3D Desktop! TouchScreen and XGL on Linux!
Pra terminar deixo a pergunta que não quer calar,quem precisa de Windows Vista?Resposta:Ninguém!
Debian, instalação, remoção, consulta e checagem de arquivos .deb.DPKG
O
dpkg(Debian Package) é o programa responsável pelo gerenciamento de pacotes em sistemasDebian. Sua operação é feita em modo texto e funciona através de comandos, assim caso deseje uma ferramenta mais amigável para a seleção e instalação de pacotes, prefira odselect(que é um front-end para odpkg) ou oapt(veja apt, Seção 20.2) ---> falarei sobre ele em outro artigo aqui no Colossos
dpkgé muito usado por usuários avançados daDebiane desenvolvedores para fins de instalação, manutenção e construção de pacotes.
Pacotes
Debiansão programas colocados dentro de um arquivo identificados pela extensão.debincluindo arquivos necessários para a instalação do programa, um sistemas de listagem/checagem de dependências, scripts de automatização para remoção parcial/total do pacote, listagem de arquivos, etc.Um nome de pacote tem a forma
nome-versão_revisão.deb
Use o comando:
dpkg -i [
NomedoPacote] (ou --install)para instalar um pacote em seu sistema. Talvez ele peça que seja instalado algum pacote que depende para seu funcionamento. Para detalhes sobre dependências veja Dependências, Seção 20.1.3. É preciso especificar o nome completo do pacote (com a versão e revisão).
DEPENDÊNCIAS
Dependências são pacotes requeridos para a instalação de outro pacote. Na
Debiancada pacote contém um programa com uma certa função. Por exemplo, se você tentar instalar o pacote de edição de textossupertextque usa o programased, você precisará verificar se o pacotesedestá instalado em seu sistema antes de tentar instalar osupertext, caso contrário, o pacotesupertextpedirá osede não funcionará corretamente. Note que o pacotesupertexté apenas um exemplo e não existe (pelo menos até agora :-). O programadselectfaz o trabalho de checagem de dependências automaticamente durante a instalação dos pacotes.A colocação de cada programa em seu próprio pacote parece ser uma dificuldade a mais para a instalação manual de um certo programa. Mas para os desenvolvedores que mantém os mais de 8710 pacotes existentes na distribuição
Debian, é um ponto fundamental, porque não é preciso esperar uma nova versão dosupertextser lançada para instalar a versão mais nova do pacotesed. Por este motivo também é uma vantagem para o usuário.
Debian em muitos computadores, você tem duas opções: Debian em outras máquinas Lista-Pacotes.txt contendo a lista de pacotes instalados.dselect.
Use o comando:
dpkg -l [pacote] (--list) para isto.
Na listagem de pacotes também será mostrado o "status" de cada um na coluna da esquerda, acompanhado do nome do pacote, versão e descrição básica. Caso o nome do [pacote] seja omitido, todos os pacotes serão listados.
É recomendado usar "dpkg -l|less" para ter um melhor controle da listagem (pode ser longa dependendo da quantidade de programas instalados).
Use o comando:
dpkg -r NomedoPacote (--remove)
para remover um pacote do sistema completamente. Somente é necessário digitar o nome e versão do pacote que deseja remover, não sendo necessário a revisão do pacote.
O comando dpkg -r não remove os arquivos de configuração criados pelo programa.
Use o comando:
dpkg -P [NomedoPacote|-a] (--purge)
para remover um pacote e todos os diretórios e arquivos de configuração criados. Não é necessário especificar a revisão do pacote. O comando dpkg--purge pode ser usado após uma remoção normal do pacote (usando dpkg -r).
Caso você usar diretamente o comando dpkg --purge, dpkg primeiro removerá o pacote normalmente (como explicado em Removendo pacotes do sistema, Seção 20.1.5) e após removido apagará todos os arquivos de configuração.
Caso especifique a opção -a (ou sua equivalente --pending) no lugar do nome do pacote, todos os pacotes marcados para remoção serão removidos completamente do sistema.
Note que o dpkg --purge somente remove arquivos de configuração conhecidos pelo pacote. Em especial, os arquivos de configuração criados para cada usuário do sistema devem ser removidos manualmente. Seria pedir demais que o dpkg também conhecesse os usuários de nosso sistema ;-).
