poucas tentativas de ataque, e as poucas não tiveram sucesso. Segundo a TippingPoint, cujo programa Zero Day Initiative (ZDI) patrocina o evento, a edição do ano que vem contará novamente com dispositivos móveis, porém os modelos exatos a serem usados serão divulgados com mais antecedência, para permitir que os interessados testem seus códigos antes de ir na competição, onde cada um tem apenas 30 minutos.

>>>> Nova versão do Java corrige problemas de segurança

Configurações de atualização do Java estão disponíveis no Painel de Controle. (Foto: Reprodução)

A Sun lançou o Java Runtime Environment (JRE) 6.0 Update 13 e o 5.0 Update 18 para solucionar dois problemas de segurança. A atualização do JRE é importante porque ele pode ser chamado pelo navegador web, permitindo que páginas web maliciosas sejam capazes de tirar proveito das brechas existentes no Java.

O JRE inclui um mecanismo de atualização automática. Basta aceitá-la quando aparecer o aviso sobre uma nova versão do Java, perto do relógio do Windows.

Assim termina o resumo das principais notícias desta semana. Na segunda-feira (30), a coluna volta para falar sobre os vírus que, como essa nova pesquisa dos pesquisadores argentinos, expandiram o conceito de “código malicioso”. Bom fim de semana a todos!

* Altieres Rohr é especialista em segurança de computadores e, nesta coluna, vai responder dúvidas, explicar conceitos e dar dicas e esclarecimentos sobre antivírus, firewalls, crimes virtuais, proteção de dados e outros. Ele criou e edita o Linha Defensiva, site e fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna “Segurança para o PC”, o especialista também vai tirar dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários. Acompanhe também o Twitter da coluna, na página http://twitter.com/g1seguranca. "

28 de fev. de 2009

Praga remove BankerFix e outros softwares de segurança

Notícia muito importante divulgada no site linhadefensiva.org sobre o software de segurança BankerFix,reproduzo abaixo na íntegra

"Ferramenta da Linha Defensiva é alvo de cavalo de troia brasileiro. Softwares antivírus, firewalls e plugins de banco também são removidos

Fabio Assolini | 30/01/2009 - 23h53

O grupo de análises da Linha Defensiva ARIS-LD obteve acesso a uma praga brasileira desenvolvida especialmente para remover os softwares de segurança instalados no computador da vítima. A ferramenta de remoção de trojans brasileiros BankerFix, da Linha Defensiva, está entre as removidas pela praga.

O BankerFix foi criado pela Linha Defensiva em julho de 2006 e tem a função de remover ladrões de senhas bancárias de origem brasileira. Sua versão 2.0 foi baixada mais de 2,1 milhões de vezes. A versão atual, 3.0, está próxima de meio milhão de downloads. A base de dados da ferramenta é mantida com a contribuição dos internautas que enviam e-mails suspeitos e links de pragas brasileiras.

Além do BankerFix, a praga é programada para remover os softwares de segurança mais usados no Brasil, entre eles os antivirus AVG, Avast, NOD32, Norton Anti-Virus, os antispywares Spybot S&D e Ad-Aware e os firewalls Sygate e Norton Internet Security. Como outros ladrões de senha já fazem, há também a tentativa de eliminar os plugins de segurança usados pelos bancos brasileiros para proteger seus clientes durante as transações via internet.

O arquivo autoconvv.RRI é o que realiza a remoção dos arquivos durante a inicialização do sistema. Depois da infecção, isso deve ocorrer na próxima vez que o computador for ligado ou reiniciado.

Reprodução/ARIS-LD


Trecho da lista de arquivos removidos; BankerFix, Norton, Sygate e NOD32 estão entre os alvos

A praga ainda tem baixa taxa de detecção dos programas antivírus. Uma análise no serviço VirusTotal mostrou que, de 39 programas antivírus, apenas 16 identificaram o cavalo de troia.

Os arquivos criados por essa praga já são removidos pelo BankerFix. Refazer o download do programa é suficiente para torná-lo novamente operante."

Fonte: http://www.linhadefensiva.org/2009/01/praga-remove-bankerfix-e-outros-softwares-de-seguranca/

18 de fev. de 2009

Documentação GNOME

Foi divulgado a documentação oficial em bom português do Brasil,do GNOME. Não sei ainda se está completa,mas qualquer esforço neste sentido é sempre muito bem vindo,principalmente porque o Brasil é um dos maiores incentivadores do Software livre/Código Aberto ou Sistema GNU/Linux,que utiliza o Gerenciador de janelas GNOME como padrão em várias distribuições (sistemas operacionais)

Na página principal do GULZO e também do GULRIO

Biblioteca de Documentação do GNOME


tem os links para a Documentação oficial do GNOME, disponível para os 03 níveis:

Usuário

Administrador

Desenvolvedor

Bom estudo!

10 de fev. de 2009

Linux e o Sistema GNU - Richard Stallman

Escrito por Richard Stallman
(sobre a relação entre o Linux e o projeto GNU)

Texto traduzido por Erik Kohler.


O projeto GNU começou há 12 anos atrás com o objetivo de desenvolver um sistema operacional Unix-like totalmente livre. "Livre" se refere à liberdade, e não ao preço; significa que você está livre para executar, distribuir, estudar, mudar e melhorar o software.

Um sistema Unix-like consiste de muitos programas diferentes. Nós achamos alguns componentes já disponíveis como softwares livres -- por exemplo, X Window e TeX. Obtemos outros componentes ajudando a convencer seus desenvolvedores a tornarem eles livres -- por exemplo, o Berkeley network utilities. Outros componentes nós escrevemos especificamente para o GNU -- por exemplo, GNU Emacs, o compilador GNU C, o GNU C library, Bash e Ghostscript. Os componentes desta última categoria são "software GNU". O sistema GNU consiste de todas as três categorias reunidas.

