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7 de abr. de 2011

GNOME 3.0 lançado: melhor para os usuários, desenvolvedores

Hoje ( ontem 06/04/2011), o projeto GNOME Desktop lançou o GNOME 3.0, o seu redesenho proporciona uma experiência mais significativa com o computador em nove anos. Uma interface de usuário nova e revolucionária e novas funcionalidades para os desenvolvedores fazem deste um momento histórico para o ambiente de trabalho livre e de código aberto.


"Usuários e fãs do GNOME tem planejado mais de uma centena de festas de lançamento em todo o mundo. Os usuários podem baixar o GNOME 3 de http://gnome3.org e experimentá-lo imediatamente, ou esperar pelas distribuições ao longo dos próximos meses. GNOME 3 continua a avançar para novas fronteiras de interação do usuário".


Para saber mais acesse a página com a oficial do projeto onde a notícia foi feita:


http://www.gnome.org/press/2011/04/gnome-3-0-released-better-for-users-developers-3/

3 de abr. de 2011

Installfest de Android no FLISOL 2011 RJ!

Mais uma novidade para o FLISOL - RJ 2011.

O FLISOL é um Festival de Instalação de Software Livre, onde normalmente vemos instalaçãao de distribuições Linux em PCs. Mas e se você pudesse ir num Install Fest com Android?!


A comunidade AndroidInRio estará presente no FLISOL 2011 RJ para fazer um Install Fest de Android! Então, se você é usuário do sistema, mas seu aparelho está preso numa versão antiga, não perca esta chance!
“Mas se a fabricante do meu aparelho não disponibilizou uma atualização, como vocês irão atualizar?” O Android é um Software Livre e, por isso, tem uma comunidade enorme no mundo todo que cria ROMs com versões atualizadas do sistema para os aparelhos esquecidos pelas fabricantes.
O que você deve levar:
  1. Aparelho com bateria totalmente carregada;
  2. Cartão de memória do aparelho (não confunda com o SIM card);
  3. Cabo USB;
Não é garantido que consigamos atualizar todos os aparelhos, pois dependemos que a comunidade já tenha criado ROMs para eles. Para garantir maior agilidade na instalacão, recomendamos que pesquise por ROMs anteriormente.
Além disso, faremos Install Fest de Android-x86, para quem tiver interesse em testar o sistema num computador pessoal .Mas lembre-se que o sistema não é feito para este uso.

28 de mar. de 2011

FLISOL2011 Rio de Janeiro.


FLISOL2011 Rio de Janeiro.
Sobre o FLISOL2011:
O FLISOL2011 é um evento organizado pelo SoftwareLivre-RJ.org, trazendo voluntários para realizar instalações de Software Livre nos computadores dos visitantes do FLISOL2011. A participação no FLISOL2011 é totalmente gratuita e aberta à comunidade.
No próximo dia 9 de abril vai acontecer na UNIRIO - URCA a edição carioca do maior evento de divulgação de software livre da América Latina: o FLISOL (Festival Latino Americano de Instalação de Software Livre).
Durante todo o dia você poderá levar seu computador para que nossos técnicos instalem diversos softwares livres de forma gratuita e segura! Além disso, teremos uma excelente programação, com palestras e minicursos, para você não apenas conhecer, mas também aprender a utilizar os programas que estão revolucionando a informática no mundo todo.
Estaremos com 2 grandes salas com capacidade para 70 pessoas cada sala.
Teremos 5 mini-salas com os seguintes eventos:

* Apache Meet (Meet da Fundação Apache).
* Debate sobre Pirataria, Copyleft, Produção Livre e etc...
* Workshop de Computação Gráfica.
* Workshop de Arduino (com a ArduInRio).
* Install Fest
* Debate sobre Cultura.
* e mais algumas novidades...
Teremos 16 palestras com membros das seguintes Comunidades de Software e Hardware Livre e afins do Rio de Janeiro:
Sobre os serviços oferecidos pelo FLISOL2011:
O FLISOL2011 é um evento que irá realizar a instalação de Software Livre, bem como lhe fornecer indicações de como e onde obter mais informações e suporte. Para participar das instalações basta comparecer no local do evento, ler e concordar com todos os itens do Termo de Responsabilidade (disponível no site do evento) - e levar o seu microcomputador até o local do evento indicado no parágrafo abaixo.
O interessado compromete-se a fazer uma cópia de todos os seus dados que estão no seu computador. A organização do FLISOL2011 não se responsabiliza pelo armazenamento de arquivos no computador e não efetuará back-up para os participantes.
Caso não seja possível efetuar a instalação dentro do horário estipulado para o evento ou por problemas técnicos, o evento não estará obrigado a efetuá-las.
O FLISOL2011 somente instalará Software Livre em 1 (uma) máquina por pessoa.
Local: UNIRIO – URCA
Quando? 9 de Abril de 2011.
Quanto? 0800, de graça!
Site: http://flisol.softwarelivre-rj.org
Programação do evento: http://softwarelivre-rj.org/flisol2011/programacao.php
Material para divulgação (este flyer): http://softwarelivre-rj.org/flisol2011/divulgacao.pdf
Palestras? 16.
Workshops? Alguns (divulgação em breve).
A quem se destina? Estudantes, professores, empresários, empreendedores, piratas, hackers, nerds, geeks, artistas, webmasters, médicos, diagramadores, produtores de mídia visual e fonética, analistas de segurança, programadores e militantes de sistemas e hardware livres.

11 de mar. de 2011

Ubuntu 11.04 "Natty Narwhal" - Alpha 3 - Imagens

Ubuntu 11.04 days to go

Resolvi baixar e usar o Ubuntu 11.04 "Natty Narwhal"  - Alpha 3, na sua versão Desktop Edition - Live CD. Abaixo algumas imagens com o Unity em ação.




Para saber mais sobre o Ubuntu 11.04 Natty Narwhal - Alpha 3 clique aqui

Para conhecer a Agenda de Divulgação clique aqui

Página oficial do projeto: http://www.ubuntu.com/

Página no Brasil: http://www.ubuntu-br.org/

23 de fev. de 2011

Navegando na web anônimamente

A navegação privada ou modo anônimo não guarda o histórico da navegação, esta é uma forma de navegar na internet que mantém sua privacidade parcialmente intacta, útil para utilizar em computador de terceiros ou no trabalho por exemplo, quando precisamos ser mais discretos.
Os navegadores atuais, Firefox, Opera, Chrome, Safari, Internet Explorer possuem esse recurso sem a instalação de extensões. Desse modo e possível navegar sem deixar rastros!
O modo de navegação anônimo ou privado não é completamente confiável devido aos interesse econômicos das empresas que desenvolvem os navegadores, sites, etc. Uma delas é fato do navegador não bloquear propagandas "sob medida", aquelas que vão de acordo com o local e idioma do usuário, não se esqueça que a gigante de buscas, Google, vive exatamente de propagandas, então o anônimado total não é interessante para ela, para os sites que vivem de adsense, adwords, etc.

Vejamos os métodos nos principais navegadores.

Firefox

Abra o Firefox. Clique no menu Ferramentas - Iniciar navegação privativa ou combine as teclas Ctrl+Shift+P. Confirme a forma de navegação.

