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4 de fev. de 2009

Supercomputador IBM de 30 petaflops vai rodar Linux!

“EUA contrata IBM para construir maior supercomputador do mundo.
O governo dos Estados Unidos contratou a IBM para construir um supercomputador com mais potência que todos os listados na lista Top 500 dos maiores supercomputadores do mundo.

O sistema Sequoia é uma proposta ambiciosa para a IBM. Com capacidade de 30 petaflops, ele será usado pelo Departamento de Energia dos EUA em suas pesquisas de matérias-primas nucleares. Os sistemas mais rápidos hoje alcançam 1 petaflop, um êxito notável atingido apenas ano passado.

É o maior salto de capacidade de computação já realizada”, disse Mark Seager, assistente do departamento de tecnologia avançada do Lawrence Livermore National Laboratory, na Califórnia, onde o sistema será montado. Ele deve começar a funcionar em 2012.

Na verdade, a IBM está construindo dois supercomputadores com este contrato. O primeiro será entregue no meio deste ano, chamado Dawn e irá operar em cerca de 500 teraflops. Será usado pelos pesquisadores, para ajudá-los a preparar o sistema maior.

O Sequoia usará aproximadamente 1,6 milhão de núcleos de processadores, todos chips da IBM, executando Linux - sistema que domina a computação de alta performance. Apesar de a configuração final do chip não ter sido determinada ainda, o sistema terá memória de 1,6 terabytes e será hospedado em 96 estantes do tamanho de uma geladeira. O custo final do sistema não foi revelado.

Patrick Thibodeau, editor da Computerworld, dos EUA”

Fonte: BR-Linux , IDGNow

28 de jan. de 2009

GDrive - O Disco virtual do Goole

Mais uma novidade do Google,não tão nova pois desde 2006 que existem rumores sobre um disco virtual do Google. Se será lançado como beta mantendo a tradição ou não vamos esperar para ver.
Numa época em que o conceito de "cloud computing" está em alta é bastante lógico que o gigante das buscas faça algo assim,aliás penso até que está demorando haja vista outras opções como Sky Drive,da Microsoft, Media Fire. Entretanto não vamos nos empolgar pois parece que a coisa ainda precisa de muitos ajustes.
Numa época em que os arquivos estão cada vez maiores e por uma questão de praticidade existe uma necessidade de manter boa parte destes na chamada nuvem,facilitando o acesso aos arquivos à partir de qualquer lugar e usando qualquer dispositivo com smarthfone,laptop,pc,netbook.
O Google tem se mostrado bastante competente quando se trata de "cloud computing", serviços como Gmail,Picasaweb,Google Docs,iGoogle,etc estão fazendo muito sucesso,esperamos que o Gdrive venha funcional e intuitivo.

15 de dez. de 2008

Desabilitando o Applet Network Manager do Gnome

Um applet do Gnome chamado Network Manager encontrado em distribuíções como Ubuntu,Debian,Fedora,etc é uma ferramenta de configuração de interfaces de redebastante útil,entretanto para aqueles que estão acostumados a resolver tudo no bom e velho terminal ou que estejam com sua conexão em banda larga roteada ele se torna inútil,então desabilita-lo assim:

Acesse o menu Sistema - Preferências - Sessões.

Na aba Programas Inicias desmarque a opção:

Network Manager. Pronto.

No meu caso configurei a banda larga (velox) roteada,então notei que ficava dois applets de no Gnome Ubuntu,um era o Network Manager com a mensagem "rede desabilitada" e um pequeno triângulo laranja indicando este estado,coisa totalmente inútil,pelo simples fato de que não tem como no network manager configurar adsl roteada,eu pelo menos não encontrei,tem "rede com fio","rede sem fio","banda larga móvel","vpn","dsl(pppoe)",infelizmente o Dhcp não tem e por isso o Network Maneger se torna totalmente inútil deixando qualquer ser humano normal incomodado com o tal aviso. Para você ter uma idéia melhor do que estou explicando veja a imagem abaixo e observe o ícone com o tal triângulo laranja,o network manager,ao lado do ícone da HP.




A melhor forma de configurar sua adsl roteada é via terminal mesmo ou simplesmente editando o arquivo

sudo gedit /etc/network/interfaces

ou

sudo mc /etc/network/interfaces

ou

sudo vi /etc/network/interfaces

ou

sudo nano /etc/network/interfaces

A escolha é sempre sua,afinal estamos no mundo Li,
de LIVRE,LINUX,LIBERDADE!

E deixar ele assim:

# The loopback network interface
auto lo
iface lo inet loopback

# The primary network interface
auto eth0
iface eth0 inet dhcp

Eu uso o gnome-netstatus-applet um monitor de rede legal e simples,mas que cumpre facilmente a finalidade,que é informar que a rede,no caso dhcp,está ativa. Para adicionar em seu painel clique com o botão direito do mouse na barra superior do Gnome,depois adicionar ao painel,e escolher Monitor de Rede.Pronto é ele.

Ainda existe outra forma de fazer a mesma coisa,como sempre,a escolha é sua,o método foi divulgado no [Dicas-L]

É isso,mais uma dica simples porém muito útil. Bom Trabalho.


2 de dez. de 2008

Nokia N97

Foi divulgado no Guiadohardware.net/noticias este post muito interessante,escrito por eles, que reproduzo abaixo.

A Nokia anunciou oficialmente o dispositivo que tinha mantido em segredo por um bom tempo. A novidade é o Nokia N97, o novo smartphone focado em multimídia da empresa. Ele possui uma grande tela sensível ao toque de 3.5 polegadas, 32 GB de memória interna, teclado QWERTY, WiFi, Bluetooth, GPS, câmera Carl Zeiss de 5 MP, e plugue para fone 3.56 mm. Através do slot microSD, a memória pode ser expansível para 48 GB, pela adição de um cartão de 16 GB.

O N97 será vendido a 550 Euros, ou 693 dólares, no primeiro semestre do próximo ano. Confira as especificações oficiais:


  • Rede: WCDMA 900/1900/2100 (HSDPA), EGSM 850/900/1800/1900 MHz

  • Interface: S60 5ª Edição
  • Dimensões: 117.2 x 55.3 x 15.9 mm (L x W x H) *18.25 mm na área da câmera

  • Peso: Aprox. 150 g

  • Tela: 3.5" TFT com até 16 milhões de cores (640x360 pixels)

  • Bateria: Nokia Battery BP-4L, 1500 mAh

  • Memória interna: 32 GB
  • Slot para cartões: microSD

  • Vídeo: MPEG-4 / SP e MPEG-4 AVC/H.264, até 30 fps, resolução VGA

  • RealVideo até QCIF - 30 fps

  • Windows Media (WMV9) até CIF - 30 fps
  • Flash Lite 3.0 / Flash Video no navegador

  • Áudio: MP3, AAC, eAAC, eAAC+, WMA

  • Câmera de 5 Megapixels (2584 x 1938 pixels)

  • Captura de vídeo: MPEG-4 VGA (640 x 480) até 30 fps

  • Flash: Dual LED
  • Autonomia em conversação: Até 320 min (3G), 400 min (GSM)

  • Autonomia em standby: Até 400 horas (3G), 430 horas (GSM)

  • Autonomia tocando vídeo: Até 4,5 horas (modo offline)

  • Autonomia tocando áudio:Up to 37 hours (modo offline)

  • WLAN IEEE 802.11b/g com suporte a UPnP

  • Conector Micro-USB
  • Plugue para fones estéreos 3.5 mm e suprote a TV-out (PAL/NTSC)

  • Bluetooth 2.0 com áudio A2DP, enhanced data rates (EDR)

  • Receptor GPS com suprote para GPS assistido (A-GPS)



A sensação que fica é : Eu não quero um iphone! Eu quero um Nokia N97!