O projeto GNU não é somente desenvolvimento e distribuição de alguns softwares livres úteis. O coração do projeto GNU é uma idéia: que software deve ser livre, e que a liberdade do usuário vale a pena ser defendida. Se as pessoas têm liberdade mas não a apreciam conscientemente, não irão mantê-la por muito tempo. Se queremos que a liberdade dure, precisamos chamar a atenção das pessoas para a liberdade que elas têm em programas livres.

O método do projeto GNU é que programas livres e a idéia da liberdade dos usuários ajudam-se mutuamente. Nós desenvolvemos software GNU, e conforme as pessoas encontrem programas GNU ou o sistema GNU e comecem a usá-los, elas também pensam sobre a filosofia GNU. O software mostra que a idéia funciona na prática. Algumas destas pessoas acabam concordando com a idéia, e então escrevem mais programas livres. Então, o software carrega a idéia, dissemina a idéia e cresce da idéia.

Em 1992, nós encontramos ou criamos todos os componentes principais do sistema exceto o kernel, que nós estávamos escrevendo. (Este kernel consiste do microkernel Mach mais o GNU HURD. Atualmente ele está funcionando, mas não está preparado para os usuários. Uma versão alfa deverá estar pronta em breve.)

Então o kernel do Linux tornou-se disponível. Linux é um kernel livre escrito por Linus Torvalds compatível com o Unix. Ele não foi escrito para o projeto GNU, mas o Linux e o quase completo sistema GNU fizeram uma combinação útil. Esta combinação disponibilizou todos os principais componentes de um sistema operacional compatível com o Unix, e, com algum trabalho, as pessoas o tornaram um sistema funcional. Foi um sistema GNU variante, baseado no kernel do Linux.

Ironicamente, a popularidade destes sistemas desmerece nosso método de comunicar a idéia GNU para as pessoas que usam GNU. Estes sistemas são praticamentes iguais ao sistema GNU -- a principal diferença é a escolha do kernel. Porém as pessoas normalmente os chamam de "sistemas Linux (Linux systems)". A primeira impressão que se tem é a de que um "sistema Linux" soa como algo completamente diferente de "sistema GNU", e é isto que a maioria dos usuários pensam que acontece.

A maioria das introduções para o "sistema Linux" reconhece o papel desempenhado pelos componentes de software GNU. Mas elas não dizem que o sistema como um todo é uma variante do sistema GNU que o projeto GNU vem compondo por uma década. Elas não dizem que o objetivo de um sistema Unix-like livre como este veio do projeto GNU. Daí a maioria dos usuários não saber estas coisas.

Como os seres humanos tendem a corrigir as suas primeiras impressões menos do que as informações subsequentes tentam dizer-lhes, estes usuários que depois aprendem sobre a relação entre estes sistemas e o projeto GNU ainda geralmente o subestima.

Isto faz com que muitos usuários se identifiquem como uma comunidade separada de "usuários de Linux", distinta da comunidade de usuários GNU. Eles usam todos os softwares GNU; de fato, eles usam quase todo o sistema GNU; mas eles não pensam neles como usuários GNU, e frequentemente não pensam que a filosofia GNU está relacionada a eles.

Isto leva a outros problemas também -- mesmo dificultando cooperação com a manutenção de programas. Normalmente quando usuários mudam um programa GNU para fazer ele funcionar melhor em um sistema específico, eles mandam a mudança para o mantenedor do programa; então eles trabalham com o mantenedor explicando a mudança, perguntando por ela, e às vezes reescrevendo-a para manter a coerência e mantenebilidade do pacote, para ter o patch instalado.

Mas as pessoas que pensam nelas como "usuários Linux" tendem a lançar uma versão "Linux-only" do programa GNU, e consideram o trabalho terminado. Nós queremos cada e todos os programas GNU que funcionem "out of the box" em sistemas baseados em Linux; mas se os usuários não ajudarem, este objetivo se torna muito mais difícil de atingir.

Como deve o projeto GNU lidar com este problema? O que nós devemos fazer agora para disseminar a idéia de que a liberdade para os usuários de computador é importante?

Nós devemos continuar a falar sobre a liberdade de compartilhar e modificar software -- e ensinar outros usuários o valor destas liberdades. Se nós nos beneficiamos por ter um sistema operacional livre, faz sentido para nós pensar em preservar estas liberdades por um longo tempo. Se nós nos beneficiamos por ter uma variedade de software livres, faz sentido pensar sobre encorajar outras pessoas a escrever mais software livre, em vez de software proprietário.

Nós não devemos aceitar a idéia de duas comunidades separadas para GNU e Linux. Ao contrário, devemos disseminar o entendimento de que "sistemas Linux" são variantes do sistema GNU, e que os usuários destes sistemas são tanto usuários GNU como usuários Linux (usuários do kernel do Linux). Usuários que têm conhecimento disto irão naturalmente dar uma olhada na filosofia GNU que fez estes sistemas existirem.

Eu escrevi este artigo como um meio de fazer isto. Outra maneira é usar os termos "sistema GNU baseado em Linux (Linux-based GNU system)" ou "sistema GNU/Linux (GNU/Linux system)", em vez de "sistema Linux", quando você escreve sobre ou menciona este sistema.

Copyright 1996 Richard Stallman

Cópia e redistribuição permitida sem royalty contanto que esta notificação esteja preservada.

Fonte: http://www.cipsga.org.br/sections.php?op=viewarticle&artid=49

4 de fev. de 2009

Supercomputador IBM de 30 petaflops vai rodar Linux!

“EUA contrata IBM para construir maior supercomputador do mundo.
O governo dos Estados Unidos contratou a IBM para construir um supercomputador com mais potência que todos os listados na lista Top 500 dos maiores supercomputadores do mundo.