MOSTRAR DESCRIÇÃO DO PACOTE
Use o comando:
dpkg -I NomedoPacote (--info)
para mostrar a descrição do pacote. Entre a descrição são mostradas as dependências do pacote, pacotes sugeridos, recomendados, descrição do que o pacote faz, tamanho e número de arquivos que contém.
Use o comando:
dpkg -S arquivo (--search)
para saber de qual pacote existente no sistema o arquivo pertence.
Use o comando:
dpkg -s pacote (--status)
para verificar o status de um pacote em seu sistema, se esta ou não instalado, configurado, tamanho, dependências, maintainer, etc.
Se o pacote estiver instalado no sistema, o resultado será parecido com o do comando dpkg -c [pacote] (--contents).
A checagem de pacotes com este tipo de problema pode ser feita através do comando:
dpkg -C (--audit)
Será listado todos os pacotes com algum tipo de problema, verifique os detalhes do pacote com "dpkg -s" para decidir como corrigir o problema.
Use o comando:
dpkg --get-selections
(apenas lista na tela o nome dos pacotes instalados)opcionalmente pode-se usar dpkg --get-selections|less para ter um melhor controle da listagem (pode ser longa dependendo da quantidade de programas instalados).
Use o comando:
dpkg --set-selections
para obter a lista de pacotes que serão instalados no sistema. O uso do dpkg --get-selections e dpkg --set-selections é muito útil durante uma necessidade de reinstalação do sistema GNU/Linux ou repetir a instalação em várias máquinas sem precisar selecionar algumas dezenas entre os milhares de pacotes no dselect.
Após obter a lista com dpkg --get-selections, use dpkg --set-selections dselect e escolha a opção INSTALL, todos os pacotes obtidos via dpkg --set-selections serão automaticamente instalados.
Pacotes estão desconfigurados quando, por algum motivo, a instalação do mesmo não foi concluída com sucesso. Pode ter faltado alguma dependência, acontecido algum erro de leitura do arquivo de pacote, etc. Quando um erro deste tipo acontece, os arquivos necessários pelo pacote podem ter sido instalados, mas os scripts de configuração pós-instalação não são executados.
Use o comando:
dpkg --configure [NomedoPacote]
Para configurar um pacote. O NomedoPacote não precisa conter a revisão do pacote e extensão.
Use o comando:
dpkg -c arquivo (--contents)
para obter a listagem dos arquivos contidos no pacote. É necessário digitar o nome completo do pacote. O comando dpkg -c é útil para listarmos arquivos de pacotes que não estão instalados no sistema.
Para obter a listagem de arquivos de pacotes já instalados no sistema, use o comando:
dpkg -L arquivo
É necessário digitar somente o nome do pacote (sem a revisão e extensão).


"...A micro$oft abandonou o consórcio que define o padrão ODF e propôs apoiar um outro padrão chamado OpenXML, da ECMA. Este padrão é uma colcha de retalhos aberta, mas muitos de seus componentes são fechados e patenteados.
Como sua estratégia está sendo bombardeada na Europa, a micro$oft quer tentar aprovar seu padrão no Brasil. Depois querem transformar o Brasil em exemplo para influenciar os demais países do mundo. Como pretendem fazer isto? Através da ABNT. A m$ criou um grupo de trabalho na ABNT, financiado por ela com o objetivo de aprovar o OpenXML como um padrão aberto.
A m$ está alocando funcionários e empresas aliadas para participar e controlar este grupo. Tal prática da m$ é bastante conhecida. Basta lembrar que o Chefe de Gabinete da Presidência do Serpro, em 2004, saiu da empresa pública diretamente para integrar os quadros da m$ em Brasília. O objetivo era paralisar o uso de software livre pelo governo federal. Este fato não ocorreria no mercado financeiro, pois lá existe a exigência de quarentena..."
Como explica o Sérgio Amadeu "O padrão ODF é livre. Todos os seus componentes são abertos. Ele é de fácil implementação e pode ser usado por qualquer empresa, sem impedimentos nem necessidade de pagamento de royalties.
O padrão OpenXML é composto de vários componentes patenteados ou de propriedade de empresas privadas. É absurdamente complexo, tem mais de 5 mil páginas. Sua adoção não dará nenhuma garantia jurídica e nem permitirá que a evolução de cada componente do padrão seja pública e aberta."