É possível abrir o Firefox já com este recurso ativado. Digite about:config na barra de endereço e pressione enter. Clique em "Serei cuidadoso, prometo". Procure pela chave browser.privatebrowsing.autostart utilizando o campo de pesquisa. Mude o seu valor para true dando um duplo clique sobre a chave. Reinicie o navegador.

Opera

Abra o Opera e vá em Menu - Guais e janelas - Nova guia privada ou Nova janela privada. Pelo teclado, pode combinar as teclas Ctrl+Shift+N. Se abrirá uma nova janela com os dizeres "A navegação privada está habilitada nesta guia".

Google Chrome

Abra o Google Chrome e clique no Ferramentas (chave inglesa) - Nova janela anônima ou combine as teclas Shift+Ctrl+N.
Também é possível iniciar o navegador google chrome já com o recurso ativado. Basta clicar com o botão direito sobre o ícone do Google Chrome, Linux ou Windows, e vá em Propriedades. Vai abrir uma nova janela. No campo Destino (Windows), no linux (Ubuntu) é no campo comando, veja que há o comando que chama o navegador, no final dele insira --incognito.
Usuários de outras distribuíções Linux também pode abrir o navegador em modo privado pelo Terminal digitando google-chrome --incognito.
Feito isso, clique em Ok. Depois, abra o navegador Google Chrome normalmente e você verá que está com o modo anônimo ativado. Para comprovar observe o espião ao lado da primeira aba.


Internet Explorer

Abra o IE e clique no menu Ferramentas - Navegação InPrivate ou combine as teclas Ctrl+Shift+P. Abrirá uma nova janela do navegador com os dizeres "O InPrivate está ativado".


 Safari

Abra o Safari. Clique em Ferramentas (engrenagem) - Private browsing ou Navegação privada.

A navegação privada pode ser muito útil e nos dar uma sensação agradável de anonimato, de estar falsamente 100% anônimo na web, você vai a nível local, no computador que estará usando realmente não deixar rastros, porém é necessário saber que,

Não será possível:

  • Impedir que sites coletem ou compartilhem informações ao seu respeito, o google é mais poderoso do que você imagina e existem scripts poderosos;
  • Impedir a vigilância sobre seus hábitos, novamente os scripts poderosos;
  • Impedir do seu provedor de internet saber onde você está navegando, óbviamente, afinal você fez login na internet atraves dele e além disso o endereço físico "mac address" da sua placa de rede está devidamente registrado, ou seja, eles sabem TUDO que você faz.
Finalmente podemos com certeza escrever sem medo de errar: Não existe 100% de anonimato na Internet, pode-se dificultar, disfarçar os rastros somente.

7 de fev. de 2011

Compartilhe onde você está com foto e legendas no mapa: Google Latitude!

Mantenha contato com seus amigos e familiares, facilitando o compartilhamento de onde você está. Antes as pessoas que usavam o Google Latitude, esse “onde” era apenas um ponto no mapa. Com o Google Maps 5.1 para Android, podemos também conectar esse local a um lugar real, basta fazer uma atualização com o Google Latitude.

Podemos utilizar o Google Latitude para compartilhar automaticamente o local onde estamos e mais, as atualizações possibilitam que você adicione um contexto, como legendas em uma foto. Por exemplo, eu moro no Rio de Janeiro, mas estou sempre em viagens pelo mundo. Até hoje, o compartilhamento do meu local avisava a meus amigos e família se eu estava do outro lado do planeta ou logo ali, no outro quarteirão. Agora, com as atualizações, eles podem ver o restaurante da moda que resolvi conhecer em São Paulo ou me encontrar para um choop gelado na praia.

Veja onde seus amigos estão e suas atualizações.

Não se trata de simples atualizações

Como você pode usar o Google Latitude para detectar automaticamente o seu local, adicionamos alguns diferenciais nas atualizações para facilitar as coisas:
  • Notificações: Ative as notificações de atualização nas configurações do Latitude para ser avisado de que deve fazer a atualização em um lugar próximo assim que chegar. Você nunca mais vai se esquecer de fazer a atualização.
  • Atualizações automáticas: Escolha a atualização automática nos lugares que decidir e o Latitude fará isso tão logo você esteja lá. Você pode falar com amigos ou terminar a sua coxinha sem ter que mexer no seu celular.
  • Atualização de saída: Quando sair do local, o Latitude fará automaticamente a atualização da sua saída para que seus amigos não tenham que adivinhar se você ainda está lá ou não.
É uma ferramenta legal e tem sua utilidade, as atualizações são integradas ao Google Maps e Locais rápida e facilmente. e, ao mesmo tempo, dar a você o controle total da sua privacidade. Da mesma maneira que você escolhe compartilhar o seu local com o Latitude, fazer ou não a atualização é opção sua. Você pode decidir se deseja compartilhar qualquer atualização com seus amigos no Latitude, publicamente na web e no seu perfil do Google, ou mantê-la somente para si mesmo. 

Para saber mais acesse aqui

Fonte: Blog do Google Brasil 

31 de jan. de 2011

FAQ do SO GNU/Linux

O Artigo abaixo é bastante esclarecedor para quem tem dúvidas básicas sobre GNU/Linux contribuindo na divulgação de forma simples e direta. Foi escrito por André L, a.k.a Pinduvoz, um participante do site Viva o Linux .
Entrei em contato com o autor e o mesmo autorizou a reprodução aqui no blog, meu objetivo é apenas ajudar na divulgação do GNU/Linux . Boa leitura.

Perguntas e Respostas

1) O que é "Linux"?
É o fruto do acaso, pois juntou os esforços de um grupo de hackers que pregava a liberdade de uso do software em geral com os de um estudante finlandês que desenvolveu um kernel, a peça responsável pela comunicação entre o software e o hardware.

A maior parte do "Sistema Operacional GNU/Linux" (o nome correto e completo) vem do "Projeto GNU" (do grupo de hackers, portanto), mas a parte fundamental é o "Kernel Linux", desenvolvido por Linus Torvalds, o citado estudante finlandês (Linus -> Linux Kernel).

Por isso o nome comum do SO geralmente "esquece" a participação majoritária do Projeto GNU, fazendo com o que seja conhecido como "apenas" Linux.

2) O que é uma "distro"?
O SO GNU/Linux é "distribuído" por vários grupos aos redor do mundo, todos eles com base e forte presença na internet. De "distribuído" temos "distribuição", ou simplesmente "distro", que nada mais é do que uma versão do "Sistema do Pinguim" (nome carinhoso), o GNU/Linux.

Temos "distros" comunitárias, a grande maioria (o "Projeto Debian", cuja distribuição leva o mesmo nome, é o maior exemplo), "distros" patrocinadas (elas têm uma companhia por trás, sendo exemplos o Ubuntu, o Fedora e o openSUSE).

Temos também "distros" comerciais, vendidas em regime de OEM ou diretamente ao consumidor (o "Red Hat Enterprise Linux - RHEL", seria o melhor exemplo).

O grande número de "distros" é o grande paradoxo do GNU/Linux já que, por um lado, enfatiza a liberdade de uso e a fluência de idéias que permitem o acelerado desenvolvimento do Sistema do Pinguim; por outro, confunde os possíveis utilizadores (qual Linux devo usar?) e dificulta a padronização que levaria a um maior interesse em desenvolver aplicações comerciais "fechadas" para GNU/Linux (não há, em princípio, incompatibilidade nisso).

