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14 de nov. de 2011

O que há de novo no Linux 3.1

O que há de novo no Linux 3.1

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Enfim habemus Linux 3.1. Após certo atraso em decorrência da invasão do kernel.org (bem coberto pelo site The H), a nova versão da série 3.x do kernel livre mais famoso da atualidade foi dada à luz no dia 24 de outubro, logo no início do Kernel Summit. No e-mail de lançamento, Linus Torvalds explicou que, em virtude da demora deste lançamento, a árvore linux-next — que contém o código para inclusão na próxima versão estável do kernel — está maior que de costume, o que o levará o a exigir com mais veemência dos novos códigos a serem incluídos a passagem por essa árvore. Ou seja, o kernel 3.2 não deve receber novidades surpreendentes, mas apenas aquelas que já estão no processo normal de inclusão na linux-next.

Números

A invasão do kernel.org, site que hospeda boa parte da infra-estrutura utilizada por Linus e seus braços-direitos, de fato atrapalhou significativamente o desenvolvimento desse software livre. No curso dos 94 dias entre o lançamento do Linux 3.0 e a disponibilidade desta versão 3.1, o código-fonte hospedado temporariamente no Github assimilou menos commits do que a versão anterior, chegando a um total de 37.098 arquivos que somam mais de 14 milhões de linhas de código (medidos novamente por The H).

Principais novidades

A maior novidade do Linux 3.1 é o suporte a uma nova arquitetura de processadores, a OpenRISC, seguidora dos princípios do Software Livre. Já temos alguma torradeira rodando Linux? :)
Praticamente todas as demais novidades que se sobressaem localizam-se no subsistema de I/O de blocos: uma nova implementação do protocolo iSCSI para operação como target, a chegada do gerenciamento de bad blocks ao subsistema md (RAID via software), a ativação das write barriers por padrão no Ext3 (o Ext4 já o fazia há tempos), avanços na eficiência do código que grava caches de volta em disco, melhorias no alocador do slab (área de memória que armazena elementos pequenos) e ganhos de escalabilidade do VFS (virtual file system). O device mapper passa a permitir o uso do comando discard (compatibilidade com TRIM em discos SSD) em volumes dm-crypt.
No campo dos novos drivers, o Wiimote, controle do console Nintendo Wii, agora pode ser usado via bluetooth no Linux.

Virtualização

Se a capacidade de operar como Dom0 do Xen trouxe muita felicidade aos usuários desse sistema de virtualização, certamente o novo suporte a pass through de dispositivos PCI e PCIe será recebido com festa.
Já no campo do KVM, começou a ser incluído o recurso de virtualização aninhada. Com ele, será possível executar máquinas virtuais dentro de máquinas virtuais. Por enquanto, isso só é possível de forma rudimentar e apenas em CPUs Intel. O suporte às instruções SVM da AMD será incluído num patch futuro, certamente antes de o recurso se tornar efetivamente utilizável.

Redes

As redes NFC (Near-Field Communication) já estão presentes em alguns smartphones e ganharão muito mais presença em breve. O objetivo de seus proponentes é que elas sejam usadas principalmente como plataforma de pagamentos via smartphone em substituição a cartões de crédito, mas seu uso pode englobar também a transmissão de informações entre dois telefones. O Linux, em sua tradição de oferecer suporte a novas tecnologias antes mesmo que elas estejam disponíveis para o grande público, acaba de receber suporte a essa nova modalidade de rede.
Na área do wi-fi, o driver b43 para chips Broadcom passa a oferecer suporte a uma diversidade muito maior do que anteriormente, praticamente tornando inúteis os esforços da própria Broadcom de desenvolver um driver livre para essa mesma família de chips, o brcmsmac.
O netfilter também recebeu atenção. O recurso de ipset, que figurará em breve num "bê-á-bá" neste blog, agora é capaz de associar IPs e nomes de interfaces de rede sob um nome arbitrário. Novamente, isto simplificará significativamente as regras de filtragem de pacotes pelo kernel.
Outro recurso, a transformação automática de faixas de IP em sub-redes com máscaras adequadas, também entrou no Linux 3.1, tornando o netfilter mais inteligente e autônomo.

Energia

O projeto cpufrequtils foi ultrapassado. Seus desenvolvedores o trocaram pelo novo cpupowerutils, capaz de realizar benchmarks e expor mais informações sobre — inclusive monitorar! — os estados de energia das CPUs. Incluído no código-fonte do kernel, sob o diretório tools/power/cpupower/, basta conferir o README para obter as instruções de compilação da nova ferramenta: make ; sudo make install.