Fonte: http://www.guiadohardware.net/noticias/2008-12/4935775D.html

19 de nov. de 2008

Usuário Linux

E finalmente outra excelente matéria do Olhar Digital.






Um número cada vez maior de pessoas adere ao sistema operacional
O Linux é um software livre, criado e desenvolvido por colaboradores espalhados por todo o mundo, e cujo código-fonte é aberto, ou seja, qualquer pessoa pode dar sua colaboração. Isso faz com que a plataforma se torne mais segura, já que os próprios hackers são os responsáveis pelos upgrades do sistema. Entre as versões do Linux, a mais indicada para usuários domésticos é a Ubuntu, que conta com um ambiente gráfico semelhante ao do Windows.

Link:
Ubuntu

Distribuições Linux

Outra excelente matéria do Olhar Digital.






Saiba quais são e o que oferecem as versões mais usadas pelos brasileiros
Quando o assunto é Linux, uma das dúvidas mais freqüentes é: “qual distribuição é a melhor?”. Bom, existem distribuições para os mais diversos fins, sendo que um usuário experiente é até capaz de montar sua própria distribuição, adicionando as funcionalidades que desejar. Escolhemos as seis versões mais usadas no Brasil - Fedora, OpenSuse, Mandriva, Kurumin, Débian e Ubúntu, para mostrar a vocês no Olhar Digital.

Windows vs Ubuntu, quem vence esta disputa?

Excelente matéria divulgada no Olhar Digital.




Sistemas operacionais para o seu desktop ou notebook

Confira os principais recursos do Ubuntu, o sistema operacional de código livre que é a maior alternativa ao Windows.

Ubuntu

Canonical

Fórum Mundial Ubuntu

Fórum Nacional Ubuntu

9 de nov. de 2008

O porquê de usar Slackware

Navegando nas águas profundas e misteriosas da web com meu Slackware-Current numa tarde nublada de domingo,eis que me deparei com este excelente artigo,cuja idéia de reproduzir foi apenas de ajudar a divulgar um pouco mais o Slackware e o Linux de forma geral dando os devidos créditos ao autor do texto,do site:
http://www.hlegius.pro.br/category/linux/slackware/
Que reproduzo na íntegra logo abaixo:

"Salve!

Sempre que me perguntam qual distribuição Linux que uso, eu respondo Slackware. Nessa hora, as pessoas têm várias reações diferentes, mas três delas são as mais comuns:

  • Não entendi, usa o quê ?
  • Eita, Slackware ? Você é louco, meu!
  • Slackware ? Nunca ouvi falar…

A partir daí, cada um fala uma coisa. Uns dizem: “pára meu, <> é mais fera e tal porque ela tem o pega-pacote que gerencia dependências e tal.” Ou então: “aah, Slackware não é estável. A distro <> é melhor, pois ela tem o <> SuperEstável Edition com o Kernel 2.2 que é super testado e tal.

As vezes até compensa falar que no Slackware é o administrador que informa o que deve ser feito, como vai ser feito, tudo de forma simples, estável e sem frescuras. Mas tem horas que é melhor deixar quieto, pois tem cada um viu …

Como a intenção não é falar mal das outras distros, vou tentar mostrar alguns pontos bons do Slackware:

1. Nome
Slackware: Slack = Preguiçoso
O nome já diz. Você é quem manda! Ele não faz nada além do que você pede.

2. Instalador
Nada de telinhas gráficas em 3D com várias imagens e resolução minima de 1024×768 com 32bits de cor. No Slackware, o instalador é em modo texto, porém, auto-explicativo, de fácil entendimento e não dá erro de instalação no meio do processo!

3. Gerenciador de boot
Nada contra o Grub, mas o Lilo que é default no Slackware, é o mais fácil de customizar e colocar para funcionar. Sem prompt, sem instalação problemática.

4. Kernel
O kernel padrão do Slackware é preparado para rodar em máquinas iguais ou superiores à um 486!! Na versão 10.0, o padrão era 386! Ou seja, roda em qualquer tipo de máquina sem frescuras.

5. Sistema de inicialização
O Slackware usa o padrão de inicialização BSD-style. Nada contra o SysV, usado inclusive por muitas distros, mas o BSD-style realmente é ótimo!

6. O init
Por padrão o Slackware vem com o init setado para 3. Mas mesmo vindo com esse runlevel, o sistema básico vem pronto para você logar e dar um startx. Depois você decide se vai colocar KDM/GDM/XDM(runlevel 4) ou continuar no runlevel 3. (1)

7. A organização
O Slackware possui seus scripts de inicialização e daemons tudo concentrado num canto só. Esse reduto dos daemons e init-scripts está localizado em /etc/rc.d/ Nada de um pouco em /etc/init.d; um pouco em /etc/rc.d; e até as vezes em /etc/init.d/rc.d/ :S

8. Gerenciamento de pacotes
Simples, direto, funcional e sem possíveis perdas de dados da base de pacotes. O Slackware usa o pkgtool para gerenciar pacotes, e entre os scripts incluidos nesse pacote estão:

# installpkg pacote_a_ser_instalado.tgz
# upgradepkg pacote_a_ser_atualizado.tgz
# removepkg pacote_a_ser_removido

aah! Mas está faltando um script para listar os pacotes instalados!!
Calma! Esse é um script super complexo de usar! Eis o ouro:

$ ls -lah /var/log/packages

Se você quiser fazer uma busca por algum pacote em especifíco:

$ ls -lah /var/log/packages | grep nome_do_pacote

9. Resolução de dependências
Isso que é o melhor! Sem ferramentas obrigando você a instalar coisas desnecessárias, ou até remover coisas que não é para remover.

3 pacotes a baixar(mysql-pedacinhoA, mysql-cliente, mysql-pedacinhoB); 2 pacotes para atualizar(alsa-lib, kdebase-tecoA); 1 pacotes para remover (kernel-ide)

Você baixa o pacote em tgz e instala. Se ao tentar rodar a aplicação, ocorrer um erro, você pega o nome da lib faltante e faz o download dela também. Simples e totalmente funcional.