3) Por que não preciso pagar pelo GNU/Linux?
Porque ele é a soma das ideias de muitos e existe apenas por isso. Desenvolvido colaborativamente, o SO GNU/Linux jamais poderia ser um produto na acepção mais comum da palavra, pois seria absolutamente inviável transformar os interesses que o criaram em interesses puramente comerciais. Ele é o resultado de esforço comunitário em prol da própria comunidade.

4) E como explicar as versões pagas?
Paga-se por suporte e não pelo SO GNU/Linux. E mesmo aqueles que desenvolvem versões "pagas" (vinculadas a um contrato de suporte) são obrigados a disponibilizar todo o código-fonte, o que garante clones perfeitos que são oferecidos sem vinculação ou obrigação (caso do CentOS, clone do Red Hat Enterprise Linux - RHEL).

5) O GNU/Linux pode ser usado por qualquer um?
Sim, pode. Basta um pequeno conhecimento de informática para utilizar o Sistema do Pinguim, pois o que antes era muito difícil de instalar e configurar, hoje é tão fácil quanto o sistema operacional dominante (o Windows).

É claro que ainda há espaço para melhorar e tais melhoras vêm quase na velocidade da luz. Com efeito, Ubuntu e Fedora, para citar duas "distros" populares, lançam versões novas a cada seis meses, quase sempre com maiores facilidades para o usuário final.

6) O GNU/Linux é um bom Sistema Operacional, capaz de substituir o Windows no uso diário?
Sim, pois se o usuário edita textos, cria planilhas e apresentações, pode usar o gratuito OpenOffice.org (ou BrOffice.org no Brasil) para tanto. Aliás, muitos usuários do Windows e do OSX (Mac/Apple) usam essa mesma suíte de escritório.

Sendo o uso principal a navegação na internet, pode-se usar o Firefox (o segundo navegador mais usado no mundo), a estrela em ascensão Google Chrome ou mesmo o Opera, também conhecido da "outra" plataforma.

Para e-mail temos Thunderbird da Mozilla, ou os clientes dos principais ambientes gráficos (Evolution, no Gnome; K-mail, no KDE), que são outro show a parte quando se fala de Linux. Sim, é possível utilizar vários ambientes gráficos diferentes, sendo os dois mais conhecidos o KDE e o Gnome.

Temos também inúmeros softwares totalmente livres desenvolvidos para as mais variadas tarefas, como manipulação de imagens, desenho 2D e 3D, gerenciamento e criação de banco de dados, criação de diagramas e gráficos, servidores de conteúdo local ou remoto e muito mais.

Até mesmo jogar é possível, desde que não se queria os últimos lançamentos, já que esses quase sempre só funcionam na plataforma mais difundida.

7) O GNU/Linux é seguro?
Sim, talvez o SO GNU/Linux seja o mais seguro de todos, pois suporta encriptação de seus arquivos pessoais a partir da instalação e é praticamente imune a malware.

Quem usa GNU/Linux não precisa se preocupar com programas antivírus, que diminuem muito o desempenho do Windows, um SO que não prescinde desse tipo de proteção.

8) Se pode ser usado por qualquer um, é bom, não pega vírus, por que tão poucos o usam?
Aí que está a grande questão, cuja resposta não pode ser uma só.

Penso que muitos deixam de experimentar o GNU/Linux por medo, ou por comodismo. O medo vem da fama de ele ser um SO desenvolvido por e para hackers, verdadeiros magos da computação. O comodismo vem do fato de que em qualquer esquina se encontra um "técnico" em Windows, que instala um "piratão" básico em meia hora na máquina do usuário que já está acostumado com aquele SO.

Se a maioria dos usuários de computadores soubesse que nessa mesma meia hora eles mesmos podem instalar uma "distro", e que essa mesma "distro" seria fácil de usar e de manter atualizada, além de muito segura e capaz de suprir as necessidades de mais de 90% dos usuários de computadores domésticos, talvez o Sistema do Pinguim fosse mais usado do que seus concorrentes.

E a maioria não sabe porque o Linux não faz propaganda, não faz marketing. Conhecem o Linux, mas de maneira "torta", aqueles que quiseram economizar na compra de um computador novo e receberam uma versão capenga desse SO, geralmente criada para "beliscar" o dinheiro disponível na época do projeto de difusão da informática implantado pelo Governo Federal ("Computador para Todos").

Por sua vez, conhecem o Linux da maneira correta aqueles que realmente se interessam por informática e descobrem "distros" bem-feitas, bem-acabadas e, sobretudo, bem-conceituadas. Esses as instalam nos respectivos computadores para experimentar algo novo e dificilmente deixam esse "algo novo".

9) Onde eu consigo o GNU/Linux?
Na internet, pois todas as "distros" têm nela sua base. Através da internet as "distros" disponibilizam imagens de CD ou DVD (arquivos "ISO") que permitem a criação de discos de instalação ou utilização, já que o GNU/Linux dispõe do que costuma ser chamado de "Live CD", que é uma maneira de rodar (utilizar) o SO a partir de um boot pelo drive óptico e sem tocar nos dados do disco rígido.

Se por algum motivo baixar uma imagem de CD ou DVD pela Internet estiver fora de questão, é possível comprar mídias de instalação em sites especializados ou não (no popular "Mercado Livre" se encontra), ou até mesmo requisitar gratuitamente uma, já que algumas "distros", como o Ubuntu, as fornecem.

Finalmente, é costume que revistas que tratam do GNU/Linux ofereçam mídias de instalação. A mídia oferecida é, geralmente, a da "distro" analisada na edição.

10) Como eu instalo o GNU/Linux?
Há inúmeros guias de instalação na Internet, sendo que o processo, em si, é bastante simples, envolvendo um boot pela mídia de instalação, o particionamento do disco rígido (a etapa mais complicada se o usuário quiser manter o SO já instalado) e a resposta a algumas perguntas, como "nome do usuário", "senha", "idioma", "tipo de teclado" e outras do gênero.

É claro que existem "distros" cuja instalação e uso são recomendados apenas a usuários avançados, mas a grande maioria admite a instalação e o uso por simples mortais, como eu e você.

Finalmente, sendo você um iniciante no mundo do GNU/Linux, prefira "distros" com larga base de usuários e fácil suporte em idioma que você domine.

11) Onde encontro drivers de hardware para meu computador rodar o GNU/Linux?
Você não encontra, já que o próprio SO encontra para você.

A grande maravilha do GNU/Linux é o reconhecimento do hardware já na instalação, perfeito na grande maioria dos casos. E isso quer dizer instalar e usar, pois tudo já deve estar reconhecido e funcionando.

Mas se algo não for reconhecido, entra em ação o enorme suporte comunitário disponível para as mais diversas distros e os mais diversos problemas que se pode encontrar na utilização do GNU/Linux.