O sistema Sequoia é uma proposta ambiciosa para a IBM. Com capacidade de 30 petaflops, ele será usado pelo Departamento de Energia dos EUA em suas pesquisas de matérias-primas nucleares. Os sistemas mais rápidos hoje alcançam 1 petaflop, um êxito notável atingido apenas ano passado.

É o maior salto de capacidade de computação já realizada”, disse Mark Seager, assistente do departamento de tecnologia avançada do Lawrence Livermore National Laboratory, na Califórnia, onde o sistema será montado. Ele deve começar a funcionar em 2012.

Na verdade, a IBM está construindo dois supercomputadores com este contrato. O primeiro será entregue no meio deste ano, chamado Dawn e irá operar em cerca de 500 teraflops. Será usado pelos pesquisadores, para ajudá-los a preparar o sistema maior.

O Sequoia usará aproximadamente 1,6 milhão de núcleos de processadores, todos chips da IBM, executando Linux - sistema que domina a computação de alta performance. Apesar de a configuração final do chip não ter sido determinada ainda, o sistema terá memória de 1,6 terabytes e será hospedado em 96 estantes do tamanho de uma geladeira. O custo final do sistema não foi revelado.

Patrick Thibodeau, editor da Computerworld, dos EUA”

Fonte: BR-Linux , IDGNow

28 de jan. de 2009

GDrive - O Disco virtual do Goole

Mais uma novidade do Google,não tão nova pois desde 2006 que existem rumores sobre um disco virtual do Google. Se será lançado como beta mantendo a tradição ou não vamos esperar para ver.
Numa época em que o conceito de "cloud computing" está em alta é bastante lógico que o gigante das buscas faça algo assim,aliás penso até que está demorando haja vista outras opções como Sky Drive,da Microsoft, Media Fire. Entretanto não vamos nos empolgar pois parece que a coisa ainda precisa de muitos ajustes.
Numa época em que os arquivos estão cada vez maiores e por uma questão de praticidade existe uma necessidade de manter boa parte destes na chamada nuvem,facilitando o acesso aos arquivos à partir de qualquer lugar e usando qualquer dispositivo com smarthfone,laptop,pc,netbook.
O Google tem se mostrado bastante competente quando se trata de "cloud computing", serviços como Gmail,Picasaweb,Google Docs,iGoogle,etc estão fazendo muito sucesso,esperamos que o Gdrive venha funcional e intuitivo.

15 de dez. de 2008

Desabilitando o Applet Network Manager do Gnome

Um applet do Gnome chamado Network Manager encontrado em distribuíções como Ubuntu,Debian,Fedora,etc é uma ferramenta de configuração de interfaces de redebastante útil,entretanto para aqueles que estão acostumados a resolver tudo no bom e velho terminal ou que estejam com sua conexão em banda larga roteada ele se torna inútil,então desabilita-lo assim:

Acesse o menu Sistema - Preferências - Sessões.

Na aba Programas Inicias desmarque a opção:

Network Manager. Pronto.

No meu caso configurei a banda larga (velox) roteada,então notei que ficava dois applets de no Gnome Ubuntu,um era o Network Manager com a mensagem "rede desabilitada" e um pequeno triângulo laranja indicando este estado,coisa totalmente inútil,pelo simples fato de que não tem como no network manager configurar adsl roteada,eu pelo menos não encontrei,tem "rede com fio","rede sem fio","banda larga móvel","vpn","dsl(pppoe)",infelizmente o Dhcp não tem e por isso o Network Maneger se torna totalmente inútil deixando qualquer ser humano normal incomodado com o tal aviso. Para você ter uma idéia melhor do que estou explicando veja a imagem abaixo e observe o ícone com o tal triângulo laranja,o network manager,ao lado do ícone da HP.




A melhor forma de configurar sua adsl roteada é via terminal mesmo ou simplesmente editando o arquivo

sudo gedit /etc/network/interfaces

ou

sudo mc /etc/network/interfaces

ou

sudo vi /etc/network/interfaces

ou

sudo nano /etc/network/interfaces

A escolha é sempre sua,afinal estamos no mundo Li,
de LIVRE,LINUX,LIBERDADE!

E deixar ele assim:

# The loopback network interface
auto lo
iface lo inet loopback

# The primary network interface
auto eth0
iface eth0 inet dhcp

Eu uso o gnome-netstatus-applet um monitor de rede legal e simples,mas que cumpre facilmente a finalidade,que é informar que a rede,no caso dhcp,está ativa. Para adicionar em seu painel clique com o botão direito do mouse na barra superior do Gnome,depois adicionar ao painel,e escolher Monitor de Rede.Pronto é ele.

Ainda existe outra forma de fazer a mesma coisa,como sempre,a escolha é sua,o método foi divulgado no [Dicas-L]

É isso,mais uma dica simples porém muito útil. Bom Trabalho.


2 de dez. de 2008

Nokia N97

Foi divulgado no Guiadohardware.net/noticias este post muito interessante,escrito por eles, que reproduzo abaixo.

A Nokia anunciou oficialmente o dispositivo que tinha mantido em segredo por um bom tempo. A novidade é o Nokia N97, o novo smartphone focado em multimídia da empresa. Ele possui uma grande tela sensível ao toque de 3.5 polegadas, 32 GB de memória interna, teclado QWERTY, WiFi, Bluetooth, GPS, câmera Carl Zeiss de 5 MP, e plugue para fone 3.56 mm. Através do slot microSD, a memória pode ser expansível para 48 GB, pela adição de um cartão de 16 GB.