Mas hoje, há para o Slackware um pacote que gerencia os pacotes instalados e resolve dependências. Um chama-se swaret, outro, slapt-get e o outro, slackpkg criado pelo Piter Punk.
Você pode usar qual quiser, mas se tiver problemas, pelo menos no caso do slackpkg seu e-mail informando o problema ao desenvolvedor, poderá ser em português :P

10. As aplicações vivem em paz com o Slackware
O Slackware vive num ambiente de paz e harmonia com seus aplicativos. Nada de forks para aplicações rodadem sobre uma distro X, nada de segmentation fault pois o pacote que você baixou do site oficial não tem aquele patch que a distro Y usa. No Slackware, você pode baixar os pacotes dos sites oficiais, compilar e gerar seu próprio tgz para manter um sistema totalmente organizado. (2)

Dicas e informações
(1) Para mudar o runlevel padrão edite o arquivo /etc/inittab
(2) Para criar seu próprio pacote em tgz, você pode criá-lo totalmente usando makepkg ou de uma forma mais rápida, porém, menos customizada usando o Checkinstall.
3. Site com diversos pacotes para Slackware: http://www.linuxpackages.net
4. Livro sobre o Slackware totalmente em pt-br: Slackbook(pt_BR)
5. Mantenham-se atualizado usando o Slackware-current. Sem esquecer de olhar também o repositório /extra e /testing e o /pasture"

27 de out. de 2008

Disco Rígido Virtual

Antigamente quando precisávamos armazenar arquivos tínhamos poucas opções e a mais barata e portátil era o disquete,a coisa toda evoluiu rápido e hoje usa-se o pen drive, CD-ROM ou qualquer mídia portátil,entretanto os programadores não param e com a web 2.0 uma solução bastante interessante surgiu,que é salvar os seus arquivos em um "disco rígido virtual" e acessá-los remotamente da onde você estiver desde que você tenha acesso a internet.É a famosa onda da mobilidade!
Existem diversos sites especializados no armazenamento de arquivos na Web, um deles é o MediaFire, que possui características interessantes e que podem nos ajudar muito na tarefa do backup nosso de cada dia. Uma parte do serviço é gratuito, no qual você pode criar uma conta para armazenar os seus arquivos,o tamanho máximo permitido para cada arquivo é de 100MB e o mais interesante é que a quantidade de arquivos que podem ser salvos no MediaFire é ilimitado.Se você precisa de serviços mais profissionais como link direto para os arquivos,backup redundante,10 Gb por arquivo,etc, é só contratar o serviço pago.

Outra coisa interessante no MediaFire é possibilidade de criar pastas, e organizar os arquivos da mesma forma que fazemos em nosso HD local além é claro de permitir uma considerável taxa de upload.

Para criar uma conta,acesse o site e clique em “Create a Free Account” , informe um e-mail valido e crie uma senha,simples assim sua conta já estará criada.

Para você adicionar os arquivos em seu "disco rígido virtual" basta você clicar em “Upload Files to MediaFire” e então selecionar os arquivos que você deseja salvar. Para acessar aos arquivos enviados basta acessar a aba “My Files”.

Com estes passos simples agora é possível armazenar os seus arquivos no MediaFire, e acessá-los de onde você estiver. Portanto,não deixe de fazer aquele backup importante.Entretanto não se esqueça que é um serviço gratuíto residente em um pais distante e que pode ser descontinuado sem aviso prévio e fazendo seus arquivos desaparecerem num "buraco negro",então não confie 100% ,ou seja,faça igual aos britânicos,guarde no mínimo 03 backups do mesmo arquivo em locais diferentes.

Outros serviços de armazenamento são: Steekr (1GB de espaço para armazenamento), File123 (50MB de espaço para armazenamento), Windows Live SkyDrive (5GB de espaço para armazenamento).

Existe também o Gspace uma extensão do firefox que funciona como um cliente de ftp, só precisa informar a conta do gmail,ou criar uma conta só para manter seus arquivos.Entretanto este é o método menos seguro,porque eventualmente os administradores do gmail fazem uma limpa e apagam as contas que sstão sendo usadas como disco virtual,afinal o Gmail é um serviço de email apenas.


25 de set. de 2008

GNOME 2.24


O GNOME 2.24 é a versão mais recente do GNOME, um ambiente de trabalho popular e multiplataforma. O foco do GNOME é facilidade de uso, estabilidade, e suporte de primeira classe a internacionalização e acessibilidade. Baseado em Software Livre e de Código Aberto, o GNOME fornece todas as ferramentas comuns que usuários de computador esperam de um ambiente de computação moderno (e-mail, groupware, navegação na Web, multimídia, jogos, gerenciamento de arquivos), assim como uma plataforma poderosa e flexível para desenvolvedores de software, tanto desktop como móvel.
Parabéns a todos que trabalharam neste lançamento!!! Como de costume, você pode contar com uma versão 100% traduzida para o Português do Brasil! Leia sobre as novidades aqui.

2 de ago. de 2008

GRUB Colorido

Noutro dia fazendo a edição do arquivo de configuração menu.lst observei que é possível acrescentar cor no GRUB,algo simples de ser feito bastando descomentar a linha referente,que seria esta,veja o exemplo:

# Pretty colours
#color cyan/blue white/blue <-------------- Uma opção de cor diferente,pode-se descomentar esta
color yellow/brown light-gray/brown <---- Ou opcionalmente,pode-se descomentar esta.

A sintaxe básica seria:

#color frente/fundo [frente/fundo]

#Com essa opção você especifica cores para os planos de frente e fundo do menu do GRUB. As cores são especificadas pelos seus nomes em #inglês: black, blue, green, cyan, red, magenta, brown and light-gray; dark-gray, light-blue, light-green, light-cyan, light-cyan, light-#red, light-magenta, yellow e white.
#O segundo argumento funciona da mesma maneira que o primeiro, mas apenas para os itens que estiverem selecionados no menu (que você #seleciona com as setas do teclado).

Caso esteja usando o ubuntu e queira acessar o arquivo /boot/grub/menu.lst de forma gráfica,aperte as teclas alt + f2,e digite na janela que vai aparecer:

gksu gedit /boot/grub/menu.lst

Pelo terminal:

sudo nano /boot/grub/menu.lst <---- O nano é um editor de texto fácil de usar,bom para iniciantes

sudo vi /boot/grub/menu.lst <--- O vi é um editor de texto mais complexo,leva um tempo para se acostumar

sudo mc /boot/grub/menu.lst <--- O mc é um editor de texto e gerenciador de arquivos junto,muito útil quando se precisa navegar por diferentes arquivos do sistema,igualmente simples de usar.