May 11, 2007 (The INTERNET). The KDE Community is happy to announce the immediate availability of the first alpha release of the KDE Desktop Environment, version 4.0. The release is a basis for the integration of powerful new technologies that will be included in KDE 4.0
Remova o ‘dash’
~$ sudo apt-get remove - -purge dash
Isso é necessário porque alguns make files de compilação usam o /bin/sh que por padrão no Feisty é o ‘dash’, quando deveria ser o ‘bash’. Apenas remover o ‘dash’ do seu sistema vai tornar o bash como padrão. Se você não quer remove-lo então use o comando ’sudo update-alternatives’ para fazer o /bin/sh apontar para /bin/bash. No momento que estou escrevendo este artigo foi impossivel usar update-alternatives para trocar o sh, provavelmente arestas a serem consertados neste release preliminar do Feisty.
“BrazilFW é uma mini distribuição Linux Firewall e Roteador que roda facilmente em computadores antigos. As funções principais do BrazilFW são: compartilhar conexões de internet; promover proteção de firewall para os PCs conectados ao BrazilFW. O BrazilFW roda em um velho 486 "DX" 66 (sx pra baixo não) com pelo menos 16Mb de memoria. Você não precisa de HD, mas se desejar, pode naturalmente instalar numa hd, que alias é muito recomendado em termos de confiabilidade/velocidade. Além disso, o Squid está 100% estável pra uso, e somente em HD. O BrazilFW foi basedo no antigo Coyote Linux floppy firewall/routing system.”
Enviado por Gustavo Melo (gustavomeloΘsoftwarelivre·org) - referência (brazilfw.com.br).

Essas idéias são o caminho central para a comunidade Ubuntu Brasil colaborar. Membros da comunidade Ubuntu Brasil precisam trabalhar em conjunto efetivamente, e o Código de Conduta dá as regras para nossa cooperação."
"Uma pessoa com Ubuntu está aberta e disponível aos outros, assegurada pelos outros, não sente intimidada que os outros sejam capazes e bons, para ele ou ela ter própria auto-confiança que vem do conhecimento que ele ou ela tem o seu próprio lugar no grande todo." -- Arcebispo Desmond Tutu em Sem Futuro Sem Perdão (No Future Without Forgiveness).
Quer saber o que torna o Ubuntu especial? Aprenda mais sobre o Ubuntu.
Agora finalmente reproduzo abaixo o artigo da computerworld.uol.com.brUma frase dita nesta semana pelo CEO da Microsoft, Steve Ballmer, chamou a atenção de vários segmentos de mercado. Não por alguma crítica ferrenha a algum concorrente ou por um anúncio bombástico da própria gigante de software. Mas pela análise feita sobre aquilo que muitos especialistas consideram um marco nos setores de entretenimento e comunicações: o iPhone, da Apple.
“Não há chance de o iPhone ganhar qualquer participação de mercado significativa. Nenhuma chance. É um item subsidiado de 500 dólares”, apontou.
As melhores frases de Steve Ballmer sobre…
1-) ... a desaprovação da supervalorização das ações das companhias do setor de t
ecnologia, incluindo de sua empresa. “Existe uma supervalorização dos papéis de tecnologia absurda. Eu incluiria as ações da nossa companhia nessa categoria. Isso é ruim em longo prazo para a economia.”
2-) ... essa “onda de iPods e Google”. “Meus filhos em várias situações são mal comportados como muitas outras crianças. Mas pelo menos em uma situação eu fiz uma lavagem cerebral com eles: não usem Google e não usem iPod”.
3-) ... mais uma vez o Google. “O Google não é uma companhia real. É uma casa feita de cartas”.
4-) ... a (in)utilidade dos blogs. “Eu não tenho certeza de que os blogs são necessariamente a melhor ferramenta para dar uma turbinada em qualquer coisa que seja. As pessoas querem blogar por várias razões, e isso pode ou não ser representativo”.
5-) .... a posição da Microsoft no mercado. “Nós não temos um monopólio. Nós temos participação de mercado. Existe diferença”.
6-) ... problemas de saúde do Linux. “O Linux não está em domínio público. O Linux é um câncer que se une a um senso de propriedade intelectual em tudo que toca. É assim que a licença funciona”.