O N97 será vendido a 550 Euros, ou 693 dólares, no primeiro semestre do próximo ano. Confira as especificações oficiais:


  • Rede: WCDMA 900/1900/2100 (HSDPA), EGSM 850/900/1800/1900 MHz

  • Interface: S60 5ª Edição
  • Dimensões: 117.2 x 55.3 x 15.9 mm (L x W x H) *18.25 mm na área da câmera

  • Peso: Aprox. 150 g

  • Tela: 3.5" TFT com até 16 milhões de cores (640x360 pixels)

  • Bateria: Nokia Battery BP-4L, 1500 mAh

  • Memória interna: 32 GB
  • Slot para cartões: microSD

  • Vídeo: MPEG-4 / SP e MPEG-4 AVC/H.264, até 30 fps, resolução VGA

  • RealVideo até QCIF - 30 fps

  • Windows Media (WMV9) até CIF - 30 fps
  • Flash Lite 3.0 / Flash Video no navegador

  • Áudio: MP3, AAC, eAAC, eAAC+, WMA

  • Câmera de 5 Megapixels (2584 x 1938 pixels)

  • Captura de vídeo: MPEG-4 VGA (640 x 480) até 30 fps

  • Flash: Dual LED
  • Autonomia em conversação: Até 320 min (3G), 400 min (GSM)

  • Autonomia em standby: Até 400 horas (3G), 430 horas (GSM)

  • Autonomia tocando vídeo: Até 4,5 horas (modo offline)

  • Autonomia tocando áudio:Up to 37 hours (modo offline)

  • WLAN IEEE 802.11b/g com suporte a UPnP

  • Conector Micro-USB
  • Plugue para fones estéreos 3.5 mm e suprote a TV-out (PAL/NTSC)

  • Bluetooth 2.0 com áudio A2DP, enhanced data rates (EDR)

  • Receptor GPS com suprote para GPS assistido (A-GPS)



A sensação que fica é : Eu não quero um iphone! Eu quero um Nokia N97!

Fonte: http://www.guiadohardware.net/noticias/2008-12/4935775D.html

19 de nov. de 2008

Usuário Linux

E finalmente outra excelente matéria do Olhar Digital.






Um número cada vez maior de pessoas adere ao sistema operacional
O Linux é um software livre, criado e desenvolvido por colaboradores espalhados por todo o mundo, e cujo código-fonte é aberto, ou seja, qualquer pessoa pode dar sua colaboração. Isso faz com que a plataforma se torne mais segura, já que os próprios hackers são os responsáveis pelos upgrades do sistema. Entre as versões do Linux, a mais indicada para usuários domésticos é a Ubuntu, que conta com um ambiente gráfico semelhante ao do Windows.

Link:
Ubuntu

Distribuições Linux

Outra excelente matéria do Olhar Digital.






Saiba quais são e o que oferecem as versões mais usadas pelos brasileiros
Quando o assunto é Linux, uma das dúvidas mais freqüentes é: “qual distribuição é a melhor?”. Bom, existem distribuições para os mais diversos fins, sendo que um usuário experiente é até capaz de montar sua própria distribuição, adicionando as funcionalidades que desejar. Escolhemos as seis versões mais usadas no Brasil - Fedora, OpenSuse, Mandriva, Kurumin, Débian e Ubúntu, para mostrar a vocês no Olhar Digital.

Windows vs Ubuntu, quem vence esta disputa?

Excelente matéria divulgada no Olhar Digital.




Sistemas operacionais para o seu desktop ou notebook

Confira os principais recursos do Ubuntu, o sistema operacional de código livre que é a maior alternativa ao Windows.

Ubuntu

Canonical

Fórum Mundial Ubuntu

Fórum Nacional Ubuntu

9 de nov. de 2008

O porquê de usar Slackware

Navegando nas águas profundas e misteriosas da web com meu Slackware-Current numa tarde nublada de domingo,eis que me deparei com este excelente artigo,cuja idéia de reproduzir foi apenas de ajudar a divulgar um pouco mais o Slackware e o Linux de forma geral dando os devidos créditos ao autor do texto,do site:
http://www.hlegius.pro.br/category/linux/slackware/
Que reproduzo na íntegra logo abaixo:

"Salve!

Sempre que me perguntam qual distribuição Linux que uso, eu respondo Slackware. Nessa hora, as pessoas têm várias reações diferentes, mas três delas são as mais comuns:

  • Não entendi, usa o quê ?
  • Eita, Slackware ? Você é louco, meu!
  • Slackware ? Nunca ouvi falar…

A partir daí, cada um fala uma coisa. Uns dizem: “pára meu, <> é mais fera e tal porque ela tem o pega-pacote que gerencia dependências e tal.” Ou então: “aah, Slackware não é estável. A distro <> é melhor, pois ela tem o <> SuperEstável Edition com o Kernel 2.2 que é super testado e tal.

As vezes até compensa falar que no Slackware é o administrador que informa o que deve ser feito, como vai ser feito, tudo de forma simples, estável e sem frescuras. Mas tem horas que é melhor deixar quieto, pois tem cada um viu …

Como a intenção não é falar mal das outras distros, vou tentar mostrar alguns pontos bons do Slackware:

1. Nome
Slackware: Slack = Preguiçoso
O nome já diz. Você é quem manda! Ele não faz nada além do que você pede.

2. Instalador
Nada de telinhas gráficas em 3D com várias imagens e resolução minima de 1024×768 com 32bits de cor. No Slackware, o instalador é em modo texto, porém, auto-explicativo, de fácil entendimento e não dá erro de instalação no meio do processo!

3. Gerenciador de boot
Nada contra o Grub, mas o Lilo que é default no Slackware, é o mais fácil de customizar e colocar para funcionar. Sem prompt, sem instalação problemática.

4. Kernel
O kernel padrão do Slackware é preparado para rodar em máquinas iguais ou superiores à um 486!! Na versão 10.0, o padrão era 386! Ou seja, roda em qualquer tipo de máquina sem frescuras.