Muitas outras cores podem ser escolhidas,você pode até ter várias linhas prontas configuradas conforme a sintaxe exigida e ocasionalmente ir trocando de cor conforme seu desejo,mas o importante é que tenha apenas uma linha linha descomentada.Assim você terá um GRUB mais amigável.Logicamente que existem outras formas de tornar o GRUB mais legal colocando uma imagem no fundo,uma animação,etc,porém a intenção aqui é fornecer uma opção extremamente simples,eficaz,nativa do programa e agradável à vista.

1 de jun. de 2008

Novos buscadores buscam nichos renegados pelos gigantes

É possível utilizar sempre os mesmos buscadores sem que muitas das limitações de Google, Yahoo e Live Search tenham um impacto direto no seu cotidiano. Há, porém, grupos de novos serviços de busca em ascensão, que tentam explorar funções ainda renegadas pelos três grandes buscadores. Para isso, eles apostam em nichos do mercado.
Entre as novas ferramentas de busca que dão um visual mais gráfico às suas procuras na rede, como o SearchMe e o Flowww, serviços que apostam na semântica das suas palavras, como o Mahalo, e sites especializados em buscar bancos de dados específicos – como o Flickr ou o RapidShare.
Saiba mais sobre eles a seguir:

- Mahalo
Até o mais iniciante dos usuários sabe muito bem como as atuais buscas funcionam: você escreve os termos que acha mais relevantes ao assunto e o site listas quais páginas do seu gigantesco índex mais relação têm com as palavras.
O Mahalo dá um passo em direção à semântica das informações ao usar humanos que relacionam os resultados mais populares de cada termo nos buscadores convencionais, com notícias recentes sobre o assunto e informações pontuais que ajudam a contextualizar o assunto.
Pegue, por exemplo, o iPhone 3G como exemplo – ao invés de simplesmente trazer os sites mais importantes, o Mahalo traz notícias, comentários na blogosfera, buscas relacionadas e um box lateral explicando o que é o suposto aparelho da Apple.

- PowerSet
O PowerSet é outro buscador que tenta se desvencilhar da mera comparação entre os termos digitados e as páginas armazenadas. Ainda que de forma bastante incipiente e só sobre o conteúdo da Wikipédia, o buscador aceita uma linguagem mais casual e aceita algumas perguntas do usuário.
Ao questionar quais os filmes que Alfred Hitchcock dirigiu, por exemplo, o PowerSet traz os cartazes de todos os filmes do diretor. A função, porém, ainda é restrita para poucos verbetes. Ainda assim, o PowerSet oferece uma ferramenta complementar para navegar pelas informações da Wikipedia, indicando os principais assuntos dos artigos e, a partir de suas frases, criando novos tópicos sobre atividades de personalidades, por exemplo.

- SearchMe
Você digita os termos, dá o Enter e vê aquela lista que se estende até o final da página com um conjunto de textos curtos e links. No caso de você ter processamento e paciência suficientes, pode ignorar a lógica da objetividade e partir para a da apresentação com o SearchMe.
Ao invés dos links, o SearchMe faz uma cópia da página, apresentada no mesmo estilo da função Cover Flow, integrada pela Apple em iTunes, iPods e iPhones, com uma barra inferior que ajuda na navegação.
Ao realizar buscas de termos compostos, o SearchMe faz o favor de grifar o posicionamento das palavras na página, o que facilita muito a leitura do conteúdo. O serviço ganhou recentemente categorias, como Notícias, Software, Música e Blogs, que ajuda a refinar as buscas, baseadas em um algoritmo focado na língua inglesa, o que faz com que os resultados do SearchMe em português sejam ruins.
Efeito semelhante, desta vez focado no noticiário de tecnologia, usa o Flowww, que se baseia nos serviços Digg e TechMeme para demonstrar cópias inteiras das notícias mais comentadas de tecnologia do momento.

- Buscadores do Flickr
O gigantesco banco de imagens do Flickr merece uma busca mais poderosa que a oferecida pela subsidiária do Yahoo, nem que seja apenas pelo lado lúdico de agregar fotografias conforme o termo buscado.
Pegue o CompFight como exemplo: você digita o termo (“panda”, por exemplo) e sua tela fica apinhada com as fotos mais interessantes no Flickr que usem a tag “panda” segundo o próprio serviço. O CompFight pode fazer distinções pela licença de uso, tamanho e conteúdo protegido.
O Flickr Related Tag parte do mesmo princípio, mas é ainda mais visual. Digite um termo específico para que uma interface circular em Flash traga, em seu centro, um apanhado das fotos mais recentes com a tag.
Ao redor, o serviço mostra outras tags relacionadas com a que você digitou para uma exploração mais profunda do assunto.
Um passo além, o Tag Galaxy atinge o ápice da liberdade na visualização de imagens criando “constelações” que representam tags mais usadas pelos usuários para exibir “planetas” formados pelas fotografias relacionadas ao assunto.
Os planetas podem ser rotacionados para que o usuário encontre a foto mais interessante com a tag ou simplesmente abandonados em nome das estrelas vizinhas que contenham arquivos mais interessantes.
Ainda em imagens, o TinEye promete fazer às imagens o que o Google fez aos textos, encontrando imagens semelhantes à referenciada em uma base com cerca de 500 milhões de arquivos. O serviço ainda está fechado para testes.

- RapidShare
Admita: você adora o RapidShare e seus serviços semelhantes. O problema sempre foi depender das indicações de links em blogs e fóruns e simplesmente não conseguir mergulhar no banco de dados dos sites pra achar algumas preciosidades.
Entre a multidão de buscadores para serviços de armazenamento multimídia, são três os que apresentam melhores resultados: o FilesTube, o RSFind.com e o FilesHunt.
Nos três, a busca enumera os links, no RapidShare principalmente, com o álbum, filme ou série desejada pelo usuário. Se você é fã dos torrents, o Torrent-Finder agrega dezenas de outros buscadores de arquivos torrent sob uma mesma ferramenta, que permite até mesmo o download do arquivo na lista de resultados.

- Twitter
Tal qual o Flickr e o RapidShare, o Twitter é um banco de dados gigantesco composto por textos curtos. Como a ferramenta de busca do Twitter deixa muito a desejar, vários foram aqueles que tentaram criar um buscador decente para o serviço.
O Summize é o melhor entre uma relação de buscadores para Twitter que ainda conta com o TweetScan, o Flaptor e o TerraMinds. Você simplesmente digita o nome do usuário ou termo preferido e o Summize traz uma listagem na grande maioria dos casos bem fiel aos posts publicados.
Há falhas, claro – é difícil ter acesso apenas às mensagens com seu nome sem ver todas as que você publicou e falta à “busca avançada” ferramentas realmente avançadas. Ainda assim, o Summize é a melhor maneira de se encontrar no Twitter.