Futuro

Com o kernel.org aos poucos voltando à operação normal (a primeira página ainda está desatualizada, mas o FTP contém dados atuais), podemos esperar um retorno aos prazos comuns de lançamento, o que nos leva ao Linux 3.2 em meados de dezembro, provavelmente pouco antes dos festejos de fim de ano.
Entre as novidades esperadas encontram-se um novo algoritmo para tratamento de congestionamentos TCP — implementado por um engenheiro do Google e capaz de reduzir a latência da pilha TCP entre três e dez porcento — e a inclusão do driver wi-fi Ath6kl.

Texto publico em:  Blog do developerWorks - IBM

13 de nov. de 2011

Segurança dos DNS quebrada nos provedores do Brasil

Grande silêncio da mídia brasileira, porém, sites internacionais de segurança deram nessa semana atenção a recentes ataque que vem redirecionando o cache DNS dos provedores brasileiros de acesso à Internet, que foram vítimas de uma série de ataques de envenenamento que redirecionaram os usuários para a instalação de malwares. Os ataques, documentados em uma entrada do blog Securelist, da Kapersky, faziam com que os usuários que digitassem "www.google.com.br" em seus navegadores fossem direcionados à um site que lhes contava que para usar o site de buscas eles deveriam instalar o software falso "Google Defence". O programa não passava de um trojan bancário e o site em que o arquivo estava hospedado também incluia arquivos executáveis (.exe) que fingiam ser programas de configuração para o Facebook, Youtube e outros sites populares.




A Kaspersky apontou que, depois de descobertos esses ataques, a Polícia Federal brasileira prendeu um empregado de 27 anos de "um provedor de médio porte do sul do país" que fora acusado de participar dos esquemas de envenamento de cache. Ele já vinha modificando o cache de DNS do provedor e redirecionando usuários para o site há pelo menos dez meses.
Um provedor típico no Brasil possui entre 3 e 4 milhões de clientes, fazendo com que seus caches de DNS sejam um alvo valioso; essa mudança de cache em apenas um servidor poderia enviar dezenas de milhares de usuários para sites de criminosos em que podem ser enganados a instalar malware. O sistema de DNS permite que nomes de domínios sejam traduzidos em endereços IP, o sistema pode realizar a busca dos endereços de domínio com consultas aos servidores DNS e recebendo a tradução adequada dos nomes em endereços numéricos. Como essa consulta pode demorar algum tempo, os servidores de DNS armazenam os resultados de pesquisas em caches por um período de tempo. O envenamento de cache DNS corrompe esses dados armazenados e colocando endereços IP diferentes, normalmente para sites hospedando aplicativos maliciosos.

Para saber mais sobre DNS:


http://registro.br/suporte/faq/faq5.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Domain_Name_System

http://www.abusar.org.br/dns.html

http://www.ipv6.br/IPV6/MenuIPV6Introducao

Fonte: Linux Magazine

9 de nov. de 2011

Windows 8 e a interface Metro

Não adianta reclamar, o fim da velha Área de Trabalho está chegando. Os computadores estão mudando, o conceito de desktop idem, e em tempos de Tablets, SmarTVs, Smartphones, Touch Screen, Minority Report, etc , vamos ter que nos readaptar, mudar velhos hábitos, está nascendo uma nova era na informática. A indústria de hardware quer e as Softwares Houses mais ainda.

O Windows 8 interface totalmente diferente, ideal para rodar em dispositivos touchscreen (tablets, pcs, etc)

Ao contrário do menu Iniciar, o charm não mostra uma lista de aplicativos. Esta só pode ser acessada clicando no botão e, depois, em Search e Apps, o que leva o usuário de volta à interface Metro. No atual estágio do Windows 8,  a transição do ambiente novo para o antigo é constante. Isso certamente causa incômodo para usuários acostumados com a Área de Trabalho, além de confundir os menos experientes.

 Fonte: InfoAbril, 
             Exame.com

Facebook: 69% de candidados rejeitados!

Pesquisa de empresa especializada em gerenciamento de imagens nas mídias sociais, revela que 69% dos 300 recrutadores norte-americanos entrevistados rejeitaram um candidato devido a informações nos perfis de redes sociais como Facebook, LinkedIn e Twitter.
O principal motivo foi porque o candidato mentiu sobre suas qualificações, o que fez os recrutadores desistirem do candidato. Também fotos deselegantes, comentários indevidos, posts negativos sobre empresas e chefes antigos e falta de habilidade de se comunicar nas redes sociais pesaram na decisão.