5. Sistema de inicialização
O Slackware usa o padrão de inicialização BSD-style. Nada contra o SysV, usado inclusive por muitas distros, mas o BSD-style realmente é ótimo!

6. O init
Por padrão o Slackware vem com o init setado para 3. Mas mesmo vindo com esse runlevel, o sistema básico vem pronto para você logar e dar um startx. Depois você decide se vai colocar KDM/GDM/XDM(runlevel 4) ou continuar no runlevel 3. (1)

7. A organização
O Slackware possui seus scripts de inicialização e daemons tudo concentrado num canto só. Esse reduto dos daemons e init-scripts está localizado em /etc/rc.d/ Nada de um pouco em /etc/init.d; um pouco em /etc/rc.d; e até as vezes em /etc/init.d/rc.d/ :S

8. Gerenciamento de pacotes
Simples, direto, funcional e sem possíveis perdas de dados da base de pacotes. O Slackware usa o pkgtool para gerenciar pacotes, e entre os scripts incluidos nesse pacote estão:

# installpkg pacote_a_ser_instalado.tgz
# upgradepkg pacote_a_ser_atualizado.tgz
# removepkg pacote_a_ser_removido

aah! Mas está faltando um script para listar os pacotes instalados!!
Calma! Esse é um script super complexo de usar! Eis o ouro:

$ ls -lah /var/log/packages

Se você quiser fazer uma busca por algum pacote em especifíco:

$ ls -lah /var/log/packages | grep nome_do_pacote

9. Resolução de dependências
Isso que é o melhor! Sem ferramentas obrigando você a instalar coisas desnecessárias, ou até remover coisas que não é para remover.

3 pacotes a baixar(mysql-pedacinhoA, mysql-cliente, mysql-pedacinhoB); 2 pacotes para atualizar(alsa-lib, kdebase-tecoA); 1 pacotes para remover (kernel-ide)

Você baixa o pacote em tgz e instala. Se ao tentar rodar a aplicação, ocorrer um erro, você pega o nome da lib faltante e faz o download dela também. Simples e totalmente funcional.

Mas hoje, há para o Slackware um pacote que gerencia os pacotes instalados e resolve dependências. Um chama-se swaret, outro, slapt-get e o outro, slackpkg criado pelo Piter Punk.
Você pode usar qual quiser, mas se tiver problemas, pelo menos no caso do slackpkg seu e-mail informando o problema ao desenvolvedor, poderá ser em português :P

10. As aplicações vivem em paz com o Slackware
O Slackware vive num ambiente de paz e harmonia com seus aplicativos. Nada de forks para aplicações rodadem sobre uma distro X, nada de segmentation fault pois o pacote que você baixou do site oficial não tem aquele patch que a distro Y usa. No Slackware, você pode baixar os pacotes dos sites oficiais, compilar e gerar seu próprio tgz para manter um sistema totalmente organizado. (2)

Dicas e informações
(1) Para mudar o runlevel padrão edite o arquivo /etc/inittab
(2) Para criar seu próprio pacote em tgz, você pode criá-lo totalmente usando makepkg ou de uma forma mais rápida, porém, menos customizada usando o Checkinstall.
3. Site com diversos pacotes para Slackware: http://www.linuxpackages.net
4. Livro sobre o Slackware totalmente em pt-br: Slackbook(pt_BR)
5. Mantenham-se atualizado usando o Slackware-current. Sem esquecer de olhar também o repositório /extra e /testing e o /pasture"

27 de out. de 2008

Disco Rígido Virtual

Antigamente quando precisávamos armazenar arquivos tínhamos poucas opções e a mais barata e portátil era o disquete,a coisa toda evoluiu rápido e hoje usa-se o pen drive, CD-ROM ou qualquer mídia portátil,entretanto os programadores não param e com a web 2.0 uma solução bastante interessante surgiu,que é salvar os seus arquivos em um "disco rígido virtual" e acessá-los remotamente da onde você estiver desde que você tenha acesso a internet.É a famosa onda da mobilidade!
Existem diversos sites especializados no armazenamento de arquivos na Web, um deles é o MediaFire, que possui características interessantes e que podem nos ajudar muito na tarefa do backup nosso de cada dia. Uma parte do serviço é gratuito, no qual você pode criar uma conta para armazenar os seus arquivos,o tamanho máximo permitido para cada arquivo é de 100MB e o mais interesante é que a quantidade de arquivos que podem ser salvos no MediaFire é ilimitado.Se você precisa de serviços mais profissionais como link direto para os arquivos,backup redundante,10 Gb por arquivo,etc, é só contratar o serviço pago.

Outra coisa interessante no MediaFire é possibilidade de criar pastas, e organizar os arquivos da mesma forma que fazemos em nosso HD local além é claro de permitir uma considerável taxa de upload.

Para criar uma conta,acesse o site e clique em “Create a Free Account” , informe um e-mail valido e crie uma senha,simples assim sua conta já estará criada.

Para você adicionar os arquivos em seu "disco rígido virtual" basta você clicar em “Upload Files to MediaFire” e então selecionar os arquivos que você deseja salvar. Para acessar aos arquivos enviados basta acessar a aba “My Files”.

Com estes passos simples agora é possível armazenar os seus arquivos no MediaFire, e acessá-los de onde você estiver. Portanto,não deixe de fazer aquele backup importante.Entretanto não se esqueça que é um serviço gratuíto residente em um pais distante e que pode ser descontinuado sem aviso prévio e fazendo seus arquivos desaparecerem num "buraco negro",então não confie 100% ,ou seja,faça igual aos britânicos,guarde no mínimo 03 backups do mesmo arquivo em locais diferentes.

Outros serviços de armazenamento são: Steekr (1GB de espaço para armazenamento), File123 (50MB de espaço para armazenamento), Windows Live SkyDrive (5GB de espaço para armazenamento).