Fonte: IDGNow!,olhardigital.uol.com.br

31 de mai. de 2008

Softwares Livres promovidos pela Sun Microsystems

Finalmente foi lançado neste mês, durante o JAVAONE em São Francisco a versão suportada do Open Solaris (Projeto Indiana), idealizado por Ian Murdock, criador da famosa distribuição Linux chamada DEBIAN(contração de DEBora, nome de sua esposa + IAN), com isto o Solaris passa a ter o melhor kernel do mundo, com todos os aplicativos GNU existentes e com uma comunidade ajudando a melhorá-lo sempre.

Abaixo uma lista atualizada dos principais Softwares Livres promovidos pela Sun Microsystems:
Downloads

Download Glassfish

Download Java

Download MySQL

Download MySQL

Download Netbeans

Download OpenOffice

Download Solaris

Community

Innovate on OpenSolaris

Fonte: http://blogs.sun.com/TAI/entry/abaixo_uma_lista_atualizadas_dos


25 de mai. de 2008

Utilizando,apt,dpkg,deborphan.

Depois de algum tempo instalando e removendo programas no sistema vão ficando perdidos diversos arquivos,que são resquícios de programas que necessitam de várias dependências para poderem funcionar,são as famosas "blbliotecas" ou "libs",nos sistemas linux,algo parecido com as dll's do windows. E estes resquícios ficam lá ocupando espaço e consumindo recursos é hora então de removê-los já que não servem mais pra nada e para isso temos algumas ferramentas legais que descrevo abaixo .
Inicialmente vamos ao trivial,apenas para relembrar. Fica entendido que aparecendo no terminal o símbolo # significa estar trabalhando como root (administrador do sistema),e apenas o símbolo $,estar trabalhando como usuário comum

Removendo um pacote com apt-get:
#apt-get remove nome-do-pacote

A partir daí,após a remoção do pacote/programa do sistema é que entra as ferramentas para faxina,afinal sempre fica algo para trás.

O apt-get remove remove completamente o pacote mas mantém os arquivos de configuração, exceto se for adicionada a opção --purge. assim:
#apt-get --purge remove nome-do-pacote

Continuando,mais APT

#apt-get autoclean -> remove, do cache (/var/cache/apt/archives) os arquivos .deb de programas que não estão mais instalados em seu sistema
#apt-get clean -> Mais radical, e removerá do cache (/var/cache/apt/archives) todos os arquivos .deb, mesmo de pacotes instalados.
OBS: Normalmente você não precisará destes arquivos .deb, não hesite em usar estes dois úlimos comandos acima quando precisar de uns megas extras,entretanto saiba também que ao precisar reinstalar qualquer programa um novo download deverá ser feito para o /var/cache/apt/archives e só após ser instalado,o que não aconteceria se o cache não estivesse vazio,acelerando o processo de reinstalação.
#apt-get autoremove Remove os pacotes que não são mais necessários ao sistema depois de alguma desinstalação.Muito útil para fazer limpeza de libs,etc deixadas para trás sem utilidade.

Para coroar a limpeza uma dica legal

Quando você instala um programa, o APT baixa várias dependências deste,são as famosas libs e outras coisas mais.Quando você remove o programa, essas dependências permanecem.
Uma maneira de remover as dependências desnecessárias é usar o programa "deborphan".Instale o pacote deborphan assim:

# apt-get install deborphan

e rode o comando a seguir para excluir as tais dependências:
# apt-get --purge remove `deborphan`

Rode esse comando várias vezes, já que algumas dependências, quando removidas, podem deixar suas próprias dependências que são inúteis a partir de então.Para saber mais sobre as opções possíveis ( deborphan -a,deborphan -n,etc) do espetacular deborphan digite:

$deborphan --help
Caso queira ter a saída do help em um arquivo texto sempre à mão:
$deborphan --help > deborphan--help.txt
O arquivo será automáticamente guardado no diretório /home/user/

Mais um pouquinho do APT


$apt-cache show nome-do-pacote -> Mostar o registro completo do pacote,exemplo:
$ apt-cache show apt-doc
Package: apt-doc
Priority: optional
Section: doc
Installed-Size: 280
Maintainer: Ubuntu Core Developers
Original-Maintainer: APT Development Team
Architecture: all
Source: apt
Version: 0.7.9ubuntu17
Replaces: apt (<<>

$apt-cache dumpavail -> mostra uma lista de pacotes disponíveis.Não se assuste,seu terminal vai ficar doidão listando tudo e a lista é bastante extensa.
$apt-cache search termo -> Procura por "termo" na lista de pacotes disponíveis
$apt-cache pkgnames -> Rápida listagem de todos os pacotes instalados no sistema.
$apt-cache showpkg pacotes -> Mostra informações sobre os pacotes
$apt-file search nome-do-arquivo -> Este comando procura por um pacote, não necessariamente precisa estar instalado, que inclua o arquivo passado junto a linha de comando nome-do-arquivo. Ou seja, muito útil para localizar facilmente arquivos individuais dentro de pacotes que ainda nem se encontram instalados no seu sistema.
$dpkg -L nome-do-pacote -> Mostra os arquivos instalados pelo pacote
$dpkg -l nome-do-pacote -> lista os pacotes instalados que casam com "nome-do-pacote". Na prática use '*nome-do-pacote*', a não ser que você saiba o nome completo do pacote.
$dpkg -S nome-do-arquivo -> Qual foi o pacote que instalou este arquivo?

Os mais famosos:

#apt-get update -> Execute este comando se você mudou o /etc/apt/sources.list ou /etc/apt/preferences. Também execute-o periodicamente para ter a certeza que sua lista de fontes fique sempre atualizada.
#apt-get install nome-do-pacote -> Instala um novo programa(pacote)
#apt-get upgrade -> Atualiza todos os pacotes instalados
#apt-get dist-upgrade -> Atualiza o sistema todo para uma nova versão

Resolvendo problemas

O apt-get é uma ferramenta desenvolvida para ser usada em servidores e outras aplicações importantes. Isto significa que ele foi desenvolvido para ser o mais confiável possível e nunca realizar nenhuma modificação potencialmente perigosa para o sistema, a menos que autorizado por você. Quando qualquer coisa inesperada acontece, ele para e fica esperando sua confirmação antes de fazer qualquer outra coisa.

O problema desta abordagem é que às vezes um defeito em algum pacote ou um download corrompido pode fazer com que o APT fique "travado", sem concluir a instalação de um determinado pacote por causa de um erro qualquer e sem aceitar instalar outros antes que o problema inicial seja resolvido.

Basicamente, quando encontrar este tipo de problema, você deve:

  1. Rodar o apt-get update para ter certeza de que a lista de pacotes do APT se encontra atualizada.

  2. Execute o comando apt-get -f install para usar o sistema de resolução de problemas do APT.

  3. Caso ele não resolva, experimente usar o dpkg -i --force-all para forçar a instalação do pacote com problemas, ou use o dpkg -r nome_do_pacote caso prefira desistir da instalação.