Compartilhar conteúde pode ser útil masdeve ser feito com cautela nas redes sociais e deve ser constante a revisão, um bom perfil pode garantir uma contratação, ao contrário do que se pode pensar.

Na prática o que se recomenda é o bom senso, nunca esqueça que numa rede social você está compartilhando informações o tempo todo e isso pode se tornar agradável ou não, dependendo do uso que se faz da ferramenta. As empresas estão de olho nos hábitos dos candidatos, então, fotos, posts, comentários, comunidades, gostos diz muito sobre você, tome cuidado para não ser rejeitado na próxima entrevista.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/carreira/69-ja-rejeitou-candidato-devido-a-facebook-04112011-30.shl

Ask Fedora

Divulgado no NoticiasLinux.com.br
Como parte do lançamento do Fedora 16 (Verne), foi anunciado o lançamento do Ask Fedora em http://ask.fedoraproject.org. Ask Fedora é uma base de conhecimento comunitária e fórum de suporte para a comunidade Fedora. Você pode fazer qualquer pergunta relacionada ao Fedora e você não precisa de um cadastro de usuário para fazer perguntas ou respondê-las. Você pode usar openid para logar, incluindo Google ou Wordpress. Você também pode usar sua identidade Fedora (fasname.id.fedoraproject.org). Mais detalhes em http://ask.fedoraproject.org/q[...]fas-id-to-log-in-to-ask-fedora.

fontes:
http://www.noticiaslinux.com.br/nl1320802896.html
http://lwn.net/Articles/466381/

8 de nov. de 2011

Fedora 16

Fedora 16 “Verne”, foi lançado hoje, 08/11/2011, terça. O Fedora 16 vem com versões atualizadas dos principais componentes do sistema operacional : GNOME 3.2, KDE 4.7, Sugar 0.94, Pearl 5.14, GHC 7.0.4, GRUB 2. As opções de desktop são GNOME 3.2, KDE 4.7, XFCE, LXDE, distribuidas em versões separadas de 32 ou 64 bits numa imagem ISO que cabe dentro de um cd-r.
Recomenda-se fazer a atualização direto pelo desktop, não sendo possível utilizar a mídia física para atualizar.



FAQ do Fedora 16 codinome Verne encontra-se disponível. Acesse agora mesmo:

FAQ do Fedora 16 em português


Para ver mais detalhes visite o site :


30 de out. de 2011

Justin Bieber: eleito o pior artista pop da história

Justin Bieber: eleito o pior artista pop da história

Justin Bieber: eleito o pior artista pop da história

SLIDE — POR EUSEBIO EM OUTUBRO 29, 2011 AT 18:52
Ninguém bate Justin Bieber no quesito pior artista pop de todos os tempos. É a opinião da revista britânica NME, que colocou o astro teen no topo do ranking das 20 maiores atrocidades da música.
O motivo?
“É a arma do rapper Usher para dominar o planeta e transformar a todos em zumbis com cérebros de garotas de 12 anos e com o mesmo corte de cabelo. Parem-no enquanto é tempo!”, diz a publicação.
Em segundo lugar, ficou a banda Black Eyed Peas.
Concordam?

28 de set. de 2011

Revolution OS parte 9 Legendado

Revolution OS parte 8 Legendado

Revolution OS parte 7 Legendado

Revolution OS parte 6 Legendado

Revolution OS parte 5 Legendado

Revolution OS parte 4 Legendado

Revolution OS parte 3 Legendado

Revolution OS parte 2 Legendado

Revolution OS Software Livre parte 1 Legendado

1 de ago. de 2011

Man urpmi - Mandriva.2011.RC2.x86_64.2

Apenas uma dica de como usar o urpmi no Mandriva Linux pelo terminal, como root óbviamente. O texto abaixo foi retirado das páginas de manual do sistema.
Utilizei o Mandriva 2011 rc2 instalado no virtualbox.