Existe também o Gspace uma extensão do firefox que funciona como um cliente de ftp, só precisa informar a conta do gmail,ou criar uma conta só para manter seus arquivos.Entretanto este é o método menos seguro,porque eventualmente os administradores do gmail fazem uma limpa e apagam as contas que sstão sendo usadas como disco virtual,afinal o Gmail é um serviço de email apenas.


25 de set. de 2008

GNOME 2.24


O GNOME 2.24 é a versão mais recente do GNOME, um ambiente de trabalho popular e multiplataforma. O foco do GNOME é facilidade de uso, estabilidade, e suporte de primeira classe a internacionalização e acessibilidade. Baseado em Software Livre e de Código Aberto, o GNOME fornece todas as ferramentas comuns que usuários de computador esperam de um ambiente de computação moderno (e-mail, groupware, navegação na Web, multimídia, jogos, gerenciamento de arquivos), assim como uma plataforma poderosa e flexível para desenvolvedores de software, tanto desktop como móvel.
Parabéns a todos que trabalharam neste lançamento!!! Como de costume, você pode contar com uma versão 100% traduzida para o Português do Brasil! Leia sobre as novidades aqui.

2 de ago. de 2008

GRUB Colorido

Noutro dia fazendo a edição do arquivo de configuração menu.lst observei que é possível acrescentar cor no GRUB,algo simples de ser feito bastando descomentar a linha referente,que seria esta,veja o exemplo:

# Pretty colours
#color cyan/blue white/blue <-------------- Uma opção de cor diferente,pode-se descomentar esta
color yellow/brown light-gray/brown <---- Ou opcionalmente,pode-se descomentar esta.

A sintaxe básica seria:

#color frente/fundo [frente/fundo]

#Com essa opção você especifica cores para os planos de frente e fundo do menu do GRUB. As cores são especificadas pelos seus nomes em #inglês: black, blue, green, cyan, red, magenta, brown and light-gray; dark-gray, light-blue, light-green, light-cyan, light-cyan, light-#red, light-magenta, yellow e white.
#O segundo argumento funciona da mesma maneira que o primeiro, mas apenas para os itens que estiverem selecionados no menu (que você #seleciona com as setas do teclado).

Caso esteja usando o ubuntu e queira acessar o arquivo /boot/grub/menu.lst de forma gráfica,aperte as teclas alt + f2,e digite na janela que vai aparecer:

gksu gedit /boot/grub/menu.lst

Pelo terminal:

sudo nano /boot/grub/menu.lst <---- O nano é um editor de texto fácil de usar,bom para iniciantes

sudo vi /boot/grub/menu.lst <--- O vi é um editor de texto mais complexo,leva um tempo para se acostumar

sudo mc /boot/grub/menu.lst <--- O mc é um editor de texto e gerenciador de arquivos junto,muito útil quando se precisa navegar por diferentes arquivos do sistema,igualmente simples de usar.

Muitas outras cores podem ser escolhidas,você pode até ter várias linhas prontas configuradas conforme a sintaxe exigida e ocasionalmente ir trocando de cor conforme seu desejo,mas o importante é que tenha apenas uma linha linha descomentada.Assim você terá um GRUB mais amigável.Logicamente que existem outras formas de tornar o GRUB mais legal colocando uma imagem no fundo,uma animação,etc,porém a intenção aqui é fornecer uma opção extremamente simples,eficaz,nativa do programa e agradável à vista.

1 de jun. de 2008

Novos buscadores buscam nichos renegados pelos gigantes

É possível utilizar sempre os mesmos buscadores sem que muitas das limitações de Google, Yahoo e Live Search tenham um impacto direto no seu cotidiano. Há, porém, grupos de novos serviços de busca em ascensão, que tentam explorar funções ainda renegadas pelos três grandes buscadores. Para isso, eles apostam em nichos do mercado.
Entre as novas ferramentas de busca que dão um visual mais gráfico às suas procuras na rede, como o SearchMe e o Flowww, serviços que apostam na semântica das suas palavras, como o Mahalo, e sites especializados em buscar bancos de dados específicos – como o Flickr ou o RapidShare.
Saiba mais sobre eles a seguir:

- Mahalo
Até o mais iniciante dos usuários sabe muito bem como as atuais buscas funcionam: você escreve os termos que acha mais relevantes ao assunto e o site listas quais páginas do seu gigantesco índex mais relação têm com as palavras.
O Mahalo dá um passo em direção à semântica das informações ao usar humanos que relacionam os resultados mais populares de cada termo nos buscadores convencionais, com notícias recentes sobre o assunto e informações pontuais que ajudam a contextualizar o assunto.
Pegue, por exemplo, o iPhone 3G como exemplo – ao invés de simplesmente trazer os sites mais importantes, o Mahalo traz notícias, comentários na blogosfera, buscas relacionadas e um box lateral explicando o que é o suposto aparelho da Apple.

- PowerSet
O PowerSet é outro buscador que tenta se desvencilhar da mera comparação entre os termos digitados e as páginas armazenadas. Ainda que de forma bastante incipiente e só sobre o conteúdo da Wikipédia, o buscador aceita uma linguagem mais casual e aceita algumas perguntas do usuário.
Ao questionar quais os filmes que Alfred Hitchcock dirigiu, por exemplo, o PowerSet traz os cartazes de todos os filmes do diretor. A função, porém, ainda é restrita para poucos verbetes. Ainda assim, o PowerSet oferece uma ferramenta complementar para navegar pelas informações da Wikipedia, indicando os principais assuntos dos artigos e, a partir de suas frases, criando novos tópicos sobre atividades de personalidades, por exemplo.