7-) … potenciais problemas de patentes do Linux. “Queremos ter o retorno econômico apropriado para nossos acionistas a partir de nossa inovação”, sugerindo que usuários e fornecedores de versões do Linux poderiam correr riscos de processos por infração de patente. Esses comentários vieram depois de a Microsoft e a Novell assinarem um acordo para parceria tecnológica que também elimina a possibilidade de eventuais processos.
Bill Gates não ficou atrás e se pronunciou sobre...
8-) … seu papel no universo. “Ei, eu nunca falei para ninguém comprar minhas ações. Além disso, ninguém está menos feliz (sic) do que eu com o desempenho dos papéis da Microsoft. Eu perdi dezenas de bilhões de dólares nesse ano – se você checar, vai ver que isso é muito mais do que aquilo que a maioria das pessoas ganha durante a vida toda”.
9-) .... o caso antitruste. “Essa coisa anti-truste vai acabar”.
10-) … a natureza distribuída da inteligência em sua companhia (creio). “Na Microsoft existem várias idéias brilhantes, mas a imagem é que todas elas vêm do topo. Temo em dizer que não é bem assim”.
11-) ... sobre o número de vistos H-1B, para trabalho, que deveriam ser permitidos nos Estados Unidos além dos 65 mil permitidos atualmente. “300 mil seria um avanço fantástico”.
12-) ... novamente explicando seu papel no mundo. “Eu tenho 100 bilhões de dólares. Você acredita que eu poderia gastar 3 milhões de dólares por dia, todos os dias, pelos próximos 100 anos? E isso se eu não ganhar mais nenhum centavo. Vou te dizer uma coisa: vou comprar seu braço direito por um milhão de dólares. Eu vou te dar um milhão de pratas e decepo seu braço aqui mesmo”.
13-) … sobre um dos seus principais acertos, talvez. “Se a GM tivesse acompanhado a tecnologia como a indústria da informática fez, estaríamos todos dirigindo carros de 25 dólares com 1000 MPG”.
14-) … sobre sua posição a respeito do gerenciamento de direitos digitais. “
Propriedade intelectual tem a vida útil de uma banana”.
15-) … sobre seus clientes. “Vamos encarar uma coisa: o usuário médio de computador tem o cérebro de um macaco-aranha”.
*Network World

Quem estiver testando uma distribuição linux e escolher o Ubuntu saiba que existe uma comunidade brasileira contribuindo com a tradução, segurança e suporte!Veja nesse link como obter ajuda.
Todos podem colaborar divulgando, traduzindo, documentando, sugerindo correções e informando erros. O simples fato de usar e enviar anonimamente suas informações de hardware já é uma ajuda muito grande.
Utilize o Fórum em português para questionar qualquer coisa, o WIKI para obter documentação feita pela comunidade, o IRC para bater papo e conhecer outros usuários.
Saiba também que existe um Guia completo dentro do sistema. Acesse o menu Sistema > Ajuda. Veja aqui um exemplo da utilidade deste guia
Venha conhecer o sistema operacional que mais cresce no mundo e que está cativando muita gente!



1. O Open Source antecedeu inclusive o software proprietário
A maioria das pessoas tem uma visão de que o Open Source é uma idéia nova, radicalista. No entanto softwares que tangeriam futuramente ao atual molde de Open Source, já tinham seus códigos-fonte expostos a observação e modificação, inclusive era esperado que o fizessem. Mas, em 1976, graças ao nosso ‘amigo’ Bill Gates, e sua famosa carta no Clube de Computação de Homebrew incentivando que se parassem de partilhar os códigos BASIC dos seus Altair’s (na época), deu origem ao primeiro movimento privativista de softwares. Eis que, em 1985, surge a nossa “Liga da Justiça” a Free Software Foundation, como afronta ao que os moldes que o movimento do “close-code” estava instaurando.
2. Apache manteve a web livre
Em 1995, quando o Apache foi lançado, o Netscape era o browser mais popular, e havia o temor que se a mesma companhia dominasse o mercado de browsers e servidores web, isso passaria a tornar-se uma hegemonia. Porém, o lançamento do Apache foi feito com dois propósitos. O velho incentivo ao trabalho colaborativo em prol de um melhor produto final e a manutenção do protocolo HTTP como um padrão livre.