12) Como instalo programas no GNU/Linux?
Programas ou aplicativos, em se tratando de GNU/Linux, são "pacotes". E isso vem do conceito de juntar as partes que um programa precisa para funcionar num arquivo que sirva para pronta instalação. No GNU/Linux, dada a quantidade de "distros" disponíveis, temos também uma certa variedade de formatos de "pacotes". Mas dois formatos se sobressaem: pacotes "RPM" e pacotes "DEB", sendo os primeiros usados em distros baseadas em Red Hat (e no próprio) e os segundos em distros baseadas em Debian (e no próprio).

Assim como temos "pacotes", temos "Gerenciadores de Pacotes", a maioria deles programas gráficos que permitem pesquisar por aplicativos e instalar esses mesmos aplicativos com alguns poucos cliques.

Em suma, não é preciso virar a internet de cabeça para baixo procurando por um programa que faça isso ou aquilo, baixar esse mesmo programa, checando se ele vem de fonte confiável, e finalmente instalá-lo na máquina. Basta que seja aberto um "Gerenciador de Pacotes", feita uma pesquisa rápida (por nome, seção ou tipo, função etc) e seja emitido um comando de instalação (um clique).

13) Como mantenho meu GNU/Linux atualizado?
Assim como há "Gerenciadores de Pacotes", há também "Gerenciadores de Atualizações" na maioria das "distros", especialmente naquelas ditas "amigáveis" ("user friendly").

Eles funcionam como no Windows, ou seja, avisam o usuário da necessidade (questões de segurança) ou possibilidade de instalar pacotes ("software").

14) Posso usar o GNU/Linux sem Internet?
Pode, mas não é recomendável.

O GNU/Linux é dependente da Internet para instalação de programas, correções e atualizações, sem falar em suporte, quase sempre exclusivamente comunitário.

15) Qual "distro" é recomendada para um iniciante e qual é a melhor?
Aquelas "user friendly", dentre as quais Ubuntu, Linux Mint, Mandriva, OpenSuse e PCLinuxOS.

Há outras que se encaixam na mesma categoria (Fedora, por exemplo), sendo que a melhor de todas as "distros" GNU/Linux é aquela que vier a atender plenamente suas expectativas de usuário.

Experimente, portanto. Use várias antes de decidir qual é a sua preferida.

Referências e "Sítios" de Interesse:

O que é GNU/Linux?

    * http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux
    * http://pt.wikipedia.org/wiki/Projeto_GNU
    * http://www.gnu.org/
    * http://vivaolinux.com.br/linux/


Informações sobre GNU/Linux:

    * http://distrowatch.com/
    * http://distrowatch.com/dwres.php?resource=major
    * http://vivaolinux.com.br/artigo/As-principais-distribuicoes-GNU-Linux/


Ubuntu:

    * http://www.ubuntu-br.org/
    * http://pt.wikipedia.org/wiki/Ubuntu_Linux
    * http://ubuntuforum-br.org/


Linux Mint:

    * http://www.linuxmint.com.br
    * http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux_Mint
    * http://www.linuxmint.com.br/modules/newbb/


Debian:

    * http://debian.org/
    * http://pt.wikipedia.org/wiki/Debian
    * http://www.forumdebian.com.br/


openSUSE:

    * http://www.opensuse.org/pt-br/
    * http://pt.wikipedia.org/wiki/openSUSE
    * http://www.susebr.org/forum/


Mandriva:

    * http://www2.mandriva.com/br/
    * http://pt.wikipedia.org/wiki/Mandriva_Linux
    * http://www.mandrivabrasil.org/site/forum/


Fedora:

    * http://www.projetofedora.org/
    * http://pt.wikipedia.org/wiki/Projeto_Fedora
    * http://www.projetofedora.org/forum/

Abaixo algumas Distribuições que exigem mais tempo e dedicação para poder usar, entretanto, proporcionam mais conhecimento sobre as entranhas do GNU/Linux, se você dominar pelo menos uma certamente estará apto para usar qualquer distro.


Slackware:

    *http://www.slackware-brasil.com.br/
    * http://pt.wikipedia.org/wiki/Slackware_Linux
    * http://slackbr.org/forum/

Arch Linux:

    *http://www.archlinux-br.org/
    * http://pt.wikipedia.org/wiki/Arch_Linux 
    * http://forum.archlinux-br.org/

Gentoo Linux:


    *http://www.gentoo.org/
    * http://gentoobr.org/
    * http://pt.wikipedia.org/wiki/Gentoo_Linux 
    * http://forums.gentoo.org/viewforum-f-39.html
    * http://planeta.gentoobr.org/
    * https://groups.google.com/group/gentoobrasil?hl=pt

12 de jan. de 2011

Obtendo diferentes versões do Debian GNU/Linux

Este artigo foi originalmente escrito pelo Edinaldo P. Silva no site "Viva o Linux - VOL". Gostei muito do artigo e entrei em contato com o autor pedindo sua autorização para publicar/divulgar aqui, ajudando assim a esclarecer mais um pouco as pessoas interessadas sobre o estável e poderoso Debian GNU/Linux.
Não acrescentei nem retirei nada, apenas reproduzo o conteúdo original. Boa Leitura!

Introdução

Diz a página principal do projeto Debian:


O que é o Debian?

O Debian é um sistema operacional (SO) livre para seu computador. Um sistema operacional é um conjunto de programas básicos e utilitários que fazem seu computador funcionar. O Debian usa o kernel (núcleo de um sistema operacional), Linux, mas a maior parte das ferramentas do SO vêm do projeto GNU; daí o nome GNU/Linux.

O Debian GNU/Linux é mais que um simples SO: ele vem com mais de 25000 pacotes contendo softwares pré-compilados e distribuídos em um bom formato, que torna fácil a instalação deles na sua máquina.
  Para maiores detalhes sobre essa maravilhosa e importante distribuição Linux, sugiro a leitura do clássico artigo de autoria de Percival F. Jr.:

O Debian estável

Lançado em 14 de Fevereiro de 2009, o Debian Lenny é a versão 5.0 do Debian Stable e atualmente já encontra-se no seu sétimo update, ou seja, a versão 5.0.7 lançada em 27 de Novembro de 2010.

Fontes: 

A versão em DVDs

Ambas as versões nos oferecem 5 DVDs e 1 DVD de updates.

amd64: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/iso-dvd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/iso-dvd/MD5SUMS

i386: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/iso-dvd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/iso-dvd/MD5SUMS 
* o DVD1 é mais do que o suficiente para termos o necessário no que se refere a ambiente Desktop.

* No Debian Stable não existe o Snapshot semanal (Weekly Build) ou o Build diário (Daily Build), justamente porque o foco dessa versão é a estabilidade.

* Caso precisem usar softwares mais atuais sem precisar migrar para o Debian Testing, acrescentem o Debian Lenny Backports e o recém-criado Debian Lenny Sloopy Backports. Assim estarão disponíveis versões mais atualizadas do kernel Debian, Iceweasel, BrOffice entre outros. 
Fontes:
Os torrents:

Para o caso dos torrents, os MD5Sums são os mesmos das mídias citadas acima, somente o método de download que difere.

Em CDS:

amd64: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/bt-cd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/iso-cd/MD5SUMS

i386: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/bt-cd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/iso-cd/MD5SUMS

Em DVDs:

amd64: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/bt-dvd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/iso-dvd/MD5SUMS

i386: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/bt-dvd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/iso-dvd/MD5SUMS

Baixando com o Jigdo [http://atterer.org/jigdo/]

Esse é um método que baixei somente uma vez, sou adepto do 'wget -c -T0' que atende plenamente às minhas necessidades, caso alguém se interesse, abaixo estão os links.