- SearchMe
Você digita os termos, dá o Enter e vê aquela lista que se estende até o final da página com um conjunto de textos curtos e links. No caso de você ter processamento e paciência suficientes, pode ignorar a lógica da objetividade e partir para a da apresentação com o SearchMe.
Ao invés dos links, o SearchMe faz uma cópia da página, apresentada no mesmo estilo da função Cover Flow, integrada pela Apple em iTunes, iPods e iPhones, com uma barra inferior que ajuda na navegação.
Ao realizar buscas de termos compostos, o SearchMe faz o favor de grifar o posicionamento das palavras na página, o que facilita muito a leitura do conteúdo. O serviço ganhou recentemente categorias, como Notícias, Software, Música e Blogs, que ajuda a refinar as buscas, baseadas em um algoritmo focado na língua inglesa, o que faz com que os resultados do SearchMe em português sejam ruins.
Efeito semelhante, desta vez focado no noticiário de tecnologia, usa o Flowww, que se baseia nos serviços Digg e TechMeme para demonstrar cópias inteiras das notícias mais comentadas de tecnologia do momento.

- Buscadores do Flickr
O gigantesco banco de imagens do Flickr merece uma busca mais poderosa que a oferecida pela subsidiária do Yahoo, nem que seja apenas pelo lado lúdico de agregar fotografias conforme o termo buscado.
Pegue o CompFight como exemplo: você digita o termo (“panda”, por exemplo) e sua tela fica apinhada com as fotos mais interessantes no Flickr que usem a tag “panda” segundo o próprio serviço. O CompFight pode fazer distinções pela licença de uso, tamanho e conteúdo protegido.
O Flickr Related Tag parte do mesmo princípio, mas é ainda mais visual. Digite um termo específico para que uma interface circular em Flash traga, em seu centro, um apanhado das fotos mais recentes com a tag.
Ao redor, o serviço mostra outras tags relacionadas com a que você digitou para uma exploração mais profunda do assunto.
Um passo além, o Tag Galaxy atinge o ápice da liberdade na visualização de imagens criando “constelações” que representam tags mais usadas pelos usuários para exibir “planetas” formados pelas fotografias relacionadas ao assunto.
Os planetas podem ser rotacionados para que o usuário encontre a foto mais interessante com a tag ou simplesmente abandonados em nome das estrelas vizinhas que contenham arquivos mais interessantes.
Ainda em imagens, o TinEye promete fazer às imagens o que o Google fez aos textos, encontrando imagens semelhantes à referenciada em uma base com cerca de 500 milhões de arquivos. O serviço ainda está fechado para testes.

- RapidShare
Admita: você adora o RapidShare e seus serviços semelhantes. O problema sempre foi depender das indicações de links em blogs e fóruns e simplesmente não conseguir mergulhar no banco de dados dos sites pra achar algumas preciosidades.
Entre a multidão de buscadores para serviços de armazenamento multimídia, são três os que apresentam melhores resultados: o FilesTube, o RSFind.com e o FilesHunt.
Nos três, a busca enumera os links, no RapidShare principalmente, com o álbum, filme ou série desejada pelo usuário. Se você é fã dos torrents, o Torrent-Finder agrega dezenas de outros buscadores de arquivos torrent sob uma mesma ferramenta, que permite até mesmo o download do arquivo na lista de resultados.

- Twitter
Tal qual o Flickr e o RapidShare, o Twitter é um banco de dados gigantesco composto por textos curtos. Como a ferramenta de busca do Twitter deixa muito a desejar, vários foram aqueles que tentaram criar um buscador decente para o serviço.
O Summize é o melhor entre uma relação de buscadores para Twitter que ainda conta com o TweetScan, o Flaptor e o TerraMinds. Você simplesmente digita o nome do usuário ou termo preferido e o Summize traz uma listagem na grande maioria dos casos bem fiel aos posts publicados.
Há falhas, claro – é difícil ter acesso apenas às mensagens com seu nome sem ver todas as que você publicou e falta à “busca avançada” ferramentas realmente avançadas. Ainda assim, o Summize é a melhor maneira de se encontrar no Twitter.

Fonte: IDGNow!,olhardigital.uol.com.br

31 de mai. de 2008

Softwares Livres promovidos pela Sun Microsystems

Finalmente foi lançado neste mês, durante o JAVAONE em São Francisco a versão suportada do Open Solaris (Projeto Indiana), idealizado por Ian Murdock, criador da famosa distribuição Linux chamada DEBIAN(contração de DEBora, nome de sua esposa + IAN), com isto o Solaris passa a ter o melhor kernel do mundo, com todos os aplicativos GNU existentes e com uma comunidade ajudando a melhorá-lo sempre.

Abaixo uma lista atualizada dos principais Softwares Livres promovidos pela Sun Microsystems:
Downloads

Download Glassfish

Download Java

Download MySQL

Download MySQL

Download Netbeans

Download OpenOffice

Download Solaris

Community

Innovate on OpenSolaris

Fonte: http://blogs.sun.com/TAI/entry/abaixo_uma_lista_atualizadas_dos


25 de mai. de 2008

Utilizando,apt,dpkg,deborphan.

Depois de algum tempo instalando e removendo programas no sistema vão ficando perdidos diversos arquivos,que são resquícios de programas que necessitam de várias dependências para poderem funcionar,são as famosas "blbliotecas" ou "libs",nos sistemas linux,algo parecido com as dll's do windows. E estes resquícios ficam lá ocupando espaço e consumindo recursos é hora então de removê-los já que não servem mais pra nada e para isso temos algumas ferramentas legais que descrevo abaixo .
Inicialmente vamos ao trivial,apenas para relembrar. Fica entendido que aparecendo no terminal o símbolo # significa estar trabalhando como root (administrador do sistema),e apenas o símbolo $,estar trabalhando como usuário comum

Removendo um pacote com apt-get:
#apt-get remove nome-do-pacote

A partir daí,após a remoção do pacote/programa do sistema é que entra as ferramentas para faxina,afinal sempre fica algo para trás.