3. O Open SSL manteve a criptografia livre e ao alcance de todos
A biblioteca de criptografia Open SSL, é um claro exemplo de segurança através da transparência. No momento em que o exército americano estava preocupado com o perigo resultante da criptografia de dados e tentava “ilegalizar” a exportação de qualquer dado criptografado sobre uma cifra maior que 40 bits (comparado aos 128 bits usualmente aplicados, isso era um absurdo), em o Open SSL e sua plataforma aberta de criptografia, possibilitando uma maior confiabilidade nos métodos de criptografia, “pondo a baixo” essa necessidade de retenção, ao menos no que diz respeito ao software livre.
4. Open Source “salva o pescoço” do free-genoma
Um pequeno trocadilho pra um dado importante, caso o doutorando Jim Kent, em 2002, não tivesse escrito o código de 10.000 linhas de um software em perl, capaz de processar uma quantidade de dados brutos do sequenciamento do genoma humano, e esse mesmo código não tivesse sido executado em mais de 100 servidores linux espalhados pelo planeta, em alguns meses a fusão de companhias Celera, teria sequenciado e patenteado o genoma humano pra si! Caberia absurdo maior?
5. Amor platônico da Micro$oft pelo Open Source
Por incrível que pareça, é uma verdade, afirmada por fatos. O primeiro uso do TCP/IP pelo Window$ foi uma parte de um código de Berkley. Têm-se ainda (citados por Behlendorf) os casos das “manobras” da Micro$oft com programas como MySQl e JBoss. Também vê-se os casos do Codeshare, Channel 9 e alguns outros sites que indicam sinais de “open-microsoft”. Como Behlendorf mesmo disse: “arrastado a pontapés e gritos rumo ao futuro”.
6. Nem só de “bons-samaritanos” vive o Open Software
Muitos dos desenvolvedores que colaboram com o Open Software, fazem isso em benefício (financeiro, inclusive) próprio. Estimativamente, é muito mais simples e rápido o desenvolvimento colaborativo, resume o trabalho individual e dispõe de resultados em um tempo infimamente menor do que a produção de um único indivíduo.
7. Comunidades online realmente PODEM agir
Enquanto a colaboração internacional entre voluntários tende a desordem, surge um novo tipo de gerenciamento de software, que maximiza o numero de voluntários e seu potencial de diferenciação. Devido a transparência, todos podem ver o que foi feito, agilizando a ambientação e facilitando o “auto-policiamento”.
8. A liberdade maior: o direito de “fork”
Originalmente, a função fork, permitia que se fizesse (em runtime) um “clone” de parte do código, alterando as suas necessidades e se pusesse a rodar em paralelo com o original, executando tarefas específicas.
9. Open source ainda pode mudar o mundo!
Behlendor afirmou entusiasmadamente que isso ainda é possível, e vem se tornando fato. Apoiou sua afirmação na possibilidade do uso do OS em eleições, ou na forma com que vem ajudando os internautas chineses a burlar a burocracia barata que restringe o uso da mesma em seu país, ou ainda a inciativa do OLPC (One Laptop Per Children). Inclusive, citou como exemplo, a batalha pelo gerenciamento dos direitos de gerenciamento digital, como fato apoiador.
10. Open Source precisa da SUA ajuda (quem quer você seja)
Você sequer precisa ser programador para participar da comunidade global Open Source. Basta testar, e fundamentalmente USAR, inciativas OS. Existem inclusive (cita-se o OpenOffice, BrOffice, Firefox) inciativas OS para Window$! Caso encontre algum bug ou falha no programa, comunique! Participe de fóruns, experimente distribuições Live (rodam direto do CD, sem precisar instalar) Linux como Ubuntu. E ainda, caso tenha fluência, participe traduzindo documentação ou mesmo aplicações do Inglês > Portugues, etc. O principal é interagir!
Texto extraído do original em Tectonic.
Um *Installfest* é um evento, geralmente patrocinado por um Grupo de Usuários Linux ou universidade, em que pessoas se reúnem para realizar instalações em massa de sistemas operacionais de computador ou software, principalmente o sistema operacional Linux e outros softwares de código aberto. É geralmente um evento de apoio e de construção da comunidade, onde iniciantes trazem seus computadores juntamente com os discos de instalação de seu sistema operacional preferido ao local do installfest, e usuários experientes os auxiliam a iniciar e a resolver problemas. Às vezes CDs contendo alguma distribuição de Linux e informativos são distribuídos gratuitamente aos participantes. Os installfests recebem bem todo nível de conhecimento, de iniciantes completos a usuários avançados. Os installfests podem variar de encontros informais a festas com comida, bebida e música. O tom e o escopo do evento dependerá da organização que o patrocina. A palavra /Installfest/ é uma junção de /instalação/ e /festival/. O termo /install fest/ ou a variação /Install Fest/ são também utilizados. /Installfest/ captura a atmosfera festiva de pessoas auxiliando umas às outras através de instalações muitas vezes difíceis.