Em CDs:

amd64: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/jigdo-cd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/jigdo-cd/MD5SUMS

i386: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/jigdo-cd/
md5:http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/jigdo-cd/MD5SUMS

Em DVDs:

amd64: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/jigdo-dvd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/amd64/jigdo-dvd/MD5SUMS

i386: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/jigdo-dvd/
md5: http://cdimage.debian.org/debian-cd/5.0.7/i386/jigdo-dvd/MD5SUMS

* para maiores informações sobre esse método, visitem os seguintes endereços:


O Debian Testing

Como o Debian Testing funciona?

Segundo a sua página principal [http://www.debian.org/devel/testing]: 
A distribuição "testing" é uma distribuição gerada automaticamente. Ela é gerada da distribuição instável ("unstable") por um conjunto de scripts que tentam mover pacotes que provavelmente não possuem bugs críticos ao lançamento ("release-critical"). Eles o fazem de modo a garantir que as dependências dos outros pacotes na "testing" sempre possam ser satisfeitas.
Ainda não lançado, o atual Debian Testing [http://www.debian.org/releases/testing/] e próximo Stable, codinome Squeeze, encontra-se no estágio 'freezing' de pacotes, onde somente são realizadas correções de bugs, melhorias de código e só recebe atualizações de segurança.
O Debian Squeeze possui uma variedade de mídias disponíveis, desde a muito estável versão beta1 do seu instalador, passando pelas mídias da Weekly Build e por fim das Daily Builds contruídas diariamente com pacotes do Debian SID/Unstable, vamos a elas.


CD NetInstall

Meu método preferido de instalação, o NetInstall nos permite realizar uma instalação personalizada, sem os incômodos de ter um sistema inchado após sua instalação.

amd64: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/amd64/iso-cd/debian-squeeze-di-beta1-amd64-netinst.iso
md5: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/amd64/iso-cd/MD5SUMS

i386: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/i386/iso-cd/debian-squeeze-di-beta1-i386-netinst.iso
md5: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/i386/iso-cd/MD5SUMS 


CDs tradicionais

56! Vejam a quantidade de CDs disponíveis para o Squeeze: 56 CDs! Tal como na versão do Debian Lenny, O 1º CD vem com Gnome, há a versão pra KDE, outra para XFCE/LXDE, o BusinessCard e o NetInstall que já indiquei acima.

amd64: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/amd64/iso-cd/
md5: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/amd64/iso-cd/MD5SUMS

Para a versão i386 o total é de 57 CDs, pouco não é mesmo?

i386: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/i386/iso-cd/
md5: http://cdimage.debian.org/cdimage/squeeze_di_beta1/i386/iso-cd/MD5SUMS



* a maior vantagem de usar uma dessas mídias acima é porque foram muito testados, para se ter uma ideia, a versão anterior do instalador (Alpha1) é de 16 Fev 2010, estas (Beta1) foram lançadas em 27 Out 2010.

Debian Testing Weekly Build (Snapshot Semanal)

Para aqueles que gostam de correr riscos, nem tanto... isso não é... deixa pra lá!

CDs:

São 54 CDs disponíveis do Snapshot semanal.

amd64: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/amd64/iso-cd/
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/amd64/iso-cd/MD5SUMS.large

São 56 CDs disponíveis do Snapshot semanal para a arquitetura i386.

i386: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/i386/iso-cd/
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/i386/iso-cd/MD5SUMS.large

DVDS:

São 8 DVDs disponíveis para ambos os casos.

amd64: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/amd64/iso-dvd/
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/amd64/iso-dvd/MD5SUMS.large

i386: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/i386/iso-dvd/
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/i386/iso-dvd/MD5SUMS.large

Em torrents:

Como já dito acima, para os torrents é o mesmo caso das mídias citadas acima, exceto o método de download.

amd64: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/amd64/bt-cd/
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/amd64/iso-cd/MD5SUMS.large

i386: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/i386/bt-cd/
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/i386/iso-cd/MD5SUMS.large

* embora perfeitamente utilizável, é mais sujeita a erros, eu mesmo já tive problemas numas vezes e noutras não. Como o Squeeze está congelado e só recebendo correções de bugs e atualizações de segurança e nada de pacotes novos, talvez não se tenha problema algum usando esses CDs.

Maiores informações: 

Debian Testing Daily Build (build diário)

... com um pé no SID/Unstable, ai que medo! rsrsrsrs

Essas são as mídias mais atualizadas do Debian, geradas algumas vezes todo dia e diariamente, por isso são ainda mais suscetíveis a erros, é o CD NetInstall construído diariamente com os pacotes do Debian SID/Unstable. Como sempre fui abençoado, poucas vezes a sorte me deixou, seu uso é por conta e risco de quem a baixar e é um convite a entrar no mundo selvagem e hardcore do Debian SID.

Nesse caso existe somente a mídia NetInstall, é instalar (se com sucesso) e escolher a distro na qual se deseja utilizar: Squeeze/Testing ou SID/Unstable ou um misto do dois (não recomendo esse último caso).

amd64: http://cdimage.debian.org/cdimage/daily-builds/daily/arch-latest/amd64/iso-cd/debian-testing-amd64-netinst.iso
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/daily-builds/daily/arch-latest/amd64/iso-cd/MD5SUMS.small

i386: http://cdimage.debian.org/cdimage/daily-builds/daily/arch-latest/i386/iso-cd/debian-testing-i386-netinst.iso
MD5SUM: http://cdimage.debian.org/cdimage/daily-builds/daily/arch-latest/i386/iso-cd/MD5SUMS.small

Maiores informações: 
http://cdimage.debian.org/cdimage/daily-builds/


Onde obter ajuda?

Abaixo seguem alguns links que talvez possam interessar a novos e aos antigos usuários Debian.

Guia de instalação do Debian Lenny:

amd64: HTML: http://www.br.debian.org/releases/stable/amd64/index.html.pt_BR
PDF: http://www.br.debian.org/releases/stable/amd64/install.pdf.pt_BR
TXT: http://www.br.debian.org/releases/stable/alpha/install.txt.pt_BR

i386:
HTML: http://www.br.debian.org/releases/stable/i386/index.html.pt_BR
PDF: http://www.br.debian.org/releases/stable/i386/install.pdf.pt_BR
TXT: http://www.br.debian.org/releases/stable/i386/install.txt.pt_BR

Para as outras arquiteturas:

Guia de instalação do Debian Squeeze (em pt_PT):

amd64:
HTML: http://www.debian.org/releases/testing/amd64/index.html.pt
PDF: http://www.debian.org/releases/testing/amd64/install.pdf.pt
TXT: http://www.debian.org/releases/testing/amd64/install.txt.pt

i386:
HTTP: http://www.debian.org/releases/testing/i386/index.html.pt
PDF: http://www.debian.org/releases/testing/i386/install.pdf.pt
TXT: http://www.debian.org/releases/testing/i386/install.txt.pt

Versão em desenvolvimento do manual para o Debian Testing (pt_BR):

amd64:
HTML: http://d-i.alioth.debian.org/manual/pt_BR.amd64/index.html
PDF: http://d-i.alioth.debian.org/manual/pt_BR.amd64/install.pt_BR.pdf
TXT: http://d-i.alioth.debian.org/manual/pt_BR.amd64/install.pt_BR.txt

i386:
HTTP: http://d-i.alioth.debian.org/manual/pt_BR.i386/index.html
PDF: http://d-i.alioth.debian.org/manual/pt_BR.i386/install.pt_BR.pdf
TXT: http://d-i.alioth.debian.org/manual/pt_BR.i386/install.pt_BR.txt

* para as outras arquiteturas:
Debian Wiki:

Debian FAQ:

Debian Reference:

Debian Release Notes:

Guia de Bolso? [http://tangosoft.com/refcard/]:

Guia de Referência Debian:

* ou use: apt-get install debian-reference-pt-br

Como usar o APT:

Manual de Segurança Debian:

Alertas de segurança:

Assinatura do anúncio de atualizações de segurança:

Assinatura do Debian News pt_BR:

RSS do Debian.News:

Fórum Debian:

Artigos que recomendo:

O excelente Guia do Debian em Desktops, de autoria de Carlos Morimoto:

Instalando o Debian Lenny Linux, de autoria de Percival. F. Jr.:

Bem meus amigos, é isso aí, me desculpem a extensão deste artigo que começou como um favor a um amigo [Fábio Farias aqui do VOL e que resolvi estender a toda comunidade, fiquem com Deus!

Agora e mais do que nunca não faltam motivos para que ao menos experimentem essa distribuição maravilhosa chamada Debian GNU/Linux.

Fonte: http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Obtendo-diferentes-versoes-do-Debian-GNU-Linux/

    27 de nov. de 2010

    webOS em aparelhos da HP

    HP estuda lançar aparelhos com sistema operacional webOS

    O webOS, sistema operacional desenvolvido pela Palm e baseado no Linux, deve aparecer em lançamentos da HP nos próximos dois anos. Ainda não há muitos detalhes sobre os produtos, mas Jon Rubinstein, chefe da unidade de negócios da Palm, confirmou diversos smartphones e pelo menos um tablet. Outros aparelhos não estão descartados.
    O webOS foi lançado no meio do ano passado, juntamente com o smartphone Pre, e ganhou muitos elogios da crítica especializada, mas isso não foi suficiente para revitalizar a Palm.
    Em Abril último, a Palm foi comprada pela HP, que decidiu continuar a apostar no webOS.

    Fonte: http://goo.gl/Uzt2d

    11 de nov. de 2010

    TwiterrFeed

    Comecei a utilizar o TwitterFedd.com para enviar os artigos do Linuxer Colossos automaticamente para o Twitter do blog. É fácil usar o serviço, basta acessar o TwitterFeed e se registrar , após o registro o sistema te leva para o passo 2 que é adiconar o link do feed específico do teu site ou blog, no caso do blogspot basta clicar no ícone laranja na barra de endereço do navegador copiar e colar no twitterfeed, em seguida basta escolher um serviço, no caso o Twitter, se tudo der certo no dashboard vai aparecer o nome do seu feed.
    O sistema é de fácíl utilização, apesar de estar em inglês não é complicado, sendo sim, bem intuitivo.
    Usuários do Blogger nem precisa fazer cadastro; basta a utilização da OpenID, caso você use OpenID. Eu preferi fazer cadastro, nunca utilizo OpenID.
    Daqui pra frente, toda vez que você publicar um post no blog, ele será enviado ao Twitter. Esta é uma excelente ferramenta de divulgação , já que o Twitter conta com mais de 6 milhões de usuários no mundo

    8 de nov. de 2010

    Firefox: Alterando mecanismo de busca da barra de endereços

    Tudo corria maravilhosamente bem quando um belo dia fui fazer uma pesquisa utilizando a barra de endereços do firefox, sim, caso você não saiba a barra de endereços, aquela lá em cima onde digitamos por exemplo www.youtube.com, do firefox serve também para fazermos buscas na web, eu sempre inexoravelmente somente utilizo o poderoso Google para pesquisar na web, detesto todos os outros, principalmente Bing e Yahoo! Entretanto as vezes algum programa espertalhão altera as coisas sem pedir permissão ou de forma sutil que pode passar despercebido por nós. Foi o que aconteceu comigo, o motor de busca de minha barra de endereços do firefox foi alterada para o Bing, deve ter sido na instalação ou autalização do Internet Explorer 6 para Internet Explorer 8 fiquei com muita raiva e imediatamente fui em busca da solução que explicarei abaixo.

    É simples,ara fazer a mudança, digite about:config na barra de endereço do Firefox, aperte Enter e procure por keyword.url no campo de busca. Se o resultado aparecer em negrito, significa que foi modificado.

    Clique com o botão direito do mouse sobre a chave e escolha Restaurar padrão. Com isso o sistema de buscas do Google volta como padrão.

    Caso queira modificar e colocar outros mecanismos de buscas, para usá-los, basta um duplo clique sobre a chave e modifique o endereço. Alguns são:

    Google - http://www.google.com/search?ie=UTF-8&oe=utf-8&q=
    Bing - http://search.bing.com/results.aspx?go=&form=QBLH&q=
    Yahoo - http://search.yahoo.com/search;_ylt=A0geu78_yMZJTDMAiTKl87UF?fr=sfp&fr2=&iscqry=&p=
    Ask - http://www.ask.com/web?search=&qsrc=0&o=0&l=dir&q=

    Porém somente a alteração desta chave pode não ser suficiente, então procure por browser.search.defaulturl e novamente se estiver em negrito foi alterada, basta um clique com o botão direito do mouse e escolha restaurar padrão , que será o Google, ou coloque outro mecanismo de pesquisa de sua preferência:

    Yahoo: http://search.yahoo.com/search?ei=ISO-8859-1&p=
    Twitter: http://search.twitter.com/search?q=
    Google: http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&source=hp&q=
    Wikipedia: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Especial:Pesquisar&search=
    Bing: http://www.bing.com/search?q=
    Baixaki: http://www.baixaki.com.br/busca.asp?q=

    Observe também um pouco mais abaixo a opção browser.search.order.1, se estiver em negrito foi alterada, volte para o padrão, Google, conforme expliquei acima ou coloque um mecanismo de sua preferência, basta o primeiro nome, por exemplo, Bing. No meu Firefox tava Bing, voltei para o padrão, Google.

    Na liha logo abaixo tem browser.search.order.2 , o padrão é Yahoo, eu deixei o padrão coloque o que for melhor para você, basta um duplo clique em cima da string, vai abrir um poup basta alterar, conforme explicado anteriormente.

    Um pouco mais abaixo tem mais uma opção de configuração chamada de browser.search.selectedEngine, o padrão é vazio, ou seja, não tem nada escrito, mas você pode colocar Google, como eu, ou outro mecanismo qualquer, de preferência o mesmo que você escolheu nas outras linhas.

    Após estes ajustes feche a aba e navegue feliz com seu mecanismo de busca preferido.

    26 de out. de 2010

    UbuntuOne: Excluí meu computador, e agora?

    UbuntuOne é a tentativa da Canonical, patrocinadora e desenvolvedora do Ubuntu para oferecer computação em nuvem - cloud computing -  aos usuários do ubuntu.
    Entretanto pode acontecer que em um dia agitado com sol a pino e as idéias confusas de repente você abre o aplicativo "Preferências do UbuntuOne"  clica na aba "Dispositivos" vai em "remover"  e pronto seu computador não sincroniza mais os arquivos, ele até tenta mas não vai passar disso, a única opção será usar o navegador e esquecer a facilidade da integração com o gerenciador de arquivos nautilus, certo? Errado! Existe uma solução bastante simple:

    Usuários do Ubuntu 10.10 (Maverick)

    1 - Abra Sistema-> Senhas e Chaves de Criptografia -> Senhas


    2 - Botão direito do mouse sobre UbuntuOne e selecione excluir


    3 - Abra Sistema-> Preferências-> Ubuntu One e ele deve pedir-lhe para voltar a adicionar a máquina


    Usuários do Ubuntu 10.04 LTS (Lucid)

    1 - Abra Aplicações-> Acessórios-> Senhas e chaves de criptografia


    2 - Botão direito do mouse sobre a entrada "Ubuntuone token para https: / / ubuntuone.com /" e selecione "Excluir"


    3 - Abra Sistema-> Preferências-> Ubuntu One e ele deve pedir-lhe para voltar a adicionar a máquina

    Pronto, com poucos cliques e tudo volta ao normal.

    Fonte: UbuntuOne FAQ (em inglês)

    21 de out. de 2010

    Novo MacBook Air

    Apple anuncia nova safra de MacBook Air





    O MacBook de 11 polegadas pesa um quilo e o de 13 polegadas pesa aproximadamente 1,3 quilo. Na espessura a parte mais fina possui 0,2 centímetro, e na parte mais grossa 1,7 centímetro. Tem um tamanho interessante

    Os macbooks air estarão disponíveis para venda a partir do dia 21/10, pela Apple Store. Interessados poderão comprar pela Apple Store Brasileira com valores a partir de R$ 3.199(modelo 11 polegadas com 64GB) e R$ 4.599(modelo 13 polegadas com 128GB). A Apple Brasil declarou que os modelos devem chegar ao Brasil em 3 semanas.

    Os MacBooks air vem com tela de LED backlite (resolução de 1440x900 pixels na versão 13 polegadas; e 1366x768 pixels na de 11 polegadas), processador Intel Core 2 Duo, 2GB de RAM, placa gráfica nVidia GeForce 320m e câmera FaceTime (mesma do iPhone 4), com um sistema de reconhecimento facial.

    Os MacBooks air não vem com drive óptico e nem HDD. Mas com uma memória flash embutida na placa-mãe e drive SSD (Tamanhos de 64GB, 120GB e o de 13 polegadas tem a opção de 256GB). bateria tem autonomia de até 7 horas conectada em rede wireless ou até 30 dias em standby. O macbook air de 11 polegadas tem uma autonomia menor, de 5 horas para rede wireless.

    Sãso construídos com alumínio unibody, no jeito estiloso da Apple.

    Saiba mais:
    Apple Brasil
    Apple MacBook Air
    Apple Store Brasil

    20 de out. de 2010

    Free NASA Apps for iPad and iPhone Available

    A NASA App para iPhone, iPod touch e do IPAD, combina todas as suas imagens favoritas NASA, vídeos, missões e informações em uma aplicação fácil de usar.
    Ele está disponível gratuitamente na App Store da Apple diretamente no iPhone, iPod touch e IPAD ou no iTunes.

    NASA App HD for iPad
                                                                                      




    NASA App for iPhone and iPod Touch
     Saiba mais:
    NASA App HD
    NASA.gov
    Apple

    Imagem: Cascata de fogo

    Um fenomeno luminoso espetacular . O sol e os ângulos de luz e a água se combinam para criar uma "Firefall", que é essencialmente a iluminação da água.

     Horsetail Fall, localizado no Parque Nacional de Yosemite, na Califórnia

    Site do parque aqui

    19 de out. de 2010

    Lançamento em novembro para a Estação Espacial!

    O ônibus espacial Discovery levará importantes componentes críticos de reposição para a Estação Espacial Internacional e junto vai entregar e instalar o módulo multifuncional Permanente Express Logistics Carrier-4.

    Os membros da tripulação STS-133  são o comandante Steven Lindsey, o piloto Eric Boe e os especialistas da missão Alvin Drew, Michael Barratt, Tim Kopra e Nicole Stott.  





    Additional Resources
    › STS-133 Mission Summary (778 Kb PDF)
    › STS-133
    › Discovery facts (351 Kb PDF)

    Para saber mais acesse:
    Latest Space Shuttle News
    STS-133 Mission Information

    NASA comemora a semana solar: Atividades de instrução e chat com a NASA

    A semana solar fornece uma série week-long de atividades educacionais com suporte na internet para salas de aula sobre nossa estrela, variável magnética, o sol, e suas interações com a terra e o sistema solar.

                                 
    Para saber mais acesse NASA

    Está chovendo pedaços do Cometa Halley!

    Cometa Halley é conhecido por produzir espetaculos quando passa perto da Terra em sua viagem de 76 anos em torno do sol. No entanto, você não tem que esperar até 2061 para ver um pedaço do cometa - você pode fazê-lo ainda esta semana!


    Para saber mais acesse o site da NASA

    28 de set. de 2010

    TDF: Libreoffice é OpenOffice e BrOffice

    Reproduzo aqui a recente notícia divulgada pela "comunidade de voluntários que desenvolve e promove o OpenOffice.org" , a criação da fundação independente, TDF - The Document Foundation , "como uma alternativa ao OpenOffice.org e vai coordenar e supervisionar o desenvolvimento do software". Na prática, um rompimento com a Oracle, proprietária da marca OpenOffice.org, e a continuidade de um produto de qualidade superior mantendo a liberdade inicial do Projeto, como foi durante os 10 anos de sucesso e convivência com a Sun Microsystems, fundadora e principal patrocinadora.
    Leia abaixo o texto divulgado no site BrOffice:


    Comunidade OpenOffice.org cria fundação independente para continuar o desenvolvimento da suíte de escritório livre

    Com apoio de gigantes da Tecnologia da Informação, líderes mundiais do projeto OpenOffice.org passam a desenvolver a suíte de forma independente. BrOffice.org – Projeto Brasil faz parte da fundação.

    A comunidade de voluntários que desenvolve e promove o OpenOffice.org, a suíte de escritório livre líder do mercado, anuncia uma grande mudança na estrutura do projeto. Depois de 10 anos de sucesso com a Sun Microsystems como fundadora e principal patrocinadora, o projeto lança uma fundação independente chamada “The Document Foundation” (TDF). A Fundação escolheu a marca LibreOffice, internacionalmente, como uma alternativa ao OpenOffice.org e vai coordenar e supervisionar o desenvolvimento do software.
    O objetivo é ter maior independência na decisão sobre os rumos do projeto internacional, alinhando-o às necessidades de instituições e pessoas que já usam o aplicativo. Já os usuários brasileiros continuarão utilizando o BrOffice.org, cuja marca permanecerá a mesma. Ao integrar-se no esforço de desenvolvimento da The Document Foundation, o projeto brasileiro continua com o mesmo foco: desenvolver o melhor pacote de aplicativos livre para o Brasil.
    Uma versão beta, baseada no OpenOffice.org 3.3, com alguns acréscimos, já está disponível para download no site: http://www.libreoffice.org. Desenvolvedores serão convidados a participar do projeto e a contribuir com desenvolvimento do código fonte, bem como tradução, teste, documentação e suporte.
    A Oracle, que permaneceu com os ativos do OpenOffice.org, em consequência da compra da Sun Microsystems, foi convidada a participar da nova Fundação, e a doar a marca para a comunidade. Enquanto a The Document Foundation aguarda essa decisão, a marca a ser adotada é “LibreOffice”. A fundação contará com apoios de gigantes mundiais de TI, como a Canonical, Google, Novell, Red Hat e Open Source Initiative.
    The Document Foundation apoia o ODF (Open Document Format), e está disposta a trabalhar junto com a OASIS para a próxima evolução da norma ISO”, disse Charles Schulz, membro do Conselho da Comunidade e líder da Confederação de línguas nativas. “The Document Foundation traz para mesa o ponto de vista dos desenvolvedores, apoiadores e usuários, e isso pode acelerar o processo de adoção do ODF nas diversas instâncias governamentais e empresariais".
    Conforme o coordenador geral da BrOffice.org, Claudio Ferreira Filho, a novidade é animadora: "A BrOffice.org - Projeto Brasil em nome da comunidade BrOffice.org sente-se orgulhosa de ser parte integrante da The Document Foundation. Nosso país já possui importantes investimentos no Open Document Format e nas ferramentas de software que o suportam. Apoiamos a The Document Foundation em sua missão e visão e estamos prontos para juntar forças ao processo de desenvolvimento do LibreOffice e BrOffice.org", afirma Claudio Ferreira Filho.
    Olivier Hallot, integrante do Conselho Diretor da TDF e Diretor da BrOffice.org Projeto Brasil, afirma: “O objetivo maior é preservar a qualidade do nosso produto, honrando o compromisso que firmamos com instituições e usuários que utilizam a suíte. É também uma garantia de continuidade e inovação para gestores que planejam adotar o aplicativo e o formato ODF para documentos”.
    Declarações de lideranças internacionais
    Falando em nome dos grupos de usuários, Sophie Gautier – uma veterana colaboradora da comunidade e antiga mantenedora do projeto de localização da língua francesa – declarou: “Acreditamos que a Fundação é um passo importante para a evolução da suíte, porque libera o desenvolvimento do código e a evolução do projeto das restrições representadas pelos interesses comerciais de uma única empresa. Defensores do software livre ao redor do mundo têm a oportunidade extraordinária de juntar-se ao grupo, como membros fundadores, para escrever um novo capítulo na história do software livre", afirma Gautier.
    Chris DiBona, Gerente de programas de código aberto do Google Inc., comentou o seguinte: “A criação da Fundação é um importante passo para incentivar um maior desenvolvimento das suítes de escritórios de código aberto. O Google se orgulha de ser um apoiador da Fundação e de participar deste projeto”.
    “Viva o LibreOffice”, disse Markus Rex, Vice-Presidente Sênior e Gerente Geral de Soluções de Plataforma Aberta da Novell. “Estamos ansiosos para trabalhar com a TDF para ajudar a desenvolver uma sólida oferta de software de documentos de código fonte aberto. Finalmente, nós esperamos que o LibreOffice faça, para o mercado de produtividade para escritórios, o que o Mozilla Firefox tem feito para os navegadores".
    Jan Wildeboer, EMEA Open Source Affairs da Red Hat, comentou: "Em todo o mundo, os usuários, empresas e governos estão migrando para soluções verdadeiramente livres baseadas em padrões abertos. O LibreOffice fornece o elo que faltava, e quanto a Red Hat, estamos orgulhosos em aderir a este esforço ".
    Mark Shuttleworth, fundador e acionista majoritário da Canonical, fabricante do Ubuntu, declarou: "Software de produtividade para escritórios é um componente fundamental. O Projeto Ubuntu terá o prazer de incluir o LibreOffice em versões futuras do Ubuntu. O gerenciamento do LibreOffice pela Fundação fornece aos desenvolvedores do Ubuntu um fórum eficaz para a colaboração em torno do código que faz do Ubuntu uma solução efetiva para computador em ambientes de escritório".
    "O Open Source Initiative tem observado uma nova tendência de comunidades colaborativas para software de código aberto", disse Simon Phipps, diretor da Open Source Initiative."Saudamos a iniciativa da Fundação e estamos ansiosos para a inovação que ela é capaz de conduzir, com uma comunidade verdadeiramente aberta, reunida em torno de um software livre em comum, no melhor espírito de software de código aberto".
    O que é a The Document Foundation
    The Document Foundation é uma Fundação meritocrática, independente e autônoma criada por lideres da antiga Comunidade OpenOffice.org. Eles continuam a desenvolver na Fundação, os dez anos de trabalho dedicado pela comunidade OpenOffice.org. A TDF foi criada na convicção de que uma fundação independente, é o ajuste adequado aos valores de aberturas essenciais da Comunidade, transparência e valorização das pessoas pela sua contribuição. Está aberta a qualquer pessoa que concorde com os nossos valores fundamentais e contribua com as nossas atividades, e congratula-se com a participação das empresas, por exemplo, através do patrocínio de pessoas para trabalhar como iguais ao lado de outros colaboradores da comunidade.
     

    9 de set. de 2010

    Google TV na IFA, protótipo Sony

    Em palestra durante um dos maiores eventos de equipamentos eletrônicos do mundo,a IFA, Eric Schmidt, CEO do Google, falou que lançará a Google TV, software que permite ao usuário acessar vídeos hospedados na internet a partir do próprio televisor, ainda em 2010. 

    Abaixo transcrevo a notícia divulgada pela INFO Online .

    Sony mostra protótipo do Google TV na IFA
    Protótipo do Sony Internet TV na IFA: buscas enquanto você assiste a programação
     
     
    BERLIM - A Sony está mostrando em seu estande na IFA um protótipo de HDTV com Google TV.
    Baseado na plataforma Android, o Google TV é a iniciativa do Google para integrar a internet e a TV, de forma praticamente transparente para o usuário. Pelo controle remoto ou por um teclado sem fio, dá para fazer buscas, jogar, ver fotos e acessar o browser enquanto se assiste à programação de TV. Também será possível instalar aplicativos comprados pelo Android Market.
    No modelo mostrado na IFA, o Sony Internet TV, não há um dispositivo separado com o Google TV. A tecnologia já está embutida dentro da própria TV, que leva ainda o selo Intel Inside. A Logitech também participou do desenvolvimento do produto.
    O modelo que está na feira não vem com teclado. Os comandos e todo o acesso à internet são feitos pelo próprio controle remoto.
    A Sony Internet TV começará a ser vendida primeiro nos Estados Unidos ainda neste ano, sem preço definido. Haverá ainda um modelo que virá com um set top box com tocador Blu-ray. Ainda não há previsão de chegada ao Brasil.