uso:
  --help         - imprime esta mensagem de ajuda.
  --media        - use somente as mídias listadas (separadas por vírgula).
  --excludemedia - não usa as mídias fornecidas (separadas por vírgula).
  --update       - use somente mídias de atualização.
  --searchmedia  - usa apenas a mídia fornecida para buscar pacotes.
  --sortmedia    - ordena as mídias (separadas por vírgulas).
  --synthesis    - usa synthesis invés da database do urpmi.
  --auto         - modo não-interativo, assume respostas padrão para as perguntas.
  --auto-select  - automaticamente seleciona os pacotes para atualizar o sistema.
  --auto-update  - atualiza mídias e então atualiza o sistema.
    --no-md5sum    - desabilita checagem MD5SUM dos arquivos.
    --force-key    - força atualização da chave gpg.
  --auto-orphans - remove pacotes órfãos sem confirmação do usuário
  --no-suggests  - não seleciona automaticamente pacotes sugeridos.
  --no-uninstall - nunca pergunte para desinstalar um pacote. Caso seja
                   necessário, a instalação será abortada.
  --no-install   - não instala pacotes (download somente)
  --keep         - mantém os pacotes existentes se possível, recusando os
                   pacotes solicitados que pedem a remoção do pacote.
  --split-level  - divide em pequenas transações se mais de um pacote
                   precisa ser instalado ou atualizado,
                   o padrão é 1.
  --split-length - transações em pequenos pedaços, o padrão é 8.
  --fuzzy, -y    - impõe uma busca aproximada.
  --buildrequires - instala buildrequires dos pacotes
  --install-src  - instala somente o pacote de fontes (sem binários).
  --clean        - remove os rpm do cache antes de iniciar.
  --noclean      - não remove os rpms do cache.
  --justdb       - atualiza somente a base rpm, não o sistema de arquivos.
  --replacepkgs  - força a reinstalação de pacotes já instalados.
  --force        - força mesmo se alguns pacotes não existem.
  --allow-nodeps - permite ao usuário instalar pacotes sem
                   checagem de dependências.
  --allow-force  - permite ao usuário instalar pacotes sem conferir
                   dependências e integridade.
  --allow-suggests - seleciona automaticamente pacotes sugeridos.
  --parallel     - urpmi distribuído.
  --root         - use outro root para instalação rpm.
  --urpmi-root    - use outro root para o urpmi e instalação rpm.
  --use-distrib  - configura o urpmi por meio de uma árvore de distribuição
                   padrão, útil para instalar um chroot com a
                   opção --root.
  --metalink     - cria e utiliza um metalink local.
  --download-all - baixar todos os programas antes de tentar instalá-los
  --downloader   - programa para baixar arquivos remotos.
                   programas conhecidos: curl, wget, prozilla, aria2
  --curl-options - opções adicionais para passar ao curl
  --rsync-options- opções adicionais para passar ao rsync
  --wget-options - opções adicionais para passar ao wget
  --prozilla-options - opções adicionais para passar ao prozilla
  --aria2-options - opções adicionais para passar ao aria2
  --limit-rate   - limita a velocidade do download.
  --resume       - reinicia a transferência de arquivos parcialmente
                   baixados (--no-resume desabilita isso, o padrão é
                   desabilitado).
  --proxy        - usa o proxy HTTP especificado, o número da porta
                   é 1080 por padrão (o formato é ).
  --proxy-user   - especifica usuário e senha para usar na autenticação
                   do proxy (o formato é ).
  --bug          - escreve um relatório de falhas no diretório indicado
                   pelo próximo argumento.
  --env          - usa um ambiente específico (tipicamente para bug report).
  --verify-rpm   - verifica a assinatura do rpm antes da instalação.
                   (--no-verify-rpm desabilita, por padrão é habilitado).
  --test         - apenas verifica se a instalação pode ser efetuada corretamente.
  --excludepath  - exclui o(s) caminho(s), separados por vírgula.
  --excludedocs  - exclui arquivos de documentação.
  --ignoresize   - não verifica o espaço em disco antes da instalação.
  --ignorearch   - permite instalar rpms de arquiteturas divergentes.
  --noscripts    - não executa script(s) dos pacotes
  --notriggers   - do not execute package trigger(s)
  --nofdigests   - do not verify digest of file(s)
  --fastunsafe   - trade verification and reliability for performance, alias:
                   --tune-rpm=nofsync
                   --nofdigests
                   --no-verify-rpm
  --replacefiles - ignora conflitos de arquivos
  --repackage    - reempacota os arquivos antes da remoção
  --skip         - pacotes que a instalação deve ignorá-los.
  --prefer       - pacotes que a instalação deve dar preferência
  --more-choices - quando diversos pacotes forem encontrados, proponha mais
                   escolhas por padrão.
  --nolock       - não bloqueia o banco de dados rpm.
  --strict-arch  - só atualiza os pacotes com a mesma arquitectura.
  -a             - seleciona todos os listados na linha de comando.
  -p             - permite a busca em 'provides' para achar o pacote.
  -P             - não procure em 'provides' para encontrar o pacote.
  --quiet, -q    - modo silencioso.
  --verbose, -v  - modo detalhado.
  --debug        - modo muito detalhado.


Nomes ou arquivos rpm dados na linha de comando serão instalados.
Eu sempre prefiro utilizar o terminal, temos mais controle do que está acontecendo.