Local: LAPASES - Centro Cultural da Associação dos Empregados do Serpro
Endereço:Rua da Lapa 37/sobrado
Lapa - Rio de Janeiro
Fone: (21) 2509-6522
Data: 28/04/2007
Horário: De 09:00 às 17:00 horas
Para saber mais detalhes clique aqui
"[21/02] :. Kurumin 7, lançamento oficial:
Desde que comecei a desenvolver o Kurumin, há 4 anos atrás, o Linux avançou de forma surpreendente em relação ao uso em desktops. Antes, aguardávamos ansiosamente novas versões dos programas, esperando que os problemas fossem corrigidos. Atualmente, os padrões mudaram muito: os softwares são mais estáveis e possuem muito mais funções. A maioria das pessoas quer um desktop confiável e não necessariamente as últimas versões dos aplicativos.
Acompanhando esta tendência, o Kurumin 7 é baseado no Etch - a nova versão estável do Debian. Ele é um release "de longa duração", que você poderá usar por muito mais tempo, sem sustos ao tentar atualizar o sistema e instalar novos pacotes via apt-get. Ao mesmo tempo, aqueles com espírito aventureiro podem configurar o sistema para usar a versão testing/unstable do Debian e assim acompanhar as últimas novidades.
Além disso, o sistema passou por uma maturação muito mais longa. Ficou muito mais polido e incorporou mais funções, como o suporte a escrita nas partições NTFS do Windows, mais opções de configurações, melhor suporte a redes wireless e periféricos bluetooth, melhor suporte 3D, ícones mágicos e assim por diante, resultando na mais completa e estável versão do Kurumin de todos os tempos.
Você pode baixar o Kurumin 7 nos mirrors de sempre. “
No site tem mais detalhes sobre como baixar ou adquirir o kurumin 7.0,que já tem até livro próprio que ensina como utilizar o sistema,para saber mais:
http://www.guiadohardware.net/gdhpress/promocaokurumin7/
Aproveite e dê uma lida na Revista Guia do hardware 2 ª Edição
Parabéns ao Sr Carlos Morimoto e equipe pelo trabalho.

O uso ilegal de sistemas deve sim ser combatido. No entanto, não cabe ao governo ajudar a distribuir ou oferecer facilidades a um produto que já monopoliza o mercado. Principalmente porque já existe uma alternativa de qualidade, que funciona muito bem, e que institui um sistema de circulação de bens intangíveis muito mais ético e solidário, o software livre. Tendo o computador em mãos, cabe ao consumidor decidir se quer continuar usando o sistema livre ou se quer obter uma licença proprietária a preços exorbitantes. O governo deve fiscalizar e punir as cópias ilegais, mas não pode emperrar ou encarecer um programa de inclusão digital só porque uma empresa quer. Esse programa, inclusive, dá acesso único às funcionalidades do computador, pois inclui não só o sistema operacional, mas também um conjunto grande de aplicativos e seus códigos, livres. Se as máquinas fossem distribuídas somente com o sistema operacional, sem os aplicativos, aí sim haveria incentivo à pirataria, não do Windows, mas dos aplicativos proprietários.
Além do mais, a possibilidade de a Microsoft integrar o programa nunca esteve fechada. Basta oferecer seus softwares com uma licença livre.
Rafael Evangelista é cientista social e linguista. Sua dissertação de mestrado tem o título Política e linguagem nos debates sobre o software livre. É editor-chefe da revista ComCiência e faz parte de algumas iniciativas em defesa do software livre como Rede Livre, Hipatia e CoberturaWiki.
http://www.softwarelivre.rj.gov.br/
http://twiki.softwarelivre.org/
http://www.onlinux.com.br/dicas/lnag/
http://focalinux.cipsga.org.br/
http://www.rau-tu.unicamp.br/linux/