  4. Execute o comando dpkg --configure -a, para verificar todas pendências na configuração dos pacotes.

  5. Rode novamente o apt-get -f install. Caso ele não resolva, experimente o apt-get -f remove, que tem uma função similar à do "-f install", mas dá preferência a remover os pacotes com problemas, ao invés de tentar corrigir a instalação.


Fontes:
http://wiki.ubuntu-br.org/AptGet
http://www.debian.org/doc/manuals/apt-howto/index.pt-br.html
As man pages do sistema
https://lists.ubuntu.com/archives/ubuntu-br/


30 de abr. de 2008

MusicTracker - Pidgin com Status Musical

A definição dos desenvolvedores para o pidgin é esta abaixo,em tradução livre:

"MusicTracker é uma extensão (plugin) para o Pidgin (antigo Gaim) que mostra a faixa musical que está sendo tocada na mensagem de estado de várias contas como AIM, Yahoo, MSN, Gtalk (Jabber), etc.,qualquer protocolo do Pidgin que suporta estados personalizados. É planejado um suporte a uma grande variedade de tocadores de áudio tanto na plataforma Windows como na Linux. Atualmente os seguintes tocadores são suportados: Amarok, Rhythmbox, Audacious, XMMS, MPC/MPD, Exaile, Banshee, Quod Libet no Linux. Winamp, Windows Media Player (9+), iTunes, Foobar2000 (suporte incompleto) no Windows."

Existem duas possibilidades de instalação em binário (.deb) e código-fonte compilado,distribuído na forma de um pacote tar.bz2. A página oficial do projeto está hospedada em :

http://code.google.com/p/musictracker/

Dependências

O MusicTracker depende de alguns pacotes para ter sua compilação e funcionalidade completa, os pacotes são:

* O Pidgin (pidgin, pigin-data) e seus pacotes de desenvolvimento (pidgin-dev);
* Biblioteca PCRE e seus pacotes de desenvolvimento (libpcre3-dev);
* DBUS-Glib.

Para usuários que são da família debian e queiram compilar o plugin basta instalar as dependências abaixo,digite no terminal:

$ sudo apt-get install pidgin pidgin-data libpcre3-dev pidgin-dev

ou para quem preferir o aptitude

$ sudo aptitude -P install pidgin pidgin-data libpcre3-dev pidgin-dev
obs: A opção -P serve para perguntar (sim/não) a confirmação do download,útil para vermos antes se queremos realmente baixar trocentas dependências,que é o que vai acontecer caso você opte por compilar o MusicTracker,afinal ele vai precisar de todas as bibliotecas de desenvolvimento necessárias para efetuar a compilação,as famosas algumacoisa-dev.Mais espaço e recursos serão consumidos,a escolha é sua.

Entretanto como citado existe a opção do binário em :
http://www.getdeb.net/app/pidgin-musictracker

Até a data da confecção deste tutorial só tinha estes dois binários lá:
Ubuntu Gutsy 32 bits - 0.4.1
Ubuntu Gutsy 64 bits - 0.4.1

Caso utilize o OpenSuSe ou Fedora faça assim:

OpenSuSE

Selecione os pacotes pcre-devel e pidgin-devel no YaST.

Fedora

# yum install pcre-devel pidgin-devel


Compilar e instalar o MusicTracker
.
Este procedimento abaixo é válido para qualquer distribuíção linux porque vamos compilar o código-fonte e instalar o plugin

1.0 - Fazer o download do MusicTracker,no terminal mesmo digite:

$ wget -c http://musictracker.googlecode.com/files/musictracker-0.4.1.tar.bz2

1.1 - Extraír seu conteúdo:

$ tar -xjvf musictracker-0.4.1.tar.bz2

1.2 - Entrar na pasta criada com o comando acima:

$ cd musictracker-0.4.1/

1.3 - Configurar o compilador:

$ ./configure

1.4 - Compilar e instalar:

$ make
$ sudo make install

Se tudo correr bem,basta abrir o pidgin,configurar o plugin e usar.Pra isso basta ir em Ferramentas > Plugins, achar o MusicTracker e habilitá-lo. Após habilitá-lo, nesta mesma janela selecione Configurar Plug-in, onde você pode customizar a mensagem musical, colocar filtros nelas e etc.

Na aba Player, você pode escolher o programa que está executando para tocar as músicas,Atualmente os seguintes tocadores são suportados:Amarok, Rhythmbox, Audacious, XMMS, MPC/MPD, Exaile, Banshee, Quod Libet.Escolha o seu e pronto

Já nas mensagens você pode personalizá-las de acordo com seu gosto, existem diversos atributos, e todos estão listados a seguir:
  • %p - Artista
  • %a - Álbum
  • %t - Título
  • %d - Tempo de duração da música
  • %c - Tempo atual da execução da música
  • %b - Barra de Progresso
  • %r - Player que está sendo executado
  • %m - Símbolo de música (não funciona em algumas redes).
Exemplo:

Ouvindo %m: %t - %p | No Player: %r
Apareceria algo como: Ouvindo (símbolo de música): Your Song - Elton John | No Player: Rhythmbox

É possível configurar as mensagens para quando o player estiver tocando, quando estiver pausado e até quando estiver parado. Você pode também configurar o plugin apenas para certas contas, por exemplo eu não quero que a minha conta do Gtalk (Jabber) mostre estados musicais, então clico na aba "Customize status, or disable..." e marco o checkbox do "Disable" para minha conta do Gtalk.
Para habilitar os filtros, basta marcar o checkbox "Enable Status Filter", lá você pode escolher as palavras para filtrar "Blacklist" e caso queira mais de uma é só colocar uma vírgula e a próxima, por exemplo (Bill,Ballmer,Jobs) quando a música contiver Bill ouBallmer ou Jobs ela terá os caracteres substituídos pela máscara definida na aba "Mask Character" você pode trocá-la para, por exemplo, * e qualquer outra de sua escolha. No proprio programa já vem algumas sugestões de palavras,em inglês,que chamaríamos de "palavrões" por aqui e em "Mask Character" eles colocaram um * que é um caractere-coringa que representa quaisquer string definida na blacklist.

Bom, após entender as configurações do MusicTracker, você pode personalizá-lo a seu gosto, é um plugin simples de configurar. Bom proveito.

22 de abr. de 2008

Ubuntu: Log do sistema

Antes de ler este texto tenha em mente que ele é especificamente para usuários finais do sistema linux,caso você seja um técnico,desenvolvedor,especialista em TI pode até ler mas não vai acrescentar nada.

Tenho usado ubuntu como sistema operacional padrão em meu pc apesar de manter outros sistemas linux em multiboot,além do windows xp sp2.Excluindo o sistema principal,no caso ubuntu,todos os outros linux são utilizados para estudo e teste.
Normalmente obedeço um padrão estabelecido por mim mesmo na escolha dos sistemas que fico estudando e testando constantemente,ou seja,procuro manter sempre duas distribuíções linux baseadas no sistema de pacotes RPM,uma com sistema de pacote TGZ,faço questão de que seja o slackware,e por fim o sistema principal que é preferívelmente baseado em pacotes DEB.Então atualmente tenho quatro (04) distribuíções em multiboot,com o grub do sistema operacional principal gerenciando tudo,já aconteceu de eu ter dez (10) distribuíções linux instaladas em meu pc,mas atualmente não faço mais assim,até porque existe o VirtualBox e quando quero experimentar alguma novidade utilizo a máquina virtual.O windows xp sp2 mantenho por motivos simples: 1º O mercado usa windows,portanto tenho que estar familiarizado com esta realidade,manter contato,utilizar,isso é indiscutível. 2º Gosto de jogar um pouco e por enquanto não abro mão da facilidade do windows,tenho jogos instalados no linux também,mas qual o problema de um linuxer usar windows? O windows também tem suas qualidades ora bolas.É isso.
Mas o que tem tudo isso a ver com o título do texto?Inicialmente a idéia foi mostrar um quadro geral de como é minha rotina de usuário do sistema linux,e,lembrando,sou apenas um usuário mesmo,não trabalho com TI,não tenho formação em alguma na área,resumindo eu sou aquele que usa o que os desenvolvedores fazem,com a pequena diferença de usar sabendo valorizar e de certa forma contribuir dando retorno de como o sistema está trabalhando no dia-a-dia,pode parecer simples mas não é,afinal eu consigo ter uma visão isenta,desapaixonada do resultado do trabalho dos desenvolvedores,para eles a visão do resultado final e até mesmo do desenvolvimento em si normalmente não é imparcial,em virtude de estar intimamente envolvido no projeto.Como sou o usuário final enxergo coisas que eles não e vice-versa,daí surge uma troca salutar que enriquece ambas as partes.
A outra questão é saber onde vou achar informação de qualidade para repassar aos desenvolvedores?Como vou explicar o que está acontecendo?Num primeiro momento posso apenas descrever textualmente o que se passou em dado momento,mas faz-se necessário junto com a explicação enviar a documentação técnica do sistema,que é onde o desenvolvedor vai buscar o erro (bug),estou me referindo ao LOG DO SISTEMA. No meu caso que mantenho uma rotina de estudo e teste dos sistemas,frequentemente esbarro em algum bug ou outra coisa estranha qualquer que não é necessáriamente bug,mas que tenha escapado ao olhar do desenvolvedor e não deveria estar ou ser do jeito que encontro.E isso tudo é registrado nos logs.Por isso descrevi o quadro geral resumido para o leitor ter uma noção ampla do meu comportamento como usuário e tento fazer isso usando uma linguagem de usuário. Com esta introdução me sinto mais à vontade para dar esta dica simples mas muito útil.
Como meu sistema operacional principal é o ubuntu vou descrever aqui como ver o log do sistema de maneira fácil,rápida,simples e gráficamente.Vamos lá.

Vá em :

Sistema > Administração > Log do Sistema

Vai ser aberto o visualizador de log do sistema assim:

fig-01

Observando bem veremos à esquerda no alto logo abaixo de arquivo e ao lado da seta virada para baixo está escrito /var/log/ e abaixo deste várias opções de log registradas que são os arquivos de log guardados na pasta citada, /var/log/.Para ler qualquer arquivo deste basta clicar sobre a opção desejada e o registro será mostrado na tela ao lado,como mostra a figura.
Um detalhe interessante do aplicativo e bem prático,veja que temos o menu arquivo,editar,ver e ajuda.Clicando no menu arquivo temos as opções abrir-fechar-sair,a primeira,abrir,nos oferece a possibilidade de acesso a outros arquivos de log que não aparecem na janela principal,então clicando em,abrir,aparece uma janela popup revelando todo o conteúdo do diretório /var/log/ e seus subdiretórios.
Para ter uma idéia melhor veja a figura abaixo:



fig-02


Observe com atenção e verifique que tem mais pastas lá dentro,algumas relativas a programas importantes,como na figura que aparece apache2,apparmor,gdm,cups,etc.Clicando nestas pastas tem-se acesso a mais arquivos de logs,outra vez clicando nos arquivos o mesmo é aberto na tela principal do programa.
Entretanto existe mais funções interessantes,como por exemplo Selecionar Tudo e Copiar,disponível no meu Editar,bastante útil quando pretendemos enviar o log para alguém. Logo depois no meu Ver temos outras opções interessantes como monitorar,Barra Lateral,Painel Lateral,Calendário,Filtro e opções de tamanho.
Temos assim uma ótima ferramenta ao nosso dispor e então já não podemos dizer que não sabemos onde fica quardado o log do sistema do ubuntu.

Bom estudo! :)

Interessado em aprender mais sobre o Ubuntu em português?
http://www.ubuntu-br.org/comece


Links Úteis:

20 de abr. de 2008

Transferir arquivos via scp

Transferência de arquivos ou administração remota por scp,ssh respectivamente

Para uma máquina linux ser acessada remotamente devemos:

  1. Verificar se o ssh está instalado(geralmente no linux vem instalado por padrão)
  2. Verificar se o openssh-server está instalado
  3. Verificar se a porta 22(padrão do ssh) está desbloqueada
  4. Nas máquinas com windows instalar simplesmente o winscp: http://winscp.net/eng/index.php
  5. Acessar o terminal da máquina linux remotamente instale também o programa livre putty (http://www.chiark.greenend.org.uk/~sgtatham/putty/download.html).
  6. Rodar aplicativos gráficos remotamente da máquina windows vc pode instalar o programa Xming (http://sourceforge.net/projects/xming).
  7. Impressão remota de linux para windows ou de linux para linux usa-se o cups e/ou o samba.Não tem nada a ver com ssh

SCP - Secure Copy. É o meio mais seguro para transferir arquivos entre um host local e um remoto ou entre dois hosts remotos, usando o protocolo SSH.

Exemplos:

a) Por exemplo, digamos que queremos copiar o arquivo sources,list, que se encontra em uma máquina local,para uma outra máquina da rede chamada pc10, dentro do diretório /Download, faríamos assim:

scp /etc/apt/sources.list root@pc10:/Download

Vai ser solicitada a senha do usuário root da máquina pc10, e automaticamente após digitar a senha, a transferência se completará. Simples assim.No lugar do root pode ser qualquer outro usuário.

b) Se fizermos assim:

scp arquivo usuario@ip_ou_nome_da_maquina_remota:

- Vai copiar o arquivo para o diretório home do usuário na máquina remota;
- Não esqueça dos “:” no final;
- No nome do arquivo você pode utilizar “*”, expressões regulares, etc…

Útil caso você queira simplesmente enviar um arquivo diretamente para o computador de um amigo que está em outra cidade.

Apoś os dois pontos pode-se indicar uma pasta de destino,atenção para colocar o caminho completo até a pasta.

c) Caso você precise copiar um diretório inteiro, use o “-r”:

scp -r diretório usuario@ip_ou_nome_da_maquina_remota:

- O “-r” tem que ficar logo após o scp para funcionar.

d) No sentido contrário (remoto para local) é só inverter:

scp usuario@ip_ou_nome_da_maquina_remota:arquivo

- Copia o arquivo da máquina remota para o diretório local. Aqui também
vale lembrar que o usuário precisa ter direito de leitura neste arquivo da máquina destino.

IMPORTANTE: o scp não avisa se o arquivo já existir no destino.
Simplesmente sobreescreve. Atenção !

19 de mar. de 2008

OOXML,ISO = Saco de gatos!

Office OpenXML (OOXML) e inapto pela ISO 29500
É impressionante como pessoas e organizações podem se voltar para o "lado negro da força". Mais ainda quando regras,normas,leis,estatutos são tratados levianamente por motivos no mínimo esquisitos,para não usar palavras mais fortes. Refiro-me ao problema do processo de padronização do OOXML que está sendo discutido na ISO. Estamos nos aproximndo do dia 29 de março quando o veredito final vai ser dado,ou seja,se o OOXML vai ou não ser um padrão internacional.A maioria de nós pobres mortais sequer vai saber que isso está acontecendo e mesmo que soubesse não daria a mínima,afinal como já disse um imperador romano "para o povo pão e circo". Estamos prestes a ter mais um padrão de documentos que sequer sabemos como funciona a contento,pior ainda,proprietário.Como pode um padrão internacional de documentos ter propriedade? Mistério.
Para saber os detalhes do que estou falando deixo a palavra com os especialistas do assunto,pessoas interessadas em manter as coisas certas,uma delas é simples: Se já existe um padrão aprovado e funcional totalmente aberto,livre de patentes,no caso o ODF,por que fazer outro fechado,e com patentes?Mistério.
Abaixo os links dos blogs da força tarefa Brasileira que tem participado das reuniões na ISO.

Este primeiro faz um resumo espetacular sobre toda a história,leitura fortemente recomendada!
http://hogwartslinux.wordpress.com/2008/03/17/as-coisas-se-complicam-para-o-ooxml/

http://homembit.com/

http://www.ibm.com/developerworks/blogs/page/ctaurion

http://avi.alkalay.net/2008/03/ooxml-iso-numeros-irreais.html

Boa leitura!









Mais links interessantes:

http://www.broffice.org/

http://br.odfalliance.org/

http://www.noooxml.org/petition-pt


http://pt.wikipedia.org/wiki/OpenDocument

http://en.wikipedia.org/wiki/Office_Open_XML

http://linuxercolossos.blogspot.com/2007/08/abnt-para-iso-nocom-comentriosao-ooxml.html


Tem mais muito mais,entretanto basta dar uma pequena busca no oráculo nosso de cada dia,google,que ele te retorna toda a fofoca por trás deste assunto que com certeza vai afetar nosso dia-a-dia,porque se aprovado pode preparar o bolso para comprar uma licença do MSoffice,que está em torno de r$ 1.000,00 para poder usar o OOXM a contento.Bem vindo ao mundo real.

14 de mar. de 2008

Ranger: 504 TeraFlops - O maior supercomputador do mundo

Esta notícia foi diulgado hoje pelo BR-Linux.org,considerei muito interessante e resolvi reproduzir aqui.Não há muito o que falar,os números são astronômicos e falam por si mesmos. A partir disso acabei descobrindo dois blogs bastante interessantes ambos da sun e em pt-br,um é o blog do Jonathan Schwartz - Chief Executive Officer and President Sun Microsystems, Inc. ,o outro é o TAI - Tecnologia Aberta da Informação.Para conhecer os blogs clique Jonathan Schwartz e TAI.
Abaixo um resumo da notícia,só para sentir o gostinho.
“O Ranger é com seus 504 TeraFlops atualmente o maior supercomputador do mundo (em breve ele estará no top500.org) e está instalado no TACC (Texas Advanced Computer Center). Ele é todo baseado em tecnologia aberta da Sun Microsystems e roda o CentOS Linux. Eu também recomendo a leitura desse post (em português) do Jonathan Schwartz sobre o Ranger para entender mais sobre as motivações por trás da supercomputação.”
Mais um resumo,do blog TAI

"Inaugurado oficialmente no dia 5 de Março de 2008, o Ranger já é considerado o maior supercomputador do mundo atualmente, com 504 TFlops(ainda será rankeado no Top500.org nos próximos meses), instalado no TACC (Texas Advanced Computer Center), na Universidade do Texas em Austin. Este centro foi fundado pela National Science Foundation e tem como compromisso fornecer serviços de supercomputação em larga escala a qualquer pesquisador ou cientista nos Estados Unidos.

Como surgiu o Ranger? Ele foi o resultado de um compromisso com a ciência básica do National Science Foundation, um grupo de pessoas entusiasmadas da Universidade do Texas, inspirado por Jay, um motivado líder técnico, e de compromissos da excepcional (realmente excepcional) equipe do TACC, funcionários da Sun e da AMD, com todos os três grupos numa correria louca para colocar tudo de pé em tempo recorde - como a maior instalação de supercomputação aberta do mundo. A maior do mundo, multiplicado por 4...."

Para finalizar e ter uma idéia da importância real do Ranger, dê uma olhada na tabela abaixo (clique para ir para a versão original):


Caso tenha problemas clique aqui para ver o imagem no site original e com mais detalhes.

13 de mar. de 2008

GNOME 2.22 Lançado!

Para quem usa e gosta do GNOME uma boa notícia e para quem não usa mas conhece e aqueles que não sabem do que se trata,uma oportunidade para conferir e ver por si mesmo como está o foco do GNOME,que continua sendo facilidade de uso, estabilidade, e suporte de primeira classe a internacionalização e acessibilidade,e elegância claro.



Reproduzo aqui o texto do site GNOME Brasil

Com muitas novidades interessantes, chega ao fim mais um ciclo de lançamentos GNOME, culminando na melhor versão até hoje feita. Além de novidades para usuários, como a adição dos programas Cheese e Vinagre, temos novidades para desenvolvedores, com a entrada do Anjuta e com a nova biblioteca de programação GIO, no lugar do antigo GNOME-VFS. Tivemos melhoras também no quesito acessibilidade, no ORCA e no mouse.

Esta é uma versão especial para nós brasileiros, pois ela é dedicada a Raphael Higino, tradutor brasileiro, que nos deixou no ano passado, de forma tão precoce. A equipe de tradutores o homenageia com mais uma vez a interface 100% traduzida no nosso idioma.

Veja todas as novidades do GNOME 2.22 nas Notas de Lançamento