O apt-get remove remove completamente o pacote mas mantém os arquivos de configuração, exceto se for adicionada a opção --purge. assim:
#apt-get --purge remove nome-do-pacote

Continuando,mais APT

#apt-get autoclean -> remove, do cache (/var/cache/apt/archives) os arquivos .deb de programas que não estão mais instalados em seu sistema
#apt-get clean -> Mais radical, e removerá do cache (/var/cache/apt/archives) todos os arquivos .deb, mesmo de pacotes instalados.
OBS: Normalmente você não precisará destes arquivos .deb, não hesite em usar estes dois úlimos comandos acima quando precisar de uns megas extras,entretanto saiba também que ao precisar reinstalar qualquer programa um novo download deverá ser feito para o /var/cache/apt/archives e só após ser instalado,o que não aconteceria se o cache não estivesse vazio,acelerando o processo de reinstalação.
#apt-get autoremove Remove os pacotes que não são mais necessários ao sistema depois de alguma desinstalação.Muito útil para fazer limpeza de libs,etc deixadas para trás sem utilidade.

Para coroar a limpeza uma dica legal

Quando você instala um programa, o APT baixa várias dependências deste,são as famosas libs e outras coisas mais.Quando você remove o programa, essas dependências permanecem.
Uma maneira de remover as dependências desnecessárias é usar o programa "deborphan".Instale o pacote deborphan assim:

# apt-get install deborphan

e rode o comando a seguir para excluir as tais dependências:
# apt-get --purge remove `deborphan`

Rode esse comando várias vezes, já que algumas dependências, quando removidas, podem deixar suas próprias dependências que são inúteis a partir de então.Para saber mais sobre as opções possíveis ( deborphan -a,deborphan -n,etc) do espetacular deborphan digite:

$deborphan --help
Caso queira ter a saída do help em um arquivo texto sempre à mão:
$deborphan --help > deborphan--help.txt
O arquivo será automáticamente guardado no diretório /home/user/

Mais um pouquinho do APT


$apt-cache show nome-do-pacote -> Mostar o registro completo do pacote,exemplo:
$ apt-cache show apt-doc
Package: apt-doc
Priority: optional
Section: doc
Installed-Size: 280
Maintainer: Ubuntu Core Developers
Original-Maintainer: APT Development Team
Architecture: all
Source: apt
Version: 0.7.9ubuntu17
Replaces: apt (<<>

$apt-cache dumpavail -> mostra uma lista de pacotes disponíveis.Não se assuste,seu terminal vai ficar doidão listando tudo e a lista é bastante extensa.
$apt-cache search termo -> Procura por "termo" na lista de pacotes disponíveis
$apt-cache pkgnames -> Rápida listagem de todos os pacotes instalados no sistema.
$apt-cache showpkg pacotes -> Mostra informações sobre os pacotes
$apt-file search nome-do-arquivo -> Este comando procura por um pacote, não necessariamente precisa estar instalado, que inclua o arquivo passado junto a linha de comando nome-do-arquivo. Ou seja, muito útil para localizar facilmente arquivos individuais dentro de pacotes que ainda nem se encontram instalados no seu sistema.
$dpkg -L nome-do-pacote -> Mostra os arquivos instalados pelo pacote
$dpkg -l nome-do-pacote -> lista os pacotes instalados que casam com "nome-do-pacote". Na prática use '*nome-do-pacote*', a não ser que você saiba o nome completo do pacote.
$dpkg -S nome-do-arquivo -> Qual foi o pacote que instalou este arquivo?

Os mais famosos:

#apt-get update -> Execute este comando se você mudou o /etc/apt/sources.list ou /etc/apt/preferences. Também execute-o periodicamente para ter a certeza que sua lista de fontes fique sempre atualizada.
#apt-get install nome-do-pacote -> Instala um novo programa(pacote)
#apt-get upgrade -> Atualiza todos os pacotes instalados
#apt-get dist-upgrade -> Atualiza o sistema todo para uma nova versão

Resolvendo problemas

O apt-get é uma ferramenta desenvolvida para ser usada em servidores e outras aplicações importantes. Isto significa que ele foi desenvolvido para ser o mais confiável possível e nunca realizar nenhuma modificação potencialmente perigosa para o sistema, a menos que autorizado por você. Quando qualquer coisa inesperada acontece, ele para e fica esperando sua confirmação antes de fazer qualquer outra coisa.

O problema desta abordagem é que às vezes um defeito em algum pacote ou um download corrompido pode fazer com que o APT fique "travado", sem concluir a instalação de um determinado pacote por causa de um erro qualquer e sem aceitar instalar outros antes que o problema inicial seja resolvido.

Basicamente, quando encontrar este tipo de problema, você deve:

  1. Rodar o apt-get update para ter certeza de que a lista de pacotes do APT se encontra atualizada.

  2. Execute o comando apt-get -f install para usar o sistema de resolução de problemas do APT.

  3. Caso ele não resolva, experimente usar o dpkg -i --force-all para forçar a instalação do pacote com problemas, ou use o dpkg -r nome_do_pacote caso prefira desistir da instalação.

  4. Execute o comando dpkg --configure -a, para verificar todas pendências na configuração dos pacotes.

  5. Rode novamente o apt-get -f install. Caso ele não resolva, experimente o apt-get -f remove, que tem uma função similar à do "-f install", mas dá preferência a remover os pacotes com problemas, ao invés de tentar corrigir a instalação.


Fontes:
http://wiki.ubuntu-br.org/AptGet
http://www.debian.org/doc/manuals/apt-howto/index.pt-br.html
As man pages do sistema
https://lists.ubuntu.com/archives/ubuntu